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Pessoas de 50 anos ou mais com diabetes poderão se vacinar nesta sexta. E continua 2ª dose da Oxford/Fiocruz

Chegou a vez dos moradores de Vitória da Conquista com diabetes mellitus se vacinarem contra a Covid-19. A partir desta sexta-feira (7), os portadores da doença com 50 anos ou mais começam a ver vacinado. Também continua a imunização de idosos de 60 anos ou mais, trabalhadores da Educação de 50 a 59 anos e pessoas de 18 a 59 anos com transplante, síndrome de Down ou imunossupressão.

Para comprovação, os portadores de diabetes devem apresentar relatório médico, receita médica ou cadastro de acompanhamento da Unidade de Saúde de referência. Já os trabalhadores da Educação devem apresentar o contracheque de abril de 2021. As pessoas transplantadas, com síndrome de Down e imunossupressão, com idade entre 18 e 59 anos, devem levar o relatório médico e/ou receita médica. Todos os públicos incluídos na vacinação devem apresentar o documento pessoal com CPF.

Das 9h às 16h, a vacina estará disponível no drive-thru na Universidade Federal da Bahia (Ufba) e nos pontos fixos para pedestres: quadra da Igreja Nova Sião, Escola Municipal Professora Fidelcina Carvalho Santos, Colégio Paulo VI, Paróquia Rainha da Paz, Salão Paroquial da Santa Luzia e quadra esportiva da Fainor.

Já a 2ª dose da vacina Oxford/Fiocruz para aquelas pessoas com retorno marcado no cartão de vacina para o dia 7 de maio prossegue, no drive-thru do Comando de Policiamento da Região Sudoeste (CPRSO) e também nos pontos fixos de pedestres, onde estarão vacinando com a primeira dose.

Doenças crônicas – Na imunização de pessoas com doenças crônicas e condições clínicas especiais, de 18 a 59 anos, estão incluídos apenas indivíduos transplantados de órgão sólido ou de medula óssea; pessoas vivendo com HIV; doenças reumáticas imunomediadas sistêmicas em atividade e em uso de dose de prednisona ou equivalente maior de 10 mg/dia ou recebendo pulsoterapia com corticoide e/ou ciclofosfamida; demais indivíduos em uso de imunossupressores ou com imunodeficiências primárias; pacientes oncológicos que realizaram tratamento quimioterápico ou radioterápico nos últimos seis meses, e neoplasias hematológicas.

Plano de Guedes para jovem nem-nem prevê pagamento de até R$ 600

por Fábio Pupo | Folhapress

Plano de Guedes para jovem nem-nem prevê pagamento de até R$ 600

O plano do ministro Paulo Guedes (Economia) de conceder um pagamento aos jovens que hoje não estudam e não trabalham (os chamados “nem-nem”) em um novo programa de incentivo à qualificação profissional prevê uma quantia a ser arcada por empresas. Com isso, o valor recebido pela pessoa pode chegar a R$ 600.

O desenho do programa e os valores ainda estão sendo estudados. Mas a previsão inicial é que de R$ 250 a R$ 300 sejam pagos pelos cofres da União mensalmente ao jovem participante, e uma parcela igual seja paga pelas empresas.

Antes, as informações ventiladas sobre o programa eram de que ele seria bancado apenas pelos cofres públicos e o pagamento ficaria entre R$ 250 e R$ 300.

Com os dois pagamentos, o programa permitiria ao jovem receber o equivalente ao salário mínimo por hora – o que, na visão do governo, eliminaria problemas jurídicos sobre valores abaixo do permitido. A carga horária seria parcial, por isso o montante não alcançaria o salário mínimo (de R$ 1.100).

O pagamento do governo está sendo chamado internamente de BIP (bônus de inclusão produtiva), enquanto o valor desembolsado pelas empresas está sendo chamado inicialmente de BIQ (bônus ou bolsa de incentivo à qualificação). Os planos do BIP foram antecipados pelo jornal Folha de S.Paulo neste ano.

O jovem teria durante o programa um vínculo especial com a empresa, dentro de um regime de treinamento. Também haveria um período máximo de duração, podendo ser de até quatro meses.

Enquanto as discussões sobre a modelagem continuam, o Ministério da Economia já estabeleceu que apenas uma faixa etária da população seria permitida a entrar no programa. O objetivo é contemplar até 2 milhões de jovens.

Um dos modelos desenhados pelo Ministério da Economia previa parcerias com órgãos do sistema S, que seriam responsáveis por oferecer os treinamentos. Mas também pode haver treinamentos fora do sistema S e até de forma direta pelas empresas.

O Ministério da Economia trabalha com a ideia de o programa funcionar em fase de testes durante a pandemia, considerando mantê-lo após a crise da Covid-19.

Ainda está sendo estudada a forma de financiamento da medida, e não está descartado o uso de crédito extraordinário neste ano (que fica fora do Orçamento e é permitido em casos de urgência e imprevisibilidade).

