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:: ‘Saúde’

Em MP, Bolsonaro permite compra de vacina sem licitação e antes de registro na Anvisa

por Ricardo Della Coletta e Natália Cancian | Folhapress

Em MP, Bolsonaro permite compra de vacina sem licitação e antes de registro na Anvisa

Foto: John Cairns/ Oxford University

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) editou uma MP (Medida Provisória) que estabelece um processo simplificado para a compra de vacina contra a Covid-19 e de insumos necessários para a imunização da população.

A medida permite que o poder público celebre contratos sem licitação para aquisição de imunizantes e insumos, inclusive antes do registro sanitário conferido pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

O Palácio do Planalto destaca que o início da vacinação da população só será permitido para imunizantes que recebam o aval da Anvisa.

A MP tem força de lei e pavimenta o caminho para o governo comprar vacinas no mercado internacional.

A administração Bolsonaro tem sido criticada pelo atraso e por gargalos na organização da campanha nacional de imunização, que ainda não tem uma data oficial para ser iniciada. Outros países, inclusive da América Latina, já começaram a imunizar os chamados grupos prioritários.

A norma editada por Bolsonaro permite, por exemplo, que a administração pública possa realizar pagamentos antecipados para a compra de vacinas contra o coronavírus.

Em outro trecho, a MP estabelece que a Anvisa poderá conceder autorização excepcional e temporária para importação e distribuição de qualquer vacina contra o vírus desde que ela tenha recebido luz verde de autoridades sanitárias de Estados Unidos, União Europeia, Japão, China ou Reino Unido.

Pela MP, profissionais de saúde que administrarem a vacina que tenha recebido autorização para uso emergencial pela Anvisa deverão avisar os pacientes sobre “potenciais riscos e benefícios do produto”.

Para o ex-presidente da Anvisa, Gonzalo Vecina Neto, a exigência da comunicação é uma “bobagem sem tamanho”.

“Seja emergencial ou não, a segurança e a qualidade da vacina não estão comprometidas por conta do tipo de registro que está sendo decidido. O registro emergencial não diminui a análise que é feita da vacina. Estão fazendo essa confusão por causa dessa bobagem que o Bolsonaro fala de que as pessoas vão virar jacaré”, disse.

Em meados de dezembro, Bolsonaro se queixou que a Pfizer, uma das fabricantes mundiais da vacina, não se responsabiliza por possíveis efeitos colaterais.

“Se tomar [vacina] e virar um jacaré é problema seu. Se virar um super-homem, se nascer barba em mulher ou homem falar fino, ela [Pfizer] não tem nada com isso”, afirmou.

 

O presidente tem questionado a eficácia de vacinas e levantado dúvidas sobre possíveis efeitos colaterais, embora os principais laboratórios que desenvolvem imunizantes contra a Covid tenham relatado episódios adversos leves.

 

Em um guia sobre o uso emergencial de vacina, a Anvisa estabelece que empresas que solicitem autorização temporária precisam garantir que os pacientes serão informados sobre os “benefícios e riscos significativos e conhecidos e potenciais associados ao uso emergencial da vacina”.

Covid-19: 354 milhões de doses estão asseguradas em 2021, diz Pazuello

Tribuna da Bahia, Salvador
06/01/2021 21:20 | Atualizado há 11 horas e 26 minutos

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou hoje (6), em pronunciamento em rede nacional de rádio e TV, que o Brasil tem asseguradas, para este ano, 354 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Do total, 254 milhões serão produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com a AstraZenica, e 100 milhões pelo Butantan, em parceria com a empresa Sinovac.

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Governo e prefeitura afirmam ter seringas suficientes para iniciar vacinação

Rodrigo Aguiar

seringa

Em meio à indefinição do governo Bolsonaro sobre a compra de seringas e agulhas para a vacinação contra a Covid-19, governo do Estado e prefeitura de Salvador dizem contar com a estrutura necessária para iniciar a imunização, mesmo com a requisição administrativa feita pelo Ministério da Saúde a fabricantes dos produtos, o que poderia fazer as empresas priorizarem o governo federal.

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Covid-19: país registra 56,6 mil casos e 1,1 mortes em 24 horas

Tribuna da Bahia, Salvador
05/01/2021 22:28 | Atualizado há 10 horas e 59 minutos

vacina covid

O Brasil registrou 56.648 novos casos de covid-19 e 1.171 novas mortes pela doença em 24 horas. Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta terça-feira (5) e se referem aos registros feitos desde o boletim de ontem.

O número de novos óbitos foi o segundo maior desde o início de setembro, perdendo apenas para o dia 30 de dezembro, quando foram registradas 1.194 novos falecimentos em decorrência do novo coronavírus.

