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:: ‘Brasil’

Plano de Guedes é aprovar auxílio emergencial em 3 semanas

Devem ser quatro parcelas de R$ 250

Plano de Guedes é aprovar auxílio emergencial em 3 semanas

FOTO: AGÊNCIA BRASIL

Depois do “consenso” fechado entre os presidentes da Câmara, do Senado, e ministros, o governo tentará aprovar a proposta que viabilizará o pagamento da nova rodada do auxílio emergencial em três semanas.

Segundo o Broadcast/Estadão apurou, esse é o prazo com que a equipe econômica trabalha para a aprovação do que o ministro da Economia, Paulo Guedes, chama de “novo marco fiscal”, que seria composto pela inclusão, na Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do pacto federativo, de uma cláusula de calamidade pública (uma espécie de PEC de Orçamento de Guerra, semelhante à aprovada no ano passado).

Isso permitirá retirar os gastos do auxílio emergencial de regras fiscais, como o teto de despesas, mas criaria condicionantes, como medidas automáticas de contenção de gastos. Como mostrou o Estadão na edição do último sábado, o alcance das medidas ainda está em discussão entre o Ministério da Economia e a área política devido à urgência para a aprovação da “PEC da guerra”. Medidas mais duras poderão ficar para uma segunda PEC fiscal, para ser votada até o fim de julho.

Na sexta-feira, 12, após a reunião com Guedes que selou o acordo, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse que apresentaria ao colégio de líderes uma proposta do texto, que, para o governo, deverá ser aprovado pelo Congresso Nacional até o início de março. Com isso, a expectativa é que a primeira parcela do novo auxílio seja paga ainda no próximo mês.

Outras duas parcelas pelo menos estão previstas – em abril e maio – e possivelmente outra em junho, a depender da evolução da pandemia. As parcelas deverão ser de R$ 250, a um custo total de R$ 30 bilhões. No ano passado, o auxílio começou a ser pago em parcelas de R$ 600, depois reduzidas para R$ 300.

Bancos não abrem nesta segunda e terça-feira de Carnaval

Agência Brasil

banco

Apesar do cancelamento dos pontos facultativos e das festas de Carnaval em muitos estados e municípios, os bancos não abrirão para atendimento ao público nesta segunda e terça-feira, 15 e 16. O calendário bancário está mantido e o expediente será retomado na quarta,17, às 12h, com encerramento em horário normal do fechamento das agências.

Entretanto, de acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), nas localidades em que as agências fecham normalmente antes das 15h, o início do atendimento ao público será antecipado para garantir o mínimo de três horas de funcionamento.

As contas de consumo e carnês com vencimento em 15 ou 16 de fevereiro poderão ser pagas, sem acréscimo de juros, na quarta. Segundo, a Febraban, normalmente, os tributos já vêm com datas ajustadas ao calendário de feriados nacionais, estaduais e municipais, mas caso isso não tenha ocorrido, a sugestão é agendar o pagamento nos caixas eletrônicos, internet banking e pelo atendimento telefônico dos bancos.

Falta da 2ª dose de vacina contra Covid preocupa Ministério da Saúde

vacina covid

Membros do Ministério da Saúde observam com cuidado o risco de o país não ter vacinas para a aplicação da 2ª dose e para a continuidade da campanha, mesmo com as recentes articulações para compra de insumos para produção e de vacinas prontas contra a Covid-19,

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Quem perdeu o Enem digital tem até esta sexta (12) para pedir reaplicação

Provas serão nos dias 23 e 24 deste mês

Mariana Tokarnia, da Agência Brasil

Termina nesta sexta-feira (12) o prazo para candidatos inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) digital 2020 pedirem para participar da reaplicação das provas. O pedido deve ser feito na Página do Participante. Podem pedir a reaplicação os estudantes que não puderam participar do Enem por estarem com sintomas de covid-19 ou de outra doença infectocontagiosa e aqueles que não conseguiram fazer as provas por problemas logísticos.

As provas da reaplicação serão nos dias 23 e 24 de fevereiro, apenas na versão impressa. Além da covid-19, podem solicitar a reaplicação participantes com coqueluche, difteria, doença invasiva por Haemophilus influenza, doença meningocócica e outras meningites, varíola, Influenza humana A e B, poliomielite por poliovírus selvagem, sarampo, rubéola, varicela.

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), para a análise da possibilidade de reaplicação a pessoa deverá inserir obrigatoriamente, no momento da solicitação, documento legível que comprove a doença. Na documentação, deve constar o nome completo do participante, o diagnóstico com a descrição da condição, o código correspondente à Classificação Internacional de Doença (CID 10), além da assinatura e da identificação do profissional competente, com o respectivo registro no Conselho Regional de Medicina (CRM), do Ministério da Saúde (RMS) ou de órgão competente, assim como a data do atendimento. O documento deve ser anexado em formato PDF, PNG ou JPG, no tamanho máximo de 2 MB.

