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:: ‘Saúde’

Bolsonaro diz que pode comprar Coronavac, mas preço não será o que ‘um caboclo quer’

Bolsonaro diz que pode comprar Coronavac, mas preço não será o que 'um caboclo quer'

Foto: Reprodução/ butantan.gov.br

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta quinta (12) que pode autorizar a compra da vacina produzida pela farmacêutica chinesa Sinovac com o Instituto Butantan, ligado ao governo de São Paulo, mas não pelo preço que um “caboclo aí quer”.

A Coronavac materializou, nas últimas semanas, a disputa política entre o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e o presidente, prováveis adversários na eleição presidencial de 2022. Após assinatura de um protocolo de intenções para a compra de 46 milhões de doses da vacina, Bolsonaro desautorizou o ministro Eduardo Pazuello (Saúde) e disse que não efetuaria a compra (veja aqui).

Em transmissão ao vivo em suas redes sociais, Bolsonaro disse que autorizaria a compra da Coronavac caso haja comprovação da sua eficácia pela Anvisa e se o preço for acessível.

por Renato Machado | Folhapress

EUA batem recorde de casos de Covid-19 pelo 2º dia seguido

estados

Os Estados Unidos bateram o recorde de casos diários do Covid-19 pelo 2º dia seguido na última quarta-feira, 11. De acordo com o monitoramento da Universidade John Hopkins, mais de 140 mil novos casos foram registrados.

As novas subidas, indício claro de uma segunda onda, tem pressionado os sistemas de saúde até o limite com o crescimento das hospitalizações. De acordo com dados do Covid Tracking Project (CTP), a última quarta também apresentou o recorde de hospitalizações desde o início da pandemia com 65.368 internamentos. Até esta semana, o recorde era do dia 15 de abril com 59.940 casos.

“Hoje estabelecemos novos recordes para casos de Covid-19 e hospitalizações em um único dia. Tivemos também o maior número de mortes em meses”, tuitou o diretor de saúde global da Escola de Medicina da Universidade de Columbia, em Washington, Craig Spencer. 1.431 óbitos foram registrados, maior número desde o mês de agosto.

A tendência do aumento segue a opinião de especialistas no combate ao vírus que haviam advertido que haveria crescimento no contágio durante o outono e o inverno no país e que o frio e as chuvas contribuiriam para a propagação do vírus. Desde o início da pandemia os Estados Unidos já registraram 241.689 óbitos, mais do que qualquer outro país do mundo. Em 2º lugar vem o Brasil com 163.406 óbitos.

A Tarde

Estudo mostra que mais de 90% da população desconhecem a psoríase

Agência Brasil

psoriase

Você sabe o que é psoríase? Se não sabe, você faz parte de um grupo de mais de 90% da população brasileira. De acordo com pesquisa do Datafolha, apenas 6% dos brasileiros identificam corretamente a doença quando é apresentada uma imagens de lesões provocadas por ela. A maioria das pessoas, ao ver imagens de uma pele acometida pela doença, acredita se tratar de algum tipo de alergia, câncer de pele, hanseníase ou micose.

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Imunização contra Covid deve começar no primeiro trimestre de 2021, diz Fiocruz

Da redação e agências

imunização

A fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) afirmou nesta segunda-feira, 2, que a produção da vacina contra a Covid-19 deve começar entre janeiro e fevereiro e que a imunização da população deve ter início ainda no primeiro trimestre do ano que vem. A Fiocruz vai fabricar a vacina da Universidade de Oxford com a biofarmacêutica AstraZeneca quando ela for aprovada.

“A nossa expectativa é que possamos encaminhar a vacina entre os meses de janeiro e fevereiro para começar a produção. A Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) irá acompanhar todo o processo. Assim, temos a expectativa de que todo o processo de imunização (no Brasil) comece a ser feito no primeiro trimestres de 2021”, afirmou a presidente da Fiocruz e pesquisadora Nísia Trindade Lima.

“A imunização será um dos processos para começar a mudar o impacto dessa pandemia que atingiu toda a sociedade “, completou.

A declaração foi dada após um ato pelo Dia de Finados que contou com a presença de 50 pessoas no Cemitério da Penitência, no Caju, Rio de Janeiro. Foi inaugurada uma obra — a “Chama da Esperança” — que é uma pira, que só será apagada quando houver a descoberta de uma vacina. Parte das chamas foram levadas para a Fiocruz.