A visão é que é preciso um tipo de política para estimular o emprego do público-alvo, já que o setor formal tem sido atendido com o programa de manutenção do emprego (que permite à empresa cortar salário e jornada ou suspender o contrato de trabalho, com o pagamento de um benefício público ao empregado afetado).

O BIP e o BIQ estão previstos para os próximos meses, mas ainda pode demorar devido à complexidade do desenho e também ao próprio ritmo da pandemia –que afeta a contratação para a qualificação in loco.

O Ministério da Economia não vê o BIP como um substituto direto do auxílio emergencial e entende que os programas são independentes.

O auxílio emergencial foi renovado em 2021, de abril a julho. O benefício varia de acordo com a composição da família e as parcelas vão de R$ 150 a R$ 375 por mês. No caso do Bolsa Família, o benefício médio fica na faixa de R$ 190 por mês.

Com efeito da pandemia, vendas do comércio caem 0,6% em março, diz IBGE

por Leonardo Vieceli | Folhapress

Com efeito da pandemia, vendas do comércio caem 0,6% em março, diz IBGE

Com as restrições provocadas pelo avanço da pandemia, o comércio varejista amargou queda em março. Na comparação com fevereiro, o volume de vendas do setor teve retração de 0,6% no país. O resultado foi divulgado nesta sexta-feira (7) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
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Estudo mostra que máscaras de algodão têm eficiência de 20% a 60%

Esse é tipo de proteção mais usada pela população

Bruno Bocchini, da Agência Brasi

máscara

Um estudo conduzido por pesquisadores do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP) e do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) constatou que as máscaras de algodão, as mais comumente usadas pela população na prevenção da covid-19, têm eficiência de 20% a 60%. A pesquisa, divulgada no último dia 4, foi publicada na revista Aerosol Science & Technology.

 O estudo mediu a eficiência de filtração de aproximadamente 300 máscaras faciais, de diferentes  tecidos, máscaras cirúrgicas e as PFF2 – sigla para peça facial filtrante com eficiência de, pelo menos, 94% segundo classificação da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Para realizar o teste, os pesquisadores produziram partículas de aerossol de tamanhos variados e observaram a concentração delas no ar antes e depois da filtragem pela máscara.
 Segundo os resultados, as máscaras PFF2 apresentaram a maior eficiência para todos os tamanhos de partículas, em torno de 98%, e foram consideradas como referência para avaliação de desempenho. As máscaras cirúrgicas também tiveram ótima eficiência, de 89%.
 As máscaras de TNT (tecido não tecido) mostraram uma eficiência média de 78%, sendo considerado o melhor material para a fabricação de máscaras caseiras. Mas o material mais comumente usado nas máscaras caseiras é o algodão, que apresentou uma eficiência de filtração muito variável, entre 20% e 60%, e média de 40%, não se mostrando uma boa opção para a confecção de máscaras.
 De acordo com os pesquisadores, a pesquisa mostra que grande parte da população pode estar utilizando máscaras que não oferecem proteção significativa contra a covid-19. Segundo o estudo, o mais indicado é sempre utilizar máscara, mas preferencialmente que sejam as produzidas industrialmente com padrão PFF2, ou mesmo máscaras caseiras de TNT, desde que muito bem ajustadas ao rosto.
 Os pesquisadores ressalvam, no entanto, que qualquer tipo de máscara reduz a dispersão de gotículas e aerossóis emitidos por pessoas com covid-19, sintomáticas ou assintomáticas, e diminuem a disseminação do vírus.

Caixa lança campanha para estimular transações pelo celular; sorteios de até R$ 250 mil

A campanha vai até 16 de setembro

Wellton Máximo, da Agência Brasil

Para estimular os beneficiários de programas sociais a movimentarem recursos pelo smartphone, a Caixa Econômica Federal lançou hoje (6) uma campanha promocional para estimular o uso do aplicativo Caixa Tem. As empresas parceiras da campanha sortearão até R$ 250 mil para os clientes do aplicativo usarem o cartão de débito virtual da bandeira Visa em compras virtuais.

 A campanha vai até 16 de setembro. Até lá, em cada compra realizada pelo cartão de débito virtual Caixa Visa, o consumidor concorrerá a mais de 1,4 mil cartões pré-pagos com saldos de R$ 50, R$ 100 e R$ 250. A cada quatro compras, o cliente receberá um número da sorte para participar de quatro sorteios mensais de cartões pré-pagos no valor de R$ 10 mil cada.
 Os números da sorte também permitem concorrer ao grande prêmio final, um certificado de ouro de R$ 250 mil. A Caixa sugere usar esse dinheiro na compra de uma casa e de carros populares.
 Os clientes interessados devem se cadastrar na plataforma de benefícios Vai de Visa . A partir daí, basta fazer compras de qualquer valor por meio do cartão de débito virtual Visa, gerado no Caixa Tem. O regulamento e os procedimentos podem ser consultados no site da campanha.
 A campanha foi detalhada nesta quinta-feira pelo presidente da Caixa, Pedro Guimarães, em transmissão ao vivo pela internet. Segundo ele, o aplicativo Caixa Tem ajuda na inclusão digital e na bancarização de milhões de brasileiros em situação vulnerável. No fim do ano passado, foi sancionada uma lei que permite que as contas poupança digitais, movimentadas pelo Caixa Tem, sejam usadas para pagar não apenas o auxílio emergencial, mas benefícios previdenciários e trabalhistas, como o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e abono salarial.

