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:: 8/mar/2021 . 14:58

Conquista: moradores do Renato Magalhães comemoram chegada do asfalto

Secom/PMVC

Máquinas e homens da Empresa Municipal de Urbanização (Emurc) estão no Loteamento Renato Magalhães executando obras de pavimentação e drenagem. Mais de R$ 6 milhões de reais em recursos provenientes do Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa 2), da Caixa Econômica Federal, estão sendo investidos.

Na última semana, foram beneficiadas com o asfalto as ruas 40, J e H, além da Avenida Renato Magalhães. Já na Avenida G e na Rua T, os serviços de macrodrenagem reduzirão os impactos de alagamentos causados pelas águas das chuvas.

O coordenador de Planejamento e Projetos da Secretaria de Mobilidade Urbana, Thiago Baleeiro, destacou que o trabalho segue nas próximas semanas em outras ruas e avenidas do loteamento, entre elas a Travessa Renato Magalhães, a Rua Q e a Avenida José Machado Costa.

Moradora Etelvina Maria de Jesus: “O trabalho está muito bem feito. Nota 10!”

Durante muito tempo, os moradores da localidade sofreram com as consequências da falta de infraestrutura. Enquanto observava a execução dos serviços, o morador Itamar Ribeiro, lembrou que há anos aguardava a pavimentação. E Etelvina Maria de Jesus completou: “O trabalho está ficando muito bom e bem feito, está de nota 10″.

Governo adia suspensão de CadÚnico para 31 de março

Fonte: Brasil 61

O Ministério da Cidadania adiou a suspensão do Cadastro Único (CadÚnico) para Programas Sociais do governo federal para 31 de março. O cadastro engloba programas sociais como Bolsa Família, Tarifa Social de Energia Elétrica e Programa Minha Casa Minha Vida.

O adiamento ocorre em decorrência dos problemas sociais causados pela pandemia da Covid-19, e mantém até o fim deste mês os benefícios, mesmo com irregularidades. O dia 31 de março marca a suspensão e as novas inscrições.

São beneficiados pelos programas pessoas em situação de rua ou com renda média familiar de até metade de um salário mínimo por mês, além de famílias cuja soma total dos salários seja de até R$ 3.135.

Coronavírus: cinco pessoas da mesma família morrem em menos de um mês

Cleiton estava internado na UTI de Vitória da Conquista (BA) e morreu neste domingo (7), no mesmo dia em que completava 33 anos

Redação iBahia (redacao@portalibahia.com.br)

Cinco pessoas da mesma família faleceram em decorrência da covid-19 em menos de um mês, em Vitória da Conquista (BA). Todos estavam internados Unidade de Terapia Intensiva (UTIs) em hospitais da cidade. Neste domingo (7), Cleiton, foi o último a falecer, no mesmo dia em que completava 33 anos. As informações são do G1 Bahia.

Dias antes dele falecer em decorrência do novo coronavírus, a mãe dele, Zélia, e o pai, José Luiz, também faleceram da doença e tinha na faixa dos 75 anos. O cunhado de Cleiton também perdeu a vida em decorrência da covid-19.

O quarto integrante da família que morreu foi o irmão de Cleiton, Lúcio. De acordo com a apuração do G1, nenhum familiar soube da morte do outro, pois todos estavam internados na UTI.

Zélia e José Luiz deixam outros cinco filhos. Cleiton deixa uma filha e Lúcio deixa duas. Antônio, que também deixa um filho, se contaminou ao cuidar do sogro quando ele adoeceu. A família era de Brumado (BA).

Morre, aos 82 anos, a jornalista Lúcia Leme, ex-apresentadora do ‘Sem Censura’

Ela lutava contra um câncer de pulmão

Morre, aos 82 anos, a jornalista Lúcia Leme, ex-apresentadora do 'Sem Censura'

A jornalista Lúcia Leme morreu nesta segunda-feira (8), no Rio de Janeiro, aos 82 anos. Ela foi vítima de um câncer no pulmão. As informações são do jornal O Globo.

Lúcia teve longa trajetória na tevê brasileira, mas seu maior destaque foi a passagem como apresentadora do “Sem censura”, programa da TV Brasil que comandou entre 1986 e 1996.

Trajetória
Lúcia Leme começou no jornalismo como estagiária da TV Tupi, no final dos anos 1970. Depois, foi convidada pelo jornalista e ex-senador Artur da Távola (1936-2008) para ajudá-lo a escrever sua coluna no jornal O Globo que falava sobre televisão. Assim Lúcia ingressou no jornalismo impresso.

Em seguida migrou para a Editora Bloch, onde atuou em diversas revistas: “Manchete”, “Fatos e Fotos”, “Amiga”, “Ele&Ela’. Simultaneamente, trabalhou alguns anos na Rádio Manchete e, depois, foi parar na TV Manchete.

Vacinação contra a covid deverá ser repetida anualmente, diz diretor do Butantan

Dimas Covas justificou a possibilidade considerando a existências de variantes do vírus e o ritmo lento de imunização

Vacinação contra a covid deverá ser repetida anualmente, diz diretor do Butantan

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, afirmou que acredita que a vacinação contra a covid-19 deverá ser repetida anualmente. Segundo ele, este seria um cenário “mais provável”, considerando a existências de variantes do vírus e o ritmo lento de imunização.

“Tudo indica que a duração da imunidade será inferior a um ano, e, portanto, a vacinação periódica será necessária. Há um foco muito grande na questão do uso da vacina, mas pouco se fala do rumo da pandemia. Com o ritmo atual — em que a concentração de uso dos imunizantes está nos países ricos e as nações com renda média e pobres ainda não têm aplicação em massa —, é provável que teremos o vírus circulando pelo mundo ainda no ano que vem com intensidade”, afirmou Dimas em entrevista à revista Veja.

 Dimas também fez considerações sobre o impacto das novas cepas do coronavírus sobre as vacinas, afirmando que são necessários mais estudos para comprovar se elas são ou não eficazes contra as novas variantes do vírus. Ainda assim, é notado que todos os imunizantes utilizados até o momento tem impacto no número de internações e mortes.

O diretor do Butantan também comentou sobre a questão do fornecimento das vacinas, afirmando que o Instituto tem realizado esforços para aumentar a produção do imunizante contra a covid-19.

“Já fizemos um primeiro esforço e, com isso, nos planejamos para entregar 22 milhões de doses no final de março, quando a previsão inicial era de pouco menos de 18 milhões. A previsão inicial de entrega foi feita dentro de um contexto que haveria outras vacinas dentro da programação do Ministério da Saúde, mas essa previsão não se confirmou”, concluiu.

Correio da Bahia

Governo barra novo cadastro para auxílio

A estratégia do governo já desperta críticas de organizações da sociedade civil, que consideram urgente a abertura de um novo prazo para pedidos de auxílio.

Foto: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

A nova rodada do auxílio emergencial a vulneráveis deve contemplar apenas brasileiros que já estavam recebendo o benefício em dezembro de 2020, sem possibilidade de novo cadastro para alcançar quem também perdeu a fonte de renda no período mais recente. A estratégia do governo já desperta críticas de organizações da sociedade civil, que consideram urgente a abertura de um novo prazo para pedidos de auxílio. As entidades também dispararam um movimento para ampliar o limite de R$ 44 bilhões aprovado pelo Senado para o pagamento do benefício.

As críticas surgem antes mesmo da aprovação final da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que abre caminho para nova rodada do auxílio. O texto ainda precisa do aval da Câmara dos Deputados, em dois turnos de votação. A previsão é que as discussões na Casa tenham início