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:: ‘Saúde’

Casos de síndrome respiratória grave voltam a subir pela 1ª vez desde julho

Casos de síndrome respiratória grave voltam a subir pela 1ª vez desde julho

O número de casos de Srag (síndrome respiratória aguda grave) voltou a crescer no país pela primeira vez desde julho, de acordo com o boletim Infogripe, da Fiocruz, com dados registrados até o último sábado (21).

A Srag é definida por um ou mais critérios, como tosse, dor de garganta e falta de ar, e pode ser causada por diversos fatores, inclusive vírus respiratórios. A Fiocruz coleta informações de notificações de Srag do sistema Sivep-Gripe, do Ministério da Saúde.

O aumento das notificações foi verificado em pelo menos 12 capitais, cujos sinais são de tendência forte ou moderada de alta, e em 21 das 27 unidades federativas.

As capitais com tendência forte de crescimento nas últimas seis semanas são Belo Horizonte (MG), Campo Grande (MS), Maceió (AL) e Salvador (BA). Já as capitais com sinal moderado de crescimento no mesmo período são São Paulo (SP), Curitiba (PR), Natal (RN), Palmas (TO), Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ), São Luís (MA) e Vitória (ES).

Nos estados, o aumento é mais heterogêneo, com tendência de alta em uma ou mais macrorregiões, formadas por uma ou mais regiões com estrutura para atender casos de média e alta complexidade.

Os estados que apresentam alta em todo o território são Acre, Paraíba, Rio Grande do Norte, Sergipe e Tocantins. Em Santa Catarina, seis das sete macrorregiões apontam alta.

Em Alagoas, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Piauí, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo, o aumento ocorreu em 50% ou mais do estado. Bahia, Rio de Janeiro e Maranhão apresentam um terço de seus territórios com tendência de alta, e Goiás e Mato Grosso, 20% do território.

Até o momento, foram reportados 565.312 casos de Srag no país, dos quais 309.507 (54,7%) tiveram resultado laboratorial viral. Dos casos positivos, 97,7% (300.222) foram causados pelo coronavírus Sars-CoV-2.

Como a análise de Srag é feita por semana epidemiológica, foi possível verificar a tendência de aumento a longo prazo, mesmo se a curto prazo a maioria dos estados mostrasse estabilidade.

Nas semanas epidemiológicas 45 e 46, os números foram afetados pelo apagão de dados que ocorreu entre os dias 5 e 10 de novembro, quando o site do Ministério da Saúde ficou fora do ar. Mesmo assim, pela primeira vez desde a semana de 28 de junho a 4 de julho, todo o país apresenta alta.

Marcelo Gomes, coordenador do Infogripe, explica que é fundamental olhar os casos de Srag para entender a situação atual do país.

“Como muitas cidades do interior podem ter problemas de atraso nos testes, a notificação de novos casos confirmados pode ficar comprometida, mas as notificações de Srag são um cenário mais próximo da realidade. A retomada de crescimento, desde a queda em julho, é clara”, afirma o especialista.

Algumas capitais apresentaram oscilações nas últimas semanas –caso de Goiânia, que interrompeu a tendência de queda reportada até o final de outubro e agora está estável (mas com recomendação de atenção), Rio Branco (AC), com crescimento reportado até o último boletim e agora com tendência de queda, e João Pessoa (PB), que atingiu um patamar de 10 casos semanais por 100 mil habitantes no último boletim e agora encontra-se estável.

Florianópolis (SC) está estável após crescimento ao longo de todo o mês de outubro. Já Boa Vista (RR), Recife (PE) e Teresina (PI) apresentaram tendência de queda nas últimas semanas.

Por fim, os dados para Cuiabá (MT), de acordo com o boletim, não são confiáveis, uma vez que há diferença nos dados de Srag notificados no Sivep-Gripe e aqueles reportados no próprio sistema do estado.