 

Bahia vacinou só 30% do público-alvo em campanha contra poliomielite

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A campanha da poliomielite conseguiu vacinar até agora apenas 30% do público-alvo na Bahia, segundo informação do Ministério da Saúde. Foram vacinadas 255,7 mil crianças de 1 a 5 anos, enquanto o objetivo é de chegar a 854,4 mil no estado. Em todo o Brasil, cerca de 7 milhões de crianças ainda não foram vacinadas contra a paralisia infantil – somente 4 milhões do público-alvo foram imunizados, 20,31% do total.

 A ação de vacinação começou no dia 5 de outubro e se encerra no fim do mês, junto com a campanha de multivacinação, que busca atualizar a situação vacinal de crianças e adolescentes até 15 anos. A vacinação acontece na rede de postos de saúde da cidade.

Para ficar com esquema vacinal completo, as crianças precisam receber quatro doses, administradas aos dois e quatro e seis meses de idade e mais dois reforços, aos 15 meses e aos quatro anos. Depois disso, a criança deve comparecer aos postos de saúde para tomar a dose de campanha anualmente, até completar cinco anos de idade.

O Brasil está livre da poliomielite desde 1990. Ainda existem países endêmicos detectando a doença, como Paquistão e Afeganistão, é a vacinação é fundamental para manter o país sem paralisia infantil.

 A poliomielite é uma doença infectocontagiosa grave. Na maioria dos casos, a criança não vai a óbito quando infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia irreversível, principalmente nos membros inferiores. A doença é causada pelo poliovírus e a infecção se dá, principalmente, por via oral
Correio da Bahia

 

Itália reforça restrições após recorde de novos casos diários do coronavírus

Por: AFP

italis

O primeiro-ministro Giuseppe Conte anunciou, neste domingo, 25, novas restrições na Itália depois que o país registrou um recorde de novos casos diários de coronavírus, apesar da oposição de vários governos regionais e protestos nas ruas pelo toque de recolher.

Cinemas, teatros, academias e piscinas deverão fechar sob as novas regras que entrarão em vigor na segunda-feira, enquanto bares e restaurantes terão que deixar de servir às 18h, disse o gabinete do primeiro-ministro.

A Itália registrou um recorde de cerca de 20 mil novos casos de coronavírus nas últimas 24h. O país, o primeiro da Europa duramente afetado pela pandemia, totaliza 500 mil casos e 37 mil mortos.

Três regiões com as cidades mais populosas adotaram um toque de recolher nos últimos dias: Lazio (Roma, centro), Lombardia (Milão, noroeste) e Campanha (Nápoles, sudoeste). Ao menos outras duas regiões, Piamonte (norte) e Sicília (sul) seguirão os mesmos passos nessa semana.

Na madrugada de sábado para domingo, dezenas de manifestantes de extrema direita protestaram contra o toque de recolher e enfrentaram as forças de ordem no centro histórico de Roma.

Os manifestantes esperaram até um minuto antes da meia noite para lançar fogos de artifício com as cores da bandeira italiana contra a polícia. Sete deles foram detidos e dois policiais ficaram feridos, segundo o jornal La Repubblica.Em Nápoles, foram registrados incidentes na noite anterior, quando jovens que se opõem ao toque de recolher enfrentaram as forças de ordem, exigindo compensações financeiras por não poder trabalhar.

Mundo: Quase 42,7 milhões de pessoas já foram contaminadas pela Covid-19

A Tarde

Por AFP

mundo

A pandemia de coronavírus provocou ao menos 1.151.077 mortes no mundo desde que o escritório da OMS na China notificou a aparição da doença em dezembro, segundo um balanço estabelecido pela AFP neste domingo, 25, às 08h de Brasília, com base em fontes oficiais.

Desde o início da pandemia, mais de 42.694.790 pessoas contraíram a doença. Delas, ao menos 28.991.400 se recuperaram, segundo as autoridades.

Este número de casos diagnosticados positivos reflete apenas uma parte do total devido às políticas díspares dos diferentes países para o diagnóstico. Alguns só o fazem com aqueles que precisam de hospitalização e, em grande parte dos países pobres, a capacidade de testes é limitada.

No sábado foram registrados no mundo 5.765 novas mortes e 466.838 casos. Os países que que registraram mais óbitos, segundo os últimos balanços oficiais, são Estados Unidos com 906, Índia (578) e Brasil (432).

A quantidade de mortos nos Estados Unidos aumentou para 224.906, com 8.578.063 contágios. As autoridades consideram que 3.406.656 pessoas se recuperaram.

Depois dos Estados Unidos, os países com mais vítimas mortais são Brasil, com 156.903 mortos e 5.380.635 casos, Índia com 118.534 mortos (7.864.811 casos), México com 88.743 mortos (886.800 casos) e Reino Unido com 44.745 mortos (854.010 casos).