Com as novas mortes, as vidas perdidas para a pandemia subiram para 197.732. Ontem, os dados do Ministério da Saúde sobre a doença traziam 196.561 óbitos. Ainda há 2.550 falecimentos em investigação.

Com os novos casos acrescidos às estatísticas, o total de pessoas infectadas desde o início da pandemia foi para 7.810.400. Até ontem, o sistema do Ministério da Saúde com dados sobre a pandemia marcava 7.753.752 diagnósticos de covid-19 ao longo da pandemia.

Conforme o painel do Ministério da Saúde, há ainda 649.261 casos ativos em acompanhamento. O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 chegou a 6.963.407.

Em geral, os registros de casos e mortes são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação dos dados pelas secretarias de saúde aos fins de semana. Já às terças-feiras, os totais tendem a ser maiores pelo acúmulo das informações de fim de semana que são enviadas ao Ministério da Saúde. No caso desta semana, pode ser acrescido o feriado do dia 1o, que caiu na sexta-feira.

Estados

No topo da lista dos estados com mais mortes por covid-19 estão São Paulo (47.222), Rio de Janeiro (25.837), Minas Gerais (12.083), Ceará (10.042) e Pernambuco (9.709). Já entre os últimos no ranking estão Roraima (798), Acre (808), Amapá (943), Tocantins (1.248) e Rondônia (1.852).

Fonte: Agência Brasil

Ministério da Saúde abre novo edital para compra de agulhas e seringas

seringa

Para alcançar a meta de 330 milhões de insumos, dessa vez pagando valores mais altos do que no último pregão, o Ministério da Saúde vai abrir novo edital de compra de agulhas e seringas

Na licitação que fechou no último dia 29 de dezembro, fabricantes de seringas fizeram oferta de menos de 8 milhões de insumos. O preço, que estaria abaixo de mercado foi uma das principais reclamações.

Após pressão das empresas, o ministério cedeu e iniciou encaminhamento nesta terça-feira a uma tabela de preços reajustados, por meio do Departamento de Logística da pasta.

Se trata de um outro pregão, novos insumos, e ainda dos 30 milhões de produtos extras com os quais as empresas se comprometeram a vender para o governo nesta terça, 5.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos, as fábricas esperam o lançamento do edital ainda na primeira quinzena deste mês de janeiro.

A Tarde

Boletim Covid: 13.395 pessoas já estão recuperadas da doença em Vitória da Conquista

Até esta segunda-feira (4), a Secretaria Municipal de Saúde registrou 14.586 casos confirmados da Covid-19 em Conquista. Desse total, 13.395 estão recuperados, 963 pacientes sintomáticos seguem em recuperação (36 internados e 927 em tratamento domiciliar) e 228 foram a óbito por complicações da doença.

São investigados, ainda, 7.413 casos notificados com suspeita de infecção pela Covid-19 que aguardam por classificação final, dos quais: 7.063 esperam pela investigação laboratorial e 350 pelo resultado do exame RT-PCR – as amostras são encaminhadas para análise no Lacen Estadual.

Ocupação de Leitos – Atualmente, a rede hospitalar do SUS no município disponibiliza 153 leitos (70 de UTI e 83 enfermarias) para tratamento de pacientes confirmados ou com suspeita de infecção pela Covid-19. Neste momento, 86 pacientes estão internados nos leitos disponíveis – são residentes de Vitória da Conquista e dos seguintes municípios da macrorregião:

…Leia na íntegra

Anvisa quer mais dados para autorizar uso de vacina produzida na Índia

Tribuna da Bahia, Salvador

04/01/2021 16:00 | Atualizado há 17 horas e 13 minutos

india

Foto: Reuters / Michael Weber / Imago Imagens


Em nova reunião com representantes da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforçou hoje (4) o pedido de mais informações para liberar a autorização emergencial do uso das doses da vacina contra a covid-19 que serão importadas do Serum Institute of India, que produz o imunizante da Oxford eAstraZeneca na Índia. Lá, o uso emergencial já foi aprovado.

No dia 31 de dezembro de 2020, a Anvisa autorizou a importação, em caráter excepcional, de 2 milhões de doses da vacina britânica da Oxford, produzida em parceria com a Fiocruz no Brasil. As doses importadas foram fabricadas. Em nota, a agência reguladora informa que fez, na manhã desta segunda-feira, uma reunião para tratar da submissão do protocolo do uso emergencial das doses da vacina.

Na reunião, representantes da Fiocruz apresentaram os dados já de posse da fundação. Na ocasião, a agência reguladora listou informações, ainda aguardadas pela Fiocruz, que são necessárias para que esta possa pedir autorização para uso emergencial da vacina no Brasil.

“Na reunião, a Fiocruz mostrou que está empenhada para que essas informações sejam reunidas e apresentadas à Anvisa com a maior brevidade”, diz a nota.