Gomes acredita ainda que se perde muito tempo com a discussão sobre se esta é ou não uma segunda onda de Covid-19 no país.

“Não existe uma definição clara e específica do que é uma segunda onda. O ponto principal é: qual a situação atual? Estamos em um momento tranquilo [de controle do vírus]? Não. Então precisamos reavaliar e repensar as medidas a partir daqui”, diz.

Em sua opinião, ações de política pública em relação a eventos com potencial de aglomeração devem ser repensadas.

“Não houve uma ação coordenada do governo federal. Falhou-se na comunicação, porque ao mesmo tempo que foi flexibilizada a quarentena, não houve orientação para não formar aglomerações. Mas não é tarde, é possível melhorar a comunicação e reavaliar essas ações.”

Em alguns estados, como São Paulo e Rio de Janeiro, a tendência de aumento já podia ser verificada na primeira semana de novembro.

Renato Mendes Coutinho, professor da Ufabc, integra o grupo de pesquisadores do Observatório Covid-19 BR, uma iniciativa de pesquisadores de USP, Unesp, Unicamp, Ufabc e colaboradores no exterior, e avalia de perto os casos de Srag no estado de São Paulo, onde a tendência de alta começou em meados de outubro.

“Na semana do dia 1º de novembro, foram reportados quase 1.600 casos de Srag. Já na semana seguinte, foram mais de 2.000, e continuou a subir. Foi uma alta de mais de 25%, tendência muito semelhante à alta de casos de Covid-19 [internações por Covid-19 no estado tiveram alta de 26% nas últimas semanas].”

Coutinho relaciona esse aumento já verificado em novembro ao relaxamento das medidas restritivas de atividades em outubro e, consequentemente, à maior aglomeração de pessoas.

“Antes era dada muita importância para as superfícies, mas agora temos cada vez mais evidência de que a transmissão por aerossóis é muito mais relevante.”

 

 

Testes estocados nos Estados também vencem a partir de dezembro

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605,5 mil unidades de 17 estados e Distrito Federal serão descartados no fim de dezembroFoto: Andrea Rego Barros | Prefeitura de Recife

Além dos 6,86 milhões de testes RT-PCR que podem ser jogados fora por expiração da validade, lotes já enviados pelo governo federal aos Estados também estão prestes a vencer. De acordo com reportagem do Estadão, 605,5 mil unidades de 17 estados e Distrito Federal serão descartados no fim de dezembro. Nove estados se recusaram a fornecer os dados.

O Ministério da Saúde deve receber, ao longo desta semana, os estudos de estabilidade estendida para testes de detecção de Covid-19 que foram solicitados para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O objetivo é avaliar a possibilidade de extensão da validade de exames adquiridos pela pasta e que ainda estão em estoque.

Ainda de acordo com a reportagem, São Paulo tem o maior estoque de testes com validade próxima do fim, 220 mil, seguido por Minas Gerais, com 167 mil.

A Tarde

Anvisa e AstraZeneca se reúnem para discutir dados sobre vacina de Oxford

Anvisa e AstraZeneca se reúnem para discutir dados sobre vacina de Oxford

Foto: Divulgação

Representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da farmacêutica AstraZeneca se reuniram nesta terça-feira (24). O laboratório é o que desenvolveu, junto à Universidade de Oxford, uma candidata a vacina da Covid-19.

Apesar da reunião, o pedido de submissão do registro do imunizante segue sem data definida, informou a Anvisa.

“A Anvisa realizou reunião com a empresa AstraZeneca com o objetivo discutir informações sobre o andamento dos estudos clínicos da Vacina de Oxford. Nessa reunião, foram discutidos os dados obtidos até o momento. A empresa tem submetido documentos para avaliação do registro da vacina por meio do procedimento de submissão contínua e não definiu prazo para submissão do pedido de registro junto à Anvisa”, divulgou a agência.

