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:: 3/fev/2020 . 16:03

Conquista: seis novas árvores são tombadas pela Prefeitura de Conquista

Vitória da Conquista agora possui seis novas árvores tombadas. A medida está expressa no Decreto nº 20.083, de 27 de janeiro de 2020, o qual a Prefeitura Municipal considera a necessidade de arborização da cidade e de preservação das espécies.

As árvores estão localizadas nos bairros Alto da Boa Vista, Candeias, Urbis I, Lagoa das Flores e no povoado de Pradoso. Cada uma delas receberá uma placa metálica informando o tombamento. Tratam-se de espécimes centenárias, de grande beleza e de condição de porte em vias de extinção.

Com essa medida, as árvores estão imunes ao corte, replantio, à remoção, poda abusiva ou qualquer outra prática danosa. Os serviços de poda e manutenção serão realizados somente pela Prefeitura. Particulares e empresas concessionárias de energia elétrica, de telefonia ou prestadoras de serviços de telecomunicação estão proibidas de podá-las.

A preocupação do Governo Municipal com a preservação de espécies raras é recorrente. Em junho de 2018, o prefeito Herzem Gusmão já havia assinado um decreto da mesma natureza. Por meio desse dispositivo, foram tombadas 21 árvores no perímetro urbano da cidade.

Fonte: Blog da Resenha Geral

Governo avalia montar quarentena em Anápolis, Florianópolis ou cidade do Nordeste, diz Onyx

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta segunda-feira (3), em entrevista à Rádio Gaúcha, que o governo avalia montar a quarentena para brasileiros que voltarem de Wuhan (China) em Anápolis (GO), Florianópolis ou em uma cidade do Nordeste. Segundo Onyx, no momento, a tendência é que seja na cidade goiana.

O governo decidiu no fim de semana realizar uma operação para buscar os brasileiros que estão na cidade chinesa, origem do surto de coronavírus. De acordo com Onyx, deverão voltar ao país cerca de 30 a 40 pessoas. Ao chegarem ao Brasil, elas deverão ficar em quarentena, em um local que ainda vai ser definido pelo governo.

Onyx informou que Anápolis é uma opção viável por já ter tido uma experiência semelhante, na década de 1980, quando houve uma contaminação com o elemento químico Césio em Goiânia, cidade vizinha.

“Há uma sinalização muito forte para Anápolis, porque no período do Césio, lá atrás, foi uma área militar que trabalhou com essa coisa do isolamento, que é importante para não permitir eventualmente um escape de vírus. Eles já têm uma bagagem nessa área, mas não há nada definido”, disse o ministro.

“Uma das hipóteses é Florianópolis, que tem uma base que teria condição de fazer isolamento. Dentre outras alternativas, tem alternativas no Nordeste também. Isso ainda está em análise do Ministério da Defesa”, completou Onyx.

Segundo o ministro, o governo acertou com o governo de Israel para que sejam feitas no país, na ida e na volta, as paradas técnicas do avião que buscará os brasileiros na China. O ministro acredita que seja possível enviar o avião no máximo na terça-feira (5), com retorno no final da semana.

A situação dos brasileiros egressos de Wuhan é o tema de uma reunião entre ministros no Palácio do Planalto nesta segunda.

Lei de quarentena

De acordo com Onyx, o país precisa de uma lei de quarentena para definir as regras de como deverão ser tratados os brasileiros que voltarem de Wuhan. Ele afirmou que o texto deve ser enviado ao Congresso ainda nesta segunda.

“Nós precisamos fazer uma coisa para cobrir uma lacuna que o Brasil tem: por incrível que pareça, o Brasil não tem uma lei de quarentena sanitária”, disse.

Onyx informou que as regras devem ser estabelecidas por meio de uma medida provisória.

“Dá entrada ainda hoje [segunda] no Congresso Nacional. E amanhã [terça-feira] deve ser votada na Câmara, em regime de urgência, e quarta-feira no Senado, de tal forma que entre a ida da equipe para buscar e a chegada das pessoas ao Brasil, o Brasil já tenha uma legislação específica de quarentena sanitária, como maior parte dos países do mundo tem”, explicou o ministro.

Fonte: Tribuna da Bahia

 

Conquista: Ação apreende 50 kg de maconha com passageira de ônibus de turismo

50kg

Uma ação da Polícia Rodoviária Federal (PRF-BA) apreendeu quase 50 quilos de maconha e prendeu uma mulher em um trecho da BR-116 em Vitória da Conquista, no sudoeste baiano.  O entorpecente estava escondido na bagagem da passageira que viajavam em um ônibus de turismo. Segundo a PRF-BA em Conquista, a ação ocorreu durante fiscalização na altura do km 836 da rodovia. Após conversar com ocupantes do veículo, a equipe decidiu aprofundar à fiscalização e acabou encontrando, em duas malas, 88 tabletes da droga.

