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:: ‘Economia’

Mais de 430 mil declarações de IR foram entregues no primeiro dia do prazo

Fonte: Brasil 61

No primeiro dia de entrega da Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física (DIRPF), a Receita Federal recebeu 438.109 documentos enviados por contribuintes. O sistema de recepção de declarações da Receita funciona 20 horas por dia, permanecendo indisponível somente na madrugada, entre 1 e 5 horas da manhã.

No site do órgão, o cidadão encontra informações completas sobre como preencher corretamente o documento, além das regras sobre o que pode ser utilizado como deduções.

A declaração deve ser entregue até 30 de abril. É obrigado a declarar o IR quem recebeu um total de rendimentos tributáveis (salário, bônus na empresa etc) igual ou superior a R$ 28.559,70 em 2020, entre outros contribuintes.

Neste ano, a Receita vai pagar a restituição do IR em cinco lotes, do fim de maio ao fim de setembro. O primeiro será pago já em 31 de maio.

Auxílio deve voltar em março com parcelas de R$ 250, diz Bolsonaro

Benefício deve ser pago por quatro meses

Pedro Rafael Vilela, da Agência Brasil

 – Atualizada em 

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (25), durante sua live semanal nas redes sociais, que o valor do novo auxílio emergencial a ser proposto pelo governo será de R$ 250. O benefício, segundo ele, deve começar a ser pago ainda em março, por um período total de quatro meses.

 ” A princípio, o que deve ser feito? A partir de março, por quatro meses, R$ 250 de auxílio emergencial. Então é isso que está sendo disponibilizado, está sendo conversado ainda, em especial, com os presidentes da Câmara [Arthur Lira (PP-AL)] e do Senado [Rodrigo Pacheco (DEM-MG)]. Porque a gente tem que ter certeza de que o que nós acertarmos, vai ser em conjunto”.
 A expectativa, segundo o presidente, é que os quatros meses complementares de auxílio possam fazer a “economia pegar de vez”. “Nossa capacidade de endividamento está, acredito, no limite. Mais quatro meses pra ver se a economia pega de vez, pega pra valer”, afirmou.
 O novo auxílio emergencial deve substituir o auxílio pago ao longo do ano passado, como forma de conter os efeitos da pandemia de covid-19 sobre a população mais pobre e os trabalhadores informais.
 Inicialmente, o auxílio emergencial, em 2020, contou com parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil (no caso de mães chefes de família), por mês, para cada beneficiário. Projetado para durar três meses, o benefício foi estendido para um total de cinco parcelas.
 Em setembro do ano passado, foi liberado o Auxílio Emergencial Extensão, de R$ 300 (R$ 600 para as mães chefes de família), com o pagamento de quatro parcelas mensais. O último pagamento do benefício ocorreu no final de janeiro. Cerca de 67 milhões de pessoas foram contempladas com o programa.
 A renovação do benefício ainda precisa ser proposta pelo governo ao Congresso Nacional e, em seguida, aprovada pelos parlamentares.

Prova de Vida do INSS já pode ser feita através de aplicativo

Na Bahia são 519,5 mil beneficiários, que ainda não realizaram o procedimento.

Tribuna da Bahia, Salvador
24/02/2021 10:00 | Atualizado há 4 horas e 44 minutos

Foto: Romildo de Jesus / Tribuna da Bahia

Por Cleusa Duarte

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em parceria com a Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, a Dataprev e o Serpro, anunciaram em live, ontem, (23), a nova etapa da expansão da prova de vida por biometria facial. Nesta fase, que compõe o projeto piloto iniciado no ano passado, 5,3 milhões de beneficiários de todo o país poderão realizar o procedimento sem sair de casa. Na Bahia são 519,5 mil beneficiários, que ainda não realizaram o procedimento.

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Para reduzir preço da conta de luz, Bolsonaro pretende usar fundo e tributos federais

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), após intervenção na Petrobrás, pressiona a equipe econômica do governo para reduzir o preço da conta de energia. O presidente quer usar R$ 70 bilhões de um fundo do setor e tributos federais para reduzir as tarifas.

A investida ocorre logo após o presidente mudar o comando da Petrobras depois de seguidas altas nos preços dos combustíveis.

Neste ano, o reajuste tarifário estimado pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) será de cerca de 13%. O presidente, no entanto, afirmou que vai “meter o dedo na energia elétrica, que outro problema também”

“Assim como eu dizia que queriam me derrubar na pandemia pela economia fechando tudo, agora resolveram me atacar na energia”, disse Bolsonaro a apoiadores em Brasília nesta segunda-feira, 22.

Uma das propostas para reduzir o valor da energia elétrica é a destinação de R$ 20 bilhões pelo governo para a CDE (Conta de Desenvolvimento Energético).