Segundo informações de resultados preliminares divulgadas na segunda-feira (23) pela farmacêutica, a vacina da Universidade de Oxford contra a Covid-19 mostrou eficácia de até 90% conforme a dosagem. Os dados ainda não foram revisados por outros cientistas nem publicados em revista científica.

Taxa de transmissão da Covid no país é a maior desde maio, aponta levantamento

Agência Brasil

taxa

A taxa de transmissão (RT) da Covid-19 voltou a subir no país e já é a maior desde maio, de acordo com dados divulgados na tarde desta terça-feira, 24, pelo Centro de Controle de Epidemias do Imperial College, de Londres. Nesta semana, a taxa passou a ser de 1,30, contra 1,10 no último balanço divulgado em 16 de novembro.

Esse é o maior número desde a semana de 24 de maio, quando o índice atingiu 1,31. A taxa de transmissão indica para quantas pessoas um paciente infectado consegue transmitir o vírus. Isso significa que quando ele é maior que 1, cada infectado transmite a doença para mais de uma pessoa.

Com base nos novos número do Imperial College, um grupo de cem infectados transmitem o vírus para outras 130 pessoas, fazendo com que a doença se espalhe mais rapidamente.

Atualmente, o Brasil já acumula 6 milhões de casos do novo coronavírus e quase 170 mil mortes desde o começo da pandemia. Os estados com mais mortes pela Covid-19 são São Paulo (41.276), Rio de Janeiro (22.028), Minas Gerais (9.794), Ceará (9.492) e Pernambuco (8.926).

As Unidades da Federação com menos óbitos pela doença são Acre (714), Roraima (720), Amapá (792), Tocantins (1.148) e Rondônia (1.522).

Países começam a planejar o pós pandemia com resultados de eficácia das vacinas

Por AFP

Os anúncios sobre a alta eficácia de várias vacinas contra a covid-19 em testes despertam esperanças, enquanto países como França e Reino Unido se preparam para suspender as restrições e planejar a pós-pandemia, após uma redução dos contágios depois de semanas de confinamentos na Europa.

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Em um discurso transmitido pela televisão, o presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou que os estabelecimentos comerciais não essenciais poderão reabrir a partir de sábado e que o governo avalia suspender o ‘lockdown’ adotado há quase um mês a partir de 15 de dezembro.

“Poderemos voltar a nos deslocar sem precisar de uma autorização, inclusive entre regiões, e passar o Natal e família”, disse Macron, que esclareceu que serão mantidas várias restrições para evitar uma terceira onda de contágios.

Bares e restaurantes permanecerão fechados até janeiro e, após o fim do confinamento, será imposto um toque de recolher noturno, em vigor entre as 21h e as 07h, com exceção das noites de 24 e 31 de dezembro.

Em Los Angeles (Califórnia), a segunda maior cidade dos Estados Unidos, as autoridades decidiram fechar a partir desta quarta-feira e por ao menos três semanas bares e restaurantes, que não poderão vender refeições para retirada.

A Califórnia registra atualmente números recordes de contágios. Na véspera do feriado de Ação de Graças, o secretário de Saúde, Mark Ghaly, fez um apelo aos californianos para que evitem grandes reuniões familiares.

“É importante dizer não, inclusive quando se trata das pessoas mais próximas de nossa família”, disse Ghaly.

No Reino Unido, as autoridades também anunciaram que as restrições a encontros sociais e viagens poderiam ser flexibilizadas no Natal, com reuniões permitidas de até três famílias no período das festas de fim de ano.

A vacina russa

A esperança de acabar com a pandemia ganhou novo impulso nesta terça, depois que o centro de pesquisas Gamaleya, de Moscou, anunciou que sua vacina contra a covid-19, a Sputnik V, tem eficácia de 95%.

Tratam-se de resultados preliminares obtidos com voluntários 42 dias depois da injeção da primeira dose, segundo um comunicado conjunto deste instituto e de autoridades russas.

Eles não especificaram, no entanto, o número de casos nos quais se basearam para chegar aos 95%.