 As provas do Enem digital foram aplicadas nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. Nas semanas que antecederam cada uma das aplicações, os candidatos puderam enviar exames e laudos médicos ao Inep. Aqueles que ainda não o fizeram podem acessar o sistema online. De acordo com balanço divulgado pelo Inep, 320 participantes do Enem digital já fizeram os pedidos. Foram aprovadas 194 solicitações.

Questões logísticas
Também podem pedir a reaplicação estudantes que tenham sido prejudicados por problemas logísticos. De acordo com o edital do Enem, são considerados problemas logísticos, por exemplo, desastres naturais que prejudiquem a aplicação do exame devido ao comprometimento da infraestrutura do local, falta de energia elétrica, falha no dispositivo eletrônico fornecido ao participante que solicitou uso de leitor de tela ou erro de execução de procedimento de aplicação, que incorra em comprovado prejuízo ao participante.

No primeiro dia de aplicação do Enem digital, foi registrado problema em um servidor, o que atrasou o envio das provas para os computadores onde os participantes fariam o exame. Por causa do tempo, eles não puderam fazer as provas. Esses participantes, por exemplo, terão direito à reaplicação.

Os pedidos de reaplicação serão analisados pelo Inep. A aprovação ou a reprovação do pedido deverá ser consultada também na Página do Participante. Os candidatos podem ainda entrar em contato com o Inep pelo telefone 0800 616161. O Inep recomenda, no entanto, que a solicitação seja feita pela internet.

Terão também direito a fazer o Enem em fevereiro os estudantes que fariam a prova no estado do Amazonas e nos municípios de Rolim de Moura (RO) e Espigão D’Oeste (RO), onde o exame foi suspenso tanto na versão impressa quanto na digital por causa dos impactos da pandemia. Esses estudantes, no entanto, não precisam fazer o pedido, pois estão automaticamente inscritos.

Cronograma
O Enem 2020 tem uma versão impressa, aplicada nos dias 17 e 24 de janeiro, e uma digital, realizada nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. Ao todo, cerca da metade dos inscritos no Enem impresso e aproximadamente 70% do Enem digital faltaram às provas. O prazo para os pedidos de reaplicação do Enem impresso foi entre os dias 25 e 29 de janeiro. Os resultados das análises dos pedidos, tanto dos participantes do Enem impresso quanto do digital, serão divulgados até o dia 15 deste mês.

O resultado final, tanto da versão impressa quanto da digital e da reaplicação, será divulgado no dia 29 de março. Os candidatos podem usar as notas para concorrer a vagas no ensino superior, por meio de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em instituições públicas de ensino superior, o Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece bolsas de estudo em instituições privadas, e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

 

 

 

Bolsonaro: novo auxílio emergencial deve ser pago a partir de março em até quatro parcelas

O presidente ressaltou a necessidade de haver responsabilidade fiscal e da população retornar aos postos de trabalho

Tribuna da Bahia, Salvador
12/02/2021 06:00 | Atualizado há 8 horas e 26 minutos

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Por Ingrid Soares

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, ontem, que a extensão do auxílio emergencial deverá ser paga a partir de março em até quatro parcelas. Ele anunciou a possível data após a cerimônia de entrega de títulos de propriedade rural no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão.

“Eterno é aposentadoria, o BPC, tá? E é uma questão emergencial, porque custa caro para o Brasil. É um endividamento enorme para o Brasil. Tá quase certo, né. Ainda não sabemos o valor, com toda certeza, a partir de… com toda certeza, pode não ser, né, a partir de março, 3, 4 meses. É o que está sendo acertado, com o Executivo, e com o Parlamento também, porque temos que ter responsabilidade fiscal”, apontou.

Porém, o mandatário voltou a tecer críticas sobre a política de lockdown e ressaltou que a população precisa voltar aos postos de trabalho.

“Agora, não basta apenas conceder mais um período de auxílio emergencial. O comércio tem que voltar a funcionar. Tem que acabar com essa história de fecha tudo. Devemos cuidar dos mais idosos e quem tem comorbidades. O resto, tem que trabalhar. Caso contrário, se nos endividarmos muito, o Brasil pode perder crédito, e daí a inflação vem, a dívida já está em R$ 3 trilhões, daí vem o caos e ninguém quer isso daí “, completou o presidente.

Mais cedo, durante discurso na cerimônia, o chefe do Executivo afirmou que a equipe econômica estuda a continuidade do auxílio emergencial, mas destacou que a medida não pode ser eterna e que representa maior endividamento ao país. Ele emendou que ‘o povo quer, na verdade, é trabalho’.

Também hoje, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) cobrou do ministro da Economia, Paulo Guedes uma nova rodada do auxílio emergencial. O parlamentar reclamou que o Ministério da Economia não enviou nenhuma proposta ao Congresso ainda. E que é urgente tratar do assunto. O ministro Guedes já sinalizou que aceita pagar mais três parcelas de R$ 200. Porém, ele quer, em contrapartida do Congresso, a aprovação de medidas de ajuste fiscal.