A Tarde

Bahia é o estado com mais cortes no Bolsa Família, diz consórcio

Foram excluídas 12.706 famílias entre dezembro de 2020 e fevereiro de 2021

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As regiões Norte e Nordeste registraram novos cortes de benefícios do governo federal, segundo dados do Comitê Técnico da Assistência Social do Consórcio Nordeste. Eles mostram que, de dezembro a fevereiro de 2021, o Nordeste teve uma redução de 48 mil famílias beneficiadas pelo Bolsa Família. Outras 13 mil famílias foram cortadas na região Norte, no mesmo período. Paralelo a isso, as regiões Sul (+26.504), Sudeste (+21.479) e Centro-Oeste (+4.090) registraram aumento no número de famílias beneficiadas.

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Entidades pedem ao STF para barrar produção de notas de R$ 200 por facilitar corrupção

Entidades pedem ao STF para barrar produção de notas de R$ 200 por facilitar corrupção

Foto: Agência Brasil

Diversas entidades ligadas ao combate à corrupção no país ingressaram uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para interromper a emissão de novos lotes de notas de R$ 200 ou definir uma data limite para o fim da circulação das cédulas. A relatora da ação é a ministra Cármen Lúcia.

 As organizações afirmam que o país não tem estrutura financeira para a circulação dessas cédulas, que têm sido pouco utilizadas para o pagamento do auxílio emergencial e apontam para o fato de que somente 12% do prometido pelo Banco Central foi emitido.

 O pedido é assinado por representantes do Instituto Não Aceito Corrupção, Transparência Partidária, Confederação Nacional das Carreiras e Atividades Típicas de Estado, Transparência Brasil, Associação Nacional dos Auditores de Controle Externo dos Tribunais de Contas do Brasil, Ministério Público Democrático, Associação da Auditoria de Controle Externo do Tribunal de Contas da União e Associação Nacional do Ministério Público de Conta.

 O pedido foi rechaçado pelo Instituto de Estudos Estratégicos de Tecnologia e Ciclo de Numerário (ITCN). A instituição afirma que, quando o Banco Central lançou a cédula, “não sabia quanto tempo a pandemia iria durar, nem quanto tempo durariam seus efeitos sociais e econômicos”.  Para a entidade, o Bacen fez estudos antes de lançar a nova nota e precisou adequar a quantidade de numerário efetivamente emitida às necessidades reais da população, que foram observadas posteriormente. Entretanto, pondera que isso não significa, “de maneira alguma, que essas cédulas não são relevantes para a economia nacional”. “Finalmente, é importante dizer que cédulas e outros objetos inanimados não praticam nem estimulam atos de corrupção. Chega-se ao absurdo de querer proibir cédulas de R$200, que facilitam a logística do setor de transporte de valores, sob o argumento de que elas poderiam ser mais facilmente transportadas por criminosos”, destaca o instituto.

65% das famílias estão endividadas

Os indicadores de inadimplência também são preocupantes sendo que 25,5% dos pesquisados declararam ter contas em atraso e 11% declararam sem condição de quitar débitos.

Tribuna da Bahia, Salvador
16/02/2021 10:00 | Atualizado há 4 horas e 10 minutos

Foto: Marcos Santos/USP

família

A crise causada pela pandemia de Covid-19 fez com que a população brasileira chegasse ao fim de 2020 com maior patamar de endividamento em dez anos segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), que apontou que 66,5% das famílias se declararam endividadas.

Os indicadores de inadimplência também são preocupantes sendo que 25,5% dos pesquisados declararam ter contas em atraso e 11% declararam sem condição de quitar débitos. A pesquisa foi realizada pela Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

O número é assustador, mas qual o caminho para sair dessa situação? O primeiro passo para quem enfrenta problemas financeiros é não entrar em desespero, colocar os pés no chão, encarar a realidade e, é claro, se planejar para sair dessa situação de forma definitiva.

“Sempre costumo dizer que ter dívidas não é um problema e muitos me questionam, mas a verdade é que o maior problema é não conseguir arcar com esse compromisso, que é justamente o que acontece atualmente com milhões de brasileiros. É preciso mudar o comportamento em relação ao uso do dinheiro para construir uma vida mais sustentável financeiramente, tratar o problema na raiz, evitando assim entrar num ciclo de endividamento”, orienta Reinaldo Domingos, do canal Dinheiro à Vista.

Plano de Guedes é aprovar auxílio emergencial em 3 semanas

Devem ser quatro parcelas de R$ 250

Plano de Guedes é aprovar auxílio emergencial em 3 semanas

FOTO: AGÊNCIA BRASIL

Depois do “consenso” fechado entre os presidentes da Câmara, do Senado, e ministros, o governo tentará aprovar a proposta que viabilizará o pagamento da nova rodada do auxílio emergencial em três semanas.