Várias vacinas contra o coronavírus têm sido testadas em ensaios clínicos ou se encontram agora nesta etapa de seu desenvolvimento.

A farmacêutica AstraZeneca e a Universidade de Oxford anunciaram na segunda-feira que sua vacina têm eficácia média de 70% depois de testá-la em 23.000 pessoas.

Dias atrás, outras duas vacinas, um projeto conjunto da americana Pfizer e a alemã BioNTech e outra da americana Moderna anunciaram eficácia de mais de 90%.

Diferentemente destas três vacinas, com a russa há dúvidas sobre os testes clínicos feitos e alguns cientistas expressaram sua inquietação, advertindo que queimar etapas rápido demais pode ser perigoso.

As esperanças postas nas vacinas contra a covid-19 deram um respiro aos cidadãos cansados do coronavírus em todo o mundo e impulsionaram as bolsas mundiais.

Em Nova York, o principal índice, o Dow Jones, superou nesta terça pela primeira vez os 30.000 pontos.

À espera das vacinas

O mundo está mergulhado em uma pandemia sem precedentes, que afundou as economias e infectou 59,5 milhões de pessoas, das quais mais de 1,4 milhão morreram.

Em Bruxelas, a União Europeia anunciou que assinará nesta quarta-feira um contrato com o laboratório Moderna para assegurar 160 milhões de doses de sua vacina contra a covid-19.

Em seu discurso, Macron se mostrou otimista sobre a possibilidade de obter as primeiras vacinas no fim de dezembro ou no começo de janeiro.

O governo da Espanha, um dos países mais castigados pela pandemia, também anunciou que poderá começar a vacinação em janeiro e que funcionários de residências para idosos terão prioridade, assim como os trabalhadores de saúde.

No México, o governo disse que poderá receber em dezembro as primeiras doses da vacina da Pfizer e da BioNTech, se os processos para sua aprovação forem aprovados nos prazos previstos.

Mas, embora as vacinas saiam em breve, qualquer retorno à normalidade ainda parece distante.

A companhia aérea australiana Qantas anunciou que os viajantes internacionais terão que se vacinar contra a covid-19 para poder embarcar em suas aeronaves.

O diretor-executivo da Qantas, Alan Joyce, previu que esta norma provavelmente vá se generalizar em todo o mundo à medida que governos e companhias aéreas estudam a introdução de passaportes eletrônicos de vacinação.

Medo pelo Dia de Ação de Graças

Os Estados Unidos, de longe o país mais afetado do mundo pela pandemia, celebra o Dia de Ação de Graças na próxima quinta e muitos americanos planejam passar o feriado em família, apesar do risco de agravar os contágios.

Quase 259.260 pessoas morreram em todo o país e o número de casos superam os 12,5 milhões, segundo a Universidade Johns Hopkins.

Pela primeira vez, a agência de proteção de saúde pediu aos americanos que não viajem durante o feriado, quando as famílias costumam se reunir em volta da mesa para comer peru com batata doce e molho de mirtilo.

O fim de semana passado foi o mais ativo desde o início da pandemia, com mais de três milhões de pessoas nos aeroportos do país, segundo a administração de segurança nos transportes.

O governador do estado do Kentucky, Andy Beshear, fez um apelo por medidas mais rígidas.

(Shutterstock/Reprodução) Brasil passa de 170 mil mortes por Covid-19 desde o início da pandemia

(Shutterstock/Reprodução)

O Brasil passou de 170 mil mortes em decorrência da pandemia do novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, foram registradas 630 mortes, fazendo com o que o número tenha chegado a 170.115. Até ontem, o sistema marcava 169.183 falecimentos. Ainda há 2.202 mortes em investigação, este dado relativo a ontem, 23.

 O balanço foi divulgado pelo Ministério da Saúde na noite desta segunda-feira, 24. O órgão divulga a cada dia uma atualização a partir de informações repassadas pelas secretarias estaduais de saúde.

