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:: ‘Saúde’

Campanha de vacinação contra gripe começa em 12 de abril

vacina covid

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, o vírus da gripe, começa no dia 12 de abril e vai até 9 de julho. O público-alvo é estimado em 79,7 milhões de brasileiros, e a meta do Ministério da Saúde é vacinar pelo menos 90% dos grupos prioritários.

Os grupos prioritários serão distribuídos em três etapas, de forma escalonada. Neste ano, a vacinação vai começar por crianças, gestantes, puérperas, povos indígenas e trabalhadores da saúde. Depois, será a vez dos idosos e dos professores

A campanha de vacinação contra a gripe vai coincidir com a imunização contra a Covid-19. O Ministério da Saúde não recomenda a aplicação das duas vacinas simultaneamente, devido à falta de estudos sobre a coadministração dos imunizantes, e a orientação é priorizar a vacinação contra o novo coronavírus.

O governo federal recomenda que as pessoas que fazem parte do grupo prioritário tomem primeiro a vacina contra a Covid-19 e depois a vacina contra a gripe, respeitando um intervalo mínimo de 14 dias entre elas.

A Tarde

Pessoas adultas devem ingerir de 2 a 3 litros de líquido por dia, sendo 50% de água pura

Com a inseparável garrafa d'água, a empresária Meiriane Silva complementa a ingestão diária com sucos | Foto: Uendel Galter | Ag. A TARDE - Foto: Uendel Galter | Ag. A TARDE

jane Fernandes

Beber cerca de três litros de água por dia faz parte da rotina da assistente social Patrícia Regina da Silva, 45 anos, há pelo menos uma década, mas a pandemia de Covid-19 reforçou a importância desse hábito. No Dia Mundial da Água, comemorado hoje, seu relato ressalta o papel da hidratação no bom funcionamento do corpo, indo além do fundamental uso combinado com sabão para manter as mãos sempre higienizadas e combater o coronavírus.

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Saúde: divulgado primeiro índice de infestação do Aedes Aegypti do ano de 2021 no município

Secom/PMVC

O Centro de Controle de Endemias divulgou o primeiro Levantamento do Índice Rápido de Infestação por Aedes Aegypti (LIRAa) do ano de 2021, feito entre os dias 1º e 6 de março. Os dados apontam que o índice de infestação predial é de 2,4% no município. Com o LIRAa, é possível nortear o trabalho dos agentes de endemias e as ações de bloqueio da proliferação do mosquito que precisam ser desenvolvidas nas localidades com maiores índices.

O levantamento foi feito em todos os 76 bairros da cidade, e foram escolhidos os imóveis que possibilitavam o acesso pela lateral, sem que os agentes precisassem adentrar no interior, por conta das restrições impostas pelo período de pandemia. A maioria dos bairros apresentou índice de infestação com classificação de baixo e médio risco. Os bairros Nossa Senhora Aparecida (10), Ipanema (7.4), Morada Real (6.8) e Alto Maron (6.6) apresentaram os maiores índices de infestação do mosquito.

Desde o mês de janeiro, até esta quarta-feira (17), foram registradas 203 notificações suspeitas de arboviroses no município, sendo que 12 casos foram confirmados para Dengue, nove de Zika e quatro de Chikungunya. Toda população deve continuar vigilante para evitar o acúmulo de água parada que favoreça a reprodução do mosquito. Denúncias ou solicitação da visita dos agentes de endemias podem ser feitas pelo (77) 3429-7421.

Simples ato de lavar as mãos previne até 40% dos casos de contaminação

Gabriela Albach l A TARDE SP

A higienização das mãos é o fator mais importante na prevenção das infecções - Foto: Marcello Casa Jr. l Agencia Brasil l 14.10.2011

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o hábito de lavar as mãos pode reduzir aproximadamente 40% da contaminação por bactérias e vírus, que causam doenças como gripe, conjuntivite e outras viroses.

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Um em cada seis profissionais de saúde apresenta sinais de burnout

A pesquisa foi feita com 715 profissionais de saúde de 36 hospitais públicos e privados do Brasil | Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil - Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil

Pesquisadores do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) realizaram um estudo que revelou que um em cada seis profissionais da área de saúde apresenta sinais de burnout, definido como um distúrbio psíquico de estresse físico e mental crônico relacionado a condições de trabalho desgastantes. Entre os sintomas da chamada Síndrome de Burnout estão exaustão, sentimento de ineficácia e de falta de realização pessoal e profissional.

A pesquisa foi feita com 715 profissionais de saúde (médicos, enfermeiras, técnicos de enfermagem e fisioterapeutas) de 36 hospitais públicos e privados do Brasil. Todos eles trabalham em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) por pelo menos 20 horas semanais. Entre os participantes do estudo, 125 indicaram exaustão emocional, 120 despersonalização e 107 falta de realização profissional.

O estudo mostra, ainda, que 134 profissionais apresentam sintomas de ansiedade e 80, de depressão, que podem ou não estar associados ao burnout. A pesquisa foi conduzida antes da pandemia de Covid-19, entre abril de 2017 e julho de 2018. Segundo a pesquisa, a Síndrome de Burnout tem sido associada a um aumento de erros médicos e de custos para os profissionais de saúde além de desfechos adversos, de longo prazo, para a saúde.