A Anvisa que saber se o produto do fabricante indiano é semelhante ao fabricado no Reino Unido, que teve os dados clínicos aprovados, e se o método de produção e os materiais utilizados são os mesmos.

A vacina com a importação aprovada foi a produzida na Índia pela Serum Institute of India. A empresa produz a vacina da AstraZeneca, na Índia. Lá, o uso emergencial já foi aprovado.

“Para a autorização, a agência precisa avaliar os estudos de comparabilidade entre a vacina do estudo clínico, que é fabricada no Reino Unido, com a vacina fabricada na Índia, bem como os dados de qualidade e condições de boas práticas de fabricação e controle”, acrescenta o texto.

Segundo a Anvisa, as informações servirão para avaliar a equivalência da vacina produzida na Índia quanto à resposta da imunogenicidade. O termo diz respeito à habilidade de a vacina ativar resposta ou reação imune contra o coronavírus, tais como o desenvolvimento de anticorpos específicos, respostas de células T, reações alérgicas ou anafiláticas. “Ou seja, é necessário entender se o produto do fabricante indiano é semelhante ao fabricado no Reino Unido e que teve os dados clínicos aprovados”, reforça a Anvisa.

A agência diz ainda que não fará nenhum retrabalho durante sua análise e que já tem trabalhado para aproveitar a análise de agências de referência e focar em questões que são específicas para o Brasil. “A Anvisa e a Fiocruz seguem em comunicação para otimizar as avaliações e a entrega dos documentos necessários par avaliação e decisão da agência”, informa a Anvisa.

Fonte: Agência Brasil

Atualização sobre o estado de saúde do prefeito Herzem Gusmão

Por meio das redes sociais do prefeito Herzem Gusmão, foram divulgadas as atualizações sobre o seu estado de saúde. Na ocasião, o filho do prefeito, doutor Danilo Gusmão, que é médico e acompanha o pai diretamente em São Paulo, onde segue internado no Hospital Sírio Libanês, informou que o prefeito está animado, lúcido, perguntando bastante sobre como estão as coisas aqui em Vitória da Conquista.

Disse ainda que na manhã deste domingo (03), a equipe médica visitou Herzem e informou que o quadro apresenta evolução. Falou também que o prefeito agradeceu a todas as orações e que está com muita fé de sua total recuperação. E que muito em breve estará de volta ao posto em Vitória da Conquista

Sesab suspende cirurgias eletivas na BA e gera reações de funcionários de hospitais

por Jade Coelho

Sesab suspende cirurgias eletivas na BA e gera reações de funcionários de hospitais

Foto: Carol Garcia/GOVBA

A Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) determinou a suspensão de todas as cirurgias eletivas nos hospitais estaduais da Bahia por prazo indertemidado. A justificativa dada pela gestão é de que os leitos e recursos estão sendo remanejados para o combate e atendimento de pacientes com a Covid-19. 

A decisão, tomada na semana passada, gerou reações. Na manhã desta segunda-feira (4) funcionários do Hospital Dia do Roberto Santos, em Salvador, fizeram uma manifestação na frente da unidade de saúde após receberem aviso prévio. 

Em entrevista ao Jornal da Manhã, o secretário da Saúde, Fábio Vilas-Boas, explicou que a decisão atinge várias unidades estaduais e também foi adotada em outros estados do país. Segundo ele, os procedimentos eletivos podem “tranquilamente ser remarcados”.

No caso específico do Hospital Roberto Santos o atendimento está suspenso por prazo indeterminado, e a gestão vai “reavaliar o funcionamento do hospital dentro do perfil de toda a região de saúde leste com inauguração de várias outraa unidades”.

Ainda sem aval da Anvisa, vacinas de Oxford devem chegar ao Brasil neste mês

Tribuna da Bahia, Salvador
03/01/2021 10:01 | Atualizado há 22 horas e 50 minutos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a importação de 2 milhões de doses de vacinas pela Fiocruz , para o enfrentamento do coronavírus. A instituição é a responsável pela produção da vacina desenvolvida pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford no Brasil. A expectativa é que as primeiras doses comecem a chegar ao país este mês.

As importação, que teve sinal verde no último dia 31, é considerada excepcional, porque o imunizante ainda não teve seu uso emergencial aprovado, assim como o registro sanitário. Ao justificar o pedido à agência, a Fiocruz alegou que pretende antecipar a disponibilização de vacinas a partir do momento em que o produto for autorizado pela Anvisa .

Como se trata de uma importação de vacina que ainda não foi aprovada no Brasil, a entrada no país deve seguir algumas condições estabelecidas pela Anvisa. A principal exigência é que as vacinas importadas fiquem sob a guarda específica da Fiocruz até que a Anvisa autorize o uso do produto no país.

Fonte: iG

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