Fonte: Correio Braziliense

Fiocruz envasa 1º lote de teste da vacina AztraZeneca

Esta etapa é considerada decisiva para reposição dos estoques, que, em algumas cidades, estão perto do fim

Foto: Thomas Samson | AFP

Fiocruz envasa 1º lote de teste da vacina AztraZeneca

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) envaza, nesta sexta-feira, 12, o primeiro lote de testes da vacina contra a Covid-19, fabricada em parceria com a AstraZeneca e finalizada no Brasil com insumos importados da China.

Esta etapa é considerada decisiva para reposição dos estoques, que, em algumas cidades, estão perto do fim. A produção teve início com atraso, por causa da demora na entrega de insumos e também na preparação da estrutura da Fiocruz. A meta é, até julho, produzir 100,4 milhões de doses da chamada vacina de Oxford.

O primeiro milhão de doses deve ser entregue entre os dias 15 e 19 de março. No segundo semestre, a Fiocruz dará um novo passo, com a produção de outras 110 milhões de vacinas 100% brasileiras.

UFMG desenvolve vacina contra a covid-19

Vacina nacional poderá estar disponível em 2022

Alana Gandra, da Agência Brasi

vacina

Se tudo correr como previsto e houver os investimentos necessários, o Brasil terá uma vacina nacional contra o novo coronavírus (covid-19) em 2022. O primeiro imunizante nacional contra a covid-19 está sendo desenvolvido pelo Centro de Tecnologia em Vacinas (CT-Vacinas) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), junto com outros estudos relevantes na mesma área de vacinas.

 A parceria firmada no dia 4 de fevereiro entre a UFMG, o governo de Minas Gerais e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) pode acelerar a produção de vacinas no estado, disse, em entrevista à Agência Brasil, a professora Ana Paula Fernandes, uma das coordenadoras do CT-Vacinas.

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Síndrome Pós-Covid: mesmo quem teve sintomas leves pode desenvolver sequelas

Fraqueza muscular, indisposição, fadiga, dificuldades respiratórias, perda do olfato e paladar, taquicardia, dores no peito e nas articulações são alguns dos sintomas mais comuns que podem persistir durante meses.

Tribuna da Bahia, Salvador
11/02/2021 06:00 | Atualizado há 3 horas e 21 minutos

Foto: Romildo de Jesus

Se recuperar da Covid-19 não significa que o paciente tenha sua saúde totalmente restabelecida. Mesmo quem teve o quadro leve da doença ou não apresentou sintomas pode ter sequelas. Fraqueza muscular, indisposição, fadiga, dificuldades respiratórias, perda do olfato e paladar, taquicardia, dores no peito e nas articulações são alguns dos sintomas mais comuns que podem persistir durante meses.

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Governo planeja retomar auxílio emergencial após o Carnaval

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deve anunciar a prorrogação do auxílio emergencial após o carnaval, segundo apurou o jornal Folha de S. Paulo. A nova rodada do benefício seria de três parcelas, a vigorar a partir de março deste ano, no valor de R$200, e será paga para metade dos trabalhadores que foram contemplados em 2020.

A perspectiva é que o custo com a extensão do benefício fique fora do teto de gastos, cuja regra fiscal impede que as despesas públicas sejam maiores que a inflação do ano anterior. Entretanto, a equipe econômica defende que qualquer medida seja compensada por ações de ajuste fiscal.

Novo imposto 

Para bancar a nova rodada do benefício, cresceu dentro do governo a defesa da criação de um tributo nos moldes da antiga CPMF,  em caráter temporário. A equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, no entanto, tem se posicionado contra a criação de um novo imposto, mesmo que temporário.

O ministro Paulo Guedes segue defendendo que o pagamento do auxílio emergencial por mais alguns meses precisa ser compensado com cortes de gastos, não com aumento de tributos.

A Tarde

Ministério usou Fiocruz para produzir 4 milhões de comprimidos de cloroquina, revelam documentos

A produção teve o emprego de recursos públicos emergenciais voltados para ações contra a Covid-19Foto: Marcelo Casal Jr | Agência Brasil

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Documentos do Ministério da Saúde, datados de 29 de junho e 6 de outubro, mostram que a pasta usou a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para a produção de 4 milhões de comprimidos de cloroquina, com o emprego de recursos públicos emergenciais voltados a ações contra a Covid-19.

Os documentos mostram, ainda, a produção de cloroquina e também de fosfato de oseltamivir (o Tamiflu) pela Fiocruz, com destinação a pacientes com Covid-19. Os dois medicamentos não têm eficácia comprovada contra a doença, segundo estudos.

O dinheiro que financiou a produção partiu da Medida Provisória (MP) nº 940, editada em 2 de abril pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para o enfrentamento de emergência do novo coronavírus, como consta nos dois documentos enviados pelo Ministério da Saúde ao Ministério Público Federal (MPF) em Brasília. A MP abriu um crédito extraordinário, em favor do ministério, no valor de R$ 9,44 bilhões. Destes, R$ 457,3 milhões foram destinados para a Fiocruz.

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