Rui Costa admite que sistema de saúde da Bahia está em colapso

O governador da Bahia, Rui Costa (PT), admitiu ontem, pela primeira vez, que o sistema de saúde do estado está em colapso

Por Rodrigo Daniel Silva

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O governador da Bahia, Rui Costa (PT), admitiu ontem, pela primeira vez, que o sistema de saúde do estado está em colapso. O chefe do Palácio de Ondina disse, porém, que esta situação ocorre em todo o país, por causa do “desastre na condução por parte do governo federal”. “O que a Fiocruz chama de colapso, e é colapso, é toda vez que você tem um número de pacientes grande na fila esperando. Na medida em que você não consegue regular um paciente que precisa de UTI em menos de 24 horas, já é um sinal de colapso do sistema. Nós temos 400 pacientes (aguardando na fila)”, declarou, em entrevista à imprensa, durante a vistoria ao Hospital Metropolitana, em Lauro de Freitas, onde serão abertos mais de 280 leitos.

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Prefeito de Conquista, Herzem Gusmão tem piora e estado de saúde é muito grave

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Herzem Gusmão, prefeito de Vitória da Conquista, sofreu uma piora em seu estado de saúde nesta terça-feira (16). Segundo a assessoria de imprensa do gestor, a maioria das funções vitais dele está comprometida e o quadro, no momento, é instável e muito grave.

“Na manhã desta terça-feira (16), o prefeito Herzem Gusmão apresentou piora do quadro clínico e maior comprometimento das funções vitais. Apesar de todas as medidas adotadas pela equipe médica para conter o avanço das complicações, no momento, o quadro é instável e muito grave. A familía agradece e reforça o pedido de orações pela vida de Herzem. Deus abençõe a todos”, diz o comunicado.

Com 72 anos, Herzem foi diagnosticado com Covid-19 em 7 de dezembro. Pouco mais de uma semana depois, foi internado no Hospital Samur, em Conquista, com complicações pulmonares causadas pela doença, e posteriormente transferido para o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

Foi de lá que ele foi empossado para o novo mandato, no dia 8 de janeiro, em cerimônia online, no leito de hospital. Atualmente, a cidade é comandada pela vice-prefeita Sheila Lemos (DEM).

Correio da Bahia

Brasileiro é povo que mais sente solidão na pandemia, aponta pesquisa

Para psicólogas, valorização do contato social em confronto com a necessidade de isolamento pode gerar sofrimento psíquico

Tribuna da Bahia, Salvador

O brasileiro é o povo que mais se sentiu solitário durante a pandemia, de acordo com pesquisa do Instituto Ipsos, que ouviu 23 mil pessoas de 28 países. Segundo o levantamento, 50% dos mil entrevistados no Brasil disseram que sentiram solidão “muitas vezes”, “frequentemente” ou “sempre”. Os turcos, indianos e sauditas também estão no topo desse ranking. Do outro lado, estão os holandeses como o povo que menos sofre de solidão.

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Fiocruz entrega mais de 1 milhão de doses de vacina a partir de quarta (17)

Até março, fundação vai entregar 3,8 milhões de doses

Vladimir Platonow, da Agência Brasil

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Um lote com 1,080 milhão de doses de vacinas produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) será estregue esta semana ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). A informação foi divulgada nesta segunda-feira (15) pela Fiocruz.

 Serão disponibilizadas 500 mil doses na quarta-feira (17) e mais 580 mil até sexta-feira (19). Em março, segundo a Fiocruz, será entregue um total de 3,8 milhões de doses da vacinas. Na última sexta-feira (12), uma segunda linha de produção entrou em operação, o que vai permitir o aumento da capacidade produtiva de Bio-Manguinhos/Fiocruz. A expectativa é chegar até o final do mês com uma produção de cerca de 1 milhão de doses por dia.
 A vacina fabricada pela Fiocruz foi desenvolvida pela Universidade de Oxford e o laboratório AstraZeneca. Para sua efetividade completa, ela necessita de duas doses, em um intervalo de oito a 12 semanas.
 A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda o uso do imunizante inclusive para as novas variantes que vêm circulando no Brasil e em outros países, como a África do Sul. A vacina previne os casos graves e as hospitalizações por covid-19. De acordo com os estudos publicados sobre a vacina Oxford-AstraZeneca, sua eficácia geral é de 82%.

Cotada para a Saúde, Ludhmila Hajjar relata ameaça de morte: ‘Tentaram invadir o hotel’

Cotada para a Saúde, Ludhmila Hajjar relata ameaça de morte: 'Tentaram invadir o hotel'

Foto: Reprodução/CNN Brasil

Cogitada para assumir o Ministério da Saúde em lugar de Eduardo Pazuello, a médica cardiologista Ludhmila Hajjar relatou, nesta segunda-feira (15), em entrevista a CNN Brasil, ter sofrido ameaças de morte. Ela ainda relatou ter tido seu número de celular divulgado em diversos grupos de Whatsapp, além de perseguição dentro de um hotel onde estava hospedada em Brasília. 

“Eram três pessoas que diziam ter o número do meu quarto e que eu já estaria aguardando. Diziam ser parte da minha equipe. Repito, eu não temo. Só me assusto em saber que esse tipo de gente está atrapalhando a sociedade brasileira”, revelou a médica durante a entrevista. 

Em reunião com o presidente Jair Bolsonaro, Hajjar recusou o convite. Em entrevistas posteriores, a médica fez uma série de crítica ao modo de condução da pandemia no país. A médica defende o isolamento social, a vacinação em massa da população e é crítica do chamado “tratamento precoce”, que usa medicamentos sem eficácia comprovada contra a Covid-19, pautas que são o oposto das defendidas por Bolsonaro. 

Com a recusa da médica, outros nomes, tem sido lembrado. Dentre eles o cardiologista Marcelo Queiroga, presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e o deputado federal Luiz Antonio Teixeira Jr. (PP-RJ), que é conhecido como “Dr. Luizinho”. 

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