A pandemia já provocou também a infecção de 6.118.708 pessoas no Brasil desde o primeiro caso, em fevereiro. Entre ontem e hoje, as autoridades de saúde notificaram 31.100 novos diagnósticos positivos. Ontem, o sistema marcava 6.087.608 casos acumulados.

Ainda conforme o balanço da pasta, há 472.575 pacientes em acompanhamento. Outras 5.476.018 pessoas já se recuperaram da doença

Em geral, os casos são menores aos domingos e segundas-feiras em função da dificuldade de alimentação pelas secretarias estaduais de saúde. Já às terças-feiras, eles podem subir mais em função do acúmulo de registros atualizado.

Covid-19 nos estados

Os estados com mais mortes pela covid-19 são São Paulo (41.455), Rio de Janeiro (22.141), Minas Gerais (9.804), Ceará (9.492), dado relativo a ontem, e Pernambuco (8.951). As Unidades da Federação com menos óbitos pela doença são Acre (715), Roraima (721), Amapá (795), Tocantins (1.151) e Rondônia (1.529).

Boletim Covid-19: Município chega a 10.330 recuperados da doença

Vitória da Conquista registrou, neste domingo (22), três novos casos de Covid-19. Com isso, o município passa para 11.034 casos confirmados. Dessa totalidade, contabilizada desde o começo da pandemia, 10.330 estão recuperados, 198 evoluíram para óbito e 506 estão em recuperação (30 internados e 476 em tratamento domiciliar).

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), até hoje, foram registradas 42.265 notificações. Destas, 13.721 foram descartadas (4.039 por RT-PCR e 9.682 por Outros Critérios) e 14.451 apresentaram síndrome gripal não especificada.

Deste total, ainda há 3.059 casos que aguardam classificação final, sendo que 2.832 aguardam por investigação laboratorial e 227 esperam resultado de exame RT-PCR (LACEN Municipal e LACEN Estadual).

Ocupação de Leitos – A rede hospitalar do SUS no município dispõe de 153 leitos para tratamento de pacientes confirmados ou com suspeita de infecção pelo novo Coronavírus. Desses, 83 são de enfermarias e 70 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Neste momento, estão internados 78 pacientes que, além de Vitória da Conquista, são oriundos dos seguintes municípios:

…Leia na íntegra

Blog da Resenha Geral

Líderes do G20 firmam compromisso de garantir acesso global a vacina contra Covid-19

Líderes do G20 firmam compromisso de garantir acesso global a vacina contra Covid-19

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Os líderes das 20 maiores economias mundiais se comprometeram não poupar esforços para fornecer medicamentos, testes e vacinas contra a covid-19 de maneira acessível e justa para “todas as pessoas”. A promessa ocorreu neste domingo (22), na cúpula do G20, em meio a preocupações em torno da possibilidade da que a pandemia possa aprofundar as desigualdades entre ricos e pobres. As informações são de reportagem publicada pela Agência Brasi.

Durante o encontro, que ocorreu neste fim de semana, um dos assuntos sentrais foi a pandemia da Covid-19 e as perspectivas de uma recuperação econômica desigual e incerta.

“A pandemia de covid-19 e seu impacto sem precedentes em termos de vidas perdidas, meios de subsistência e economias afetadas foram um choque sem paralelo que revelou vulnerabilidades em nossa preparação e resposta, ressaltando nossos desafios comuns”, disse o comunicado final do encontro.

Ficou acertado que as nações do G20 trabalharão para “proteger vidas, fornecer apoio com foco especial nos mais vulneráveis e colocar nossas economias de volta no caminho para restaurar o crescimento, proteger e criar empregos para todos”, conform diz o texto.

Vacina contra Covid-19 da AstraZeneca e Oxford tem eficácia de 70%

Por AFP

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O laboratório britânico AstraZeneca e a Universidade de Oxford anunciaram nesta segunda-feira, 23, em um comunicado conjunto que a vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela parceria mostrou eficácia de 70% nos testes.

“A eficácia e segurança desta vacina confirmam que será muito efetiva contra a covid-19 e que terá um impacto imediato nesta emergência de saúde pública”, afirmou o CEO da AstraZeneca, Pascal Soriot, no comunicado.

A vacina – com testes clínicos em vário países, incluindo Reino Unido e Brasil – apresenta uma eficácia muito menor que a de quase 95% anunciada para as vacinas desenvolvidas pelos laboratórios Pfizer/BioNTech e Moderna.

Mas a vacina da AstraZeneca utiliza uma tecnologia mais tradicional que a dos concorrentes, o que torna menos cara e mais fácil de armazenar, pois não precisa ser armazenada a uma temperatura muito baixa.

A AstraZeneca afirma no comunicado que sua vacina é “altamente eficaz” para prevenir a doença e destaca que durante os testes nenhum voluntário desenvolveu formas graves do novo coronavírus, nem precisou de hospitalização.

Os resultados preliminares incluíram testes em mais de 2.000 pessoas, incluindo 131 que contraíram a doença.

A eficácia ficou entre 62% e 90%, de acordo com a quantidade de doses aplicadas.

Os testes clínicos em grande escala de fase 3 envolvem 60.000 pessoas no mundo e acontecem nos Estados Unidos, Japão, Rússia, África do Sul, Quênia e América Latina.

Parlamentares cobram governo sobre testes perto da validade

 Foto: Breno Esaki/Agência Saúde


Parlamentares reagiram neste domingo, 22, à informação revelada pelo Estadão de que 6,86 milhões de testes RT-PCR para detectar coronavírus comprados pelo Ministério da Saúde vencem entre dezembro deste ano e janeiro de 2021. A comissão da Câmara que acompanha a resposta à pandemia irá realizar na próxima quarta audiência pública com técnicos da pasta e representantes de Estados e municípios sobre o caso. Há ainda movimento no Congresso para convocar o ministro Eduardo Pazuello a dar explicações.

Como mostrou a reportagem, o governo tenta prorrogar o prazo de vencimento dos produtos para evitar que sejam descartados. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) terá de autorizar uma renovação da validade dos exames. O ministério precisará provar que o teste segue eficaz e seguro.

Presidente de comissão da Câmara sobre a covid-19, o deputado Dr Luizinho (PP-RJ), criticou o planejamento do governo federal para a entrega de testes. “Estimativa de compra errada, distribuição errada. Vamos chamar uma audiência pública para o ministério explicar esse absurdo e cobrar qual a estratégia a ser implementada.”

O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM) ironizou a “intervenção militar” na Saúde. “Se logística é o que justifica essa intervenção militar na Saúde, imagine as demais políticas”, disse ele. Pazuello, que é militar, já foi elogiado por Jair Bolsonaro por ser “especialista em logística”.

Também ex-ministro da Saúde, além de atual deputado federal, Alexandre Padilha (PT-SP) disse que a revelação será usada em pedidos já feitos ao Tribunal de Contas da União (TCU) e ao Ministério Público Federal (MPF) de apuração sobre falta de estratégia do governo na pandemia e para reforçar pedido de convocação de Pazuello para dar explicações no Congresso Nacional. “Vejo uma mistura de incompetência do ministério e estratégia do governo de esconder casos e óbitos”, disse.

Renovação

Técnicos da Anvisa dizem que a prorrogação de validade não é incomum. Caso a Anvisa reprove a renovação, porém, os exames podem ser recolhidos e incinerados.

Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que os estudos de estabilidade necessários para prorrogar a validade devem chegar ao Brasil nesta semana e que, se aprovada a renovação da validade, irá elaborar nota informativa sobre a segurança de uso dos testes. O ministério também afirmou que distribui os testes conforme demanda de Estados e municípios.

Mateus Vargas – Estadão Conteúdo

 

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