Segundo o Broadcast/Estadão apurou, esse é o prazo com que a equipe econômica trabalha para a aprovação do que o ministro da Economia, Paulo Guedes, chama de “novo marco fiscal”, que seria composto pela inclusão, na Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do pacto federativo, de uma cláusula de calamidade pública (uma espécie de PEC de Orçamento de Guerra, semelhante à aprovada no ano passado).

Isso permitirá retirar os gastos do auxílio emergencial de regras fiscais, como o teto de despesas, mas criaria condicionantes, como medidas automáticas de contenção de gastos. Como mostrou o Estadão na edição do último sábado, o alcance das medidas ainda está em discussão entre o Ministério da Economia e a área política devido à urgência para a aprovação da “PEC da guerra”. Medidas mais duras poderão ficar para uma segunda PEC fiscal, para ser votada até o fim de julho.

Na sexta-feira, 12, após a reunião com Guedes que selou o acordo, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse que apresentaria ao colégio de líderes uma proposta do texto, que, para o governo, deverá ser aprovado pelo Congresso Nacional até o início de março. Com isso, a expectativa é que a primeira parcela do novo auxílio seja paga ainda no próximo mês.

Outras duas parcelas pelo menos estão previstas – em abril e maio – e possivelmente outra em junho, a depender da evolução da pandemia. As parcelas deverão ser de R$ 250, a um custo total de R$ 30 bilhões. No ano passado, o auxílio começou a ser pago em parcelas de R$ 600, depois reduzidas para R$ 300.

Bolsonaro: novo auxílio emergencial deve ser pago a partir de março em até quatro parcelas

O presidente ressaltou a necessidade de haver responsabilidade fiscal e da população retornar aos postos de trabalho

Tribuna da Bahia, Salvador
12/02/2021 06:00 | Atualizado há 8 horas e 26 minutos

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Por Ingrid Soares

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, ontem, que a extensão do auxílio emergencial deverá ser paga a partir de março em até quatro parcelas. Ele anunciou a possível data após a cerimônia de entrega de títulos de propriedade rural no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão.

“Eterno é aposentadoria, o BPC, tá? E é uma questão emergencial, porque custa caro para o Brasil. É um endividamento enorme para o Brasil. Tá quase certo, né. Ainda não sabemos o valor, com toda certeza, a partir de… com toda certeza, pode não ser, né, a partir de março, 3, 4 meses. É o que está sendo acertado, com o Executivo, e com o Parlamento também, porque temos que ter responsabilidade fiscal”, apontou.

Porém, o mandatário voltou a tecer críticas sobre a política de lockdown e ressaltou que a população precisa voltar aos postos de trabalho.

“Agora, não basta apenas conceder mais um período de auxílio emergencial. O comércio tem que voltar a funcionar. Tem que acabar com essa história de fecha tudo. Devemos cuidar dos mais idosos e quem tem comorbidades. O resto, tem que trabalhar. Caso contrário, se nos endividarmos muito, o Brasil pode perder crédito, e daí a inflação vem, a dívida já está em R$ 3 trilhões, daí vem o caos e ninguém quer isso daí “, completou o presidente.

Mais cedo, durante discurso na cerimônia, o chefe do Executivo afirmou que a equipe econômica estuda a continuidade do auxílio emergencial, mas destacou que a medida não pode ser eterna e que representa maior endividamento ao país. Ele emendou que ‘o povo quer, na verdade, é trabalho’.

Também hoje, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) cobrou do ministro da Economia, Paulo Guedes uma nova rodada do auxílio emergencial. O parlamentar reclamou que o Ministério da Economia não enviou nenhuma proposta ao Congresso ainda. E que é urgente tratar do assunto. O ministro Guedes já sinalizou que aceita pagar mais três parcelas de R$ 200. Porém, ele quer, em contrapartida do Congresso, a aprovação de medidas de ajuste fiscal.

Fonte: Correio Braziliense

Governo planeja retomar auxílio emergencial após o Carnaval

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deve anunciar a prorrogação do auxílio emergencial após o carnaval, segundo apurou o jornal Folha de S. Paulo. A nova rodada do benefício seria de três parcelas, a vigorar a partir de março deste ano, no valor de R$200, e será paga para metade dos trabalhadores que foram contemplados em 2020.

A perspectiva é que o custo com a extensão do benefício fique fora do teto de gastos, cuja regra fiscal impede que as despesas públicas sejam maiores que a inflação do ano anterior. Entretanto, a equipe econômica defende que qualquer medida seja compensada por ações de ajuste fiscal.

Novo imposto 

Para bancar a nova rodada do benefício, cresceu dentro do governo a defesa da criação de um tributo nos moldes da antiga CPMF,  em caráter temporário. A equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, no entanto, tem se posicionado contra a criação de um novo imposto, mesmo que temporário.

O ministro Paulo Guedes segue defendendo que o pagamento do auxílio emergencial por mais alguns meses precisa ser compensado com cortes de gastos, não com aumento de tributos.

A Tarde

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