A mulher foi encaminhada com a droga a uma delegacia de Vitória da Conquista. Ela vai responder pelo crime de tráfico de drogas. Segundo balanço da PRF-BA, o volume de drogas apreendida em 2019 bateu recorde histórico comparado ao ano anterior.

Em 2019 houve aumento de 161% na apreensão de maconha e de acréscimo de 318% na apreensão de cocaína, quando comparados a 2018. Esse volume é o maior de toda a série histórica de drogas retiradas de circulação da PRF no estado. O ônibus em que os 50 kg de maconha foram encontrados tinha saído de São Paulo (SP) com destino a Caruaru (PE).

Fonte: Bahia Notícias

Em meio a surto de coronavírus, orientais no Brasil relatam preconceito e desconforto

corona

Marie Okabayashi de Castro Lemos, 23, é estudante de direito da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e descendente de japoneses. Na linha 1 do metrô, no Rio de Janeiro, ela foi xingada de “chinesa porca” por uma mulher.  A situação mostra o preconceito e o desconforto que já começam a ser vivenciados pela comunidade oriental no Brasil conforme cresce no mundo o surto do novo coronavírus chinês, que já causou, até domingo (2), 362 mortes e mais de 17 mil infecções.

“Ela falou que eu ficava espalhando doenças para todos e me chamou de nojenta. Teve um momento em que eu já estava indo para a escada rolante e ela ficou me acompanhando pela janela do metrô e me mostrando o dedo do meio, aparentemente berrando várias coisas. Ela estava em total estado de fúria e descontrole apenas com a minha presença”, disse. A estudante conseguiu filmar algumas das ofensas com o celular. No Twitter, Lemos conta que, antes de começar a gravar, ouviu a mulher dizer coisas como “quando eu vejo um chinês eu atravesso a rua”, “não compraria uma coca fechada desse povo, porque eles contaminam tudo”, “os coreanos, tailandeses e esse resto também são um horror, invadem nosso país, roubam os empregos do nosso povo e espalham doenças”.

Em São Paulo, a professora de mandariam Si Liao, 32, que vive em São Paulo desde 2011, queria comprar máscaras descartáveis para guardar em caso de necessidade, mas não teve coragem de ir à farmácia. Ela teme a reação das pessoas devido ao surto do novo coronavírus. “Li que nos Estados Unidos as máscaras estão acabando e quis comprar uma para mim. Mas tenho medo de entrar na farmácia e, por ser chinesa, as pessoas acharem que eu tenho o coronavírus”, afirma.

Na capital paulista, as farmácias já estão sem estoque de máscaras. A solução foi comprar uma caixa pela internet.  Segundo ela, por enquanto a orientação nos grupos de chineses que vivem em São Paulo é de não usar máscaras para não assustar as pessoas na rua. Aqueles que voltam agora de uma temporada no país de origem estão seguindo as orientações de ficarem em casa por duas semanas, mesmo sem apresentar sintomas. “Eu também fiquei com um pouco de medo, mas todo mundo está colaborando”, diz. :: LEIA MAIS »

Mais de 31 milhões de brasileiros sofrem com enxaqueca

enxaqueca

Muita gente provavelmente já sentiu uma dor de cabeça e em seguida tomou um analgésico. Portanto, essa medida não adianta muito, para mais de 31 milhões de brasileiros que convivem atualmente com enxaqueca crônica.Segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 15% da população brasileira, a maioria entre 25 e 45 anos convive com a doença. Ainda de acordo com a OMS, a enxaqueca é a sexta doença mais incapacitante do mundo.

No Brasil, é estimado que apenas 56% dos pacientes com enxaqueca procuram atendimento e, destes, apenas 16% se consultam com especialistas em cefaléias, popularmente conhecida como “dor de cabeça”. Um estudo feito em duas Unidades Básicas de Saúde (SUS) encontrou prevalência de 45% de enxaqueca nos pacientes com queixa de cefaléia.

Esse tipo de sofrimento, causado pela enxaqueca é conhecido por Patrícia Pereira, que desde a infância sofre com a doença. Com 40 anos, a professora universitária tem uma das formas mais incapacitantes da doença, sofrendo efeitos na sua visão, tato e fala. Ela conta que já chegou a se ausentar algumas vezes no trabalho por ter crises consecutivas.

“As crises são tão intensas, que penso, mas não consigo falar. A enxaqueca me deixa aérea, como se eu não tivesse controle do que eu estou fazendo. É muito traumatizante. Já cheguei até desmaiar algumas vezes”, conta a professora.

De acordo com a OMS, quando se trata de crianças, a doença atinge entre 3% a 10% desse público, afetando igualmente ambos os sexos antes da puberdade. Após essa fase, o predomínio é no sexo feminino. Entre as mulheres, o problema chega atingir 25%, mais que o dobro da prevalência entre os homens, segundo o Ministério da Saúde. :: LEIA MAIS »

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