Hemorragia persiste e Bruno Covas se submete a radioterapia

Covas teve de interromper o tratamento contra os tumores que atingem o fígado, a bacia e a coluna após sangramento

covas

Por Estadão Conteúdo

O prefeito licenciado de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), iniciou ontem tratamento com radioterapia para tentar controlar um sangramento residual detectado em seu estômago, segundo boletim médico divulgado pelo Hospital Sírio-Libanês, no centro da capital. Covas está internado desde o último fim de semana em decorrência de problemas no seu tratamento contra um câncer metastático que atinge o sistema digestivo e os ossos.

De acordo com o boletim, Covas havia feito uma endoscopia na quarta-feira, que “evidenciou discreto sangramento residual no estômago”. Foi um sangramento na cárdia (a interligação entre o estômago e o esôfago), local onde um de seus três primeiros tumores foi detectado, que o havia feito precisar ir para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital na última segunda-feira. Esse primeiro sangramento havia sido controlado no próprio exame, mas o prefeito foi para o centro de cuidado intensivo para se recuperar.

Desta vez, a nova endospia revelou que havia ponto de hemorragia. “Desta forma, foi iniciado tratamento local com radioterapia para controle deste sangramento”, informa o boletim médico.

Ainda segundo o Sírio-Libanês, “o prefeito está recebendo todo suporte clínico necessário e seu quadro clínico é estável”, mas “no momento, não há previsão de alta hospitalar”.

Desde que o primeiro sangramento foi detectado, Covas teve de interromper o tratamento contra os tumores que atingem o fígado, a bacia e a coluna. Ele vinha se submetendo a um procedimento que combinava sessões de quimioterapia e radioterapia. Esse tratamento ainda não tem data para ser retornado.

Tribuna da Bahia, Salvador

Arábia Saudita suspende a compra de carne de aves de 11 frigoríficos do Brasil

JBS disse que procurou a Saudi Food and Drug Authority (SFDA) para

A Arábia Saudita suspendeu a autorização de exportação de carne de aves de 11 frigoríficos brasileiros, segundo uma nota dos Ministérios das Relações Exteriores e da Agricultura, divulgada nesta quinta-feira, 6. O país é o segundo maior comprador de carne frango do Brasil.

O governo brasileiro recebeu a informação “com surpresa e consternação” e pretende levar o caso à Organização Mundial do Comércio (OMC) caso se comprove a imposição de barreira indevida. Em nota à imprensa, a JBS disse que procurou a Saudi Food and Drug Authority (SFDA) para “dialogar e entender as motivações para o bloqueio”.

A autorização foi suspensa de cinco frigoríficos da Seara Alimentos: em Amparo (SP), Brasília (DF), Campo Mourão (PR), Caxias do Sul (RS), Ipumirim (SC), três da Vibra Agroindustrial: Itapejara D’Oeste (PR); Pato Branco (PR) e Sete Lagoas (MG) dois da JBS: em Montenegro (RS) e Passo Fundo (RS), um da Agroaraçá: em Nova Araçá (RS).

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) disse, em nota, que está apoiando o governo na busca por mais detalhes sobre a “surpreendente decisão unilateral” das autoridades sauditas.

Trabalhadores nascidos em junho podem sacar auxílio emergencial

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Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em junho podem sacar, a partir desta sexta-feira, 7, a primeira parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro havia sido depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 18 de abril.

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Sesab emite alerta por variantes do coronavírus em 31 municípios baianos

Rodrigo Aguiar

saude

Em comunicado de alerta emitido esta semana, a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) informou o registro no estado de 93 casos da variante brasileira P.1 (identificada inicialmente em Manaus) e 13 casos da B.1.1.7 (do Reino Unido) do novo coronavírus, recomendando que sejam evitadas todas as viagens “não essenciais” para os 31 municípios baianos nos quais foram detectadas as “variantes de atenção”.

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Covid-19: testes que identificam anticorpos serão realizados pelo MS

Fonte: Brasil 61

O Ministério da Saúde lançou nesta quarta-feira (5) uma pesquisa para descobrir qual a prevalência da Covid-19 nos diferentes grupos sociais da população brasileira. A testagem sorológica para identificar a presença de anticorpos deve ser feita em mais de 200 mil pessoas distribuídas por 274 municípios.

Em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os principais objetivos da amostragem são: descrever as características socioeconômicas, demográficas e epidemiológicas dos participantes da pesquisa; estimar a magnitude da infecção pelo novo coronavírus nas capitais e regiões metropolitanas; e permitir cálculos mais precisos de morbidade e letalidade da doença.

Também devem ser colhidos dados sobre sintomas, contatos com casos suspeitos, realização de testes e vacinação, assim como todo o histórico de saúde dos participantes. Ainda não há previsão para a conclusão do levantamento.

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