Entre os países mais afetados, o Peru registra a maior taxa de mortalidade, com 103 mortos a cada 100.000 habitantes, seguido pela Bélgica (93), Espanha (74), Bolívia (74). A China, sem considerar os territórios de Hong Kong e Macau, registrou um total de 85.790 pessoas infectadas, das quais 4.634 morreram e 80.891 se recuperaram totalmente.

Neste domingo às 08h00 de Brasília e desde o início da pandemia, América Latina e Caribe totalizam 390.870 mortes (10.897.051 casos), Europa 261.395 (8.685.099), Estados Unidos e Canadá 234.826 (8.791.791), Ásia 165.627 (10.153.519), Oriente Médio 56.245 (2.424.331), África 41.102 (1.709.040) e Oceania 1.012 (33.967).

Este balanço foi realizado com dados das autoridades nacionais coletados pelos escritórios da AFP e com informações da Organização Mundial da Saúde (OMS). Devido às correções das autoridades ou à publicação tardia dos dados, o aumento dos números publicados nas últimas 24 horas pode não corresponder exatamente com os do dia anterior.

Doações de órgãos caem durante período da pandemia

 Foto: Arquivo / ANPr

Por: Cleusa Duarte

Doar é tornar possível a vida e outra pessoa. Mas se já era difícil conseguir realizar um transplante por falta de órgão esse ano foi um pouco mais complicado devido ao isolamento social. De acordo com a secretaria de Saúde da Bahia (SESAB), entre janeiro e setembro, deste ano 96 múltiplos órgãos foram doados e 246 doações de córneas efetuadas. Atualmente 1500 pessoas aguardam na fila de espera por um órgão.

Houve um registro de queda de 13% nas doações de múltiplos órgãos e 58% nas doações de córneas. “Nos primeiros meses da pandemia as doações de córneas foram suspensas pelo Ministério da Saúde e as de múltiplos órgãos tiveram redução devido a mudança de logística, maior número de casos de contra indicação de doadores e redução do número de suspeitas de morte encefálica notificados a Central de Transplantes”, explica através de nota enviada a Tribuna da Bahia, a assessoria de comunicação da SESAB.

Em relação a doações de tecidos múltiplos, os rins são os órgãos mais doados, mas as córneas lideram o ranking das doações. A queda das doações ficou por conta do fígado e Córneas. Por falta de doações, e a procura de órgãos, sete (7) pessoas morreram este ano na Bahia. Cerca de 1.500 pessoas estão na fila de espera por um órgão, atualmente na Bahia.

A Sesab destaca que foi realizada uma campanha oficial com apoio de diversos artistas e instituições de saúde, alem disso existem atividades educativas e outras ações que acontecem de forma perene durante todo o ano para incentivar as doações.

“O transplante é um dos maiores avanços de tratamento que a medicina já descobriu, porém é um procedimento que depende diretamente da população, não existe transplante sem doador, por isso é muito importante que toda a população converse sobre o assunto, esclareça suas possíveis dúvidas e declare o seu desejo de ser um doador para a sua família. Para ser um doador não precisa deixar nada por escrito, no momento correto a família é que tem o poder de decidir e autorizar a doação”, explica a coordenação de transplantes da Bahia .

O Ministério da Saúde informa que, com a pandemia, houve impacto em toda a cadeia de assistência à saúde. “Os estados e municípios precisaram de estrutura, recursos humanos e insumos para atendimento aos pacientes com Covid-19. Com isso, houve redução nos números procedimentos, que seguiu o que observado em países da Europa acometidos antes do Brasil.”, registra o site da entidade.

Tribuna da Bahia

Consumo de antidepressivos cresce 14% durante pandemia

Tribuna da Bahia, Salvador

Por: Poliana Antunes

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Desde o início da pandemia do novo coronavírus, especialistas têm se preocupado com os efeitos da covid-19 na saúde mental das pessoas. Há o receio de adoecer, de perder pessoas queridas ou ficar sem dinheiro. Tudo isso tira as pessoas do equilíbrio, e alguns estudos já mostram o impacto inicial. Segundo dados do Conselho Federal de Farmácia (CFF), no período de janeiro a julho desse ano, em comparação com o mesmo período do ano passado, houve um crescimento de quase 14% nas vendas de antidepressivos e estabilizadores de humor.

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Após Bolsonaro negar compra de vacina, Anvisa diz que análise será técnica

Por: Agência Brasil e Redação

covid

A direção da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) afirmou em entrevista coletiva nesta quarta-feira, 21, que a análise de vacinas contra o novo coronavírus será técnica, independentemente do laboratório e do país de origem do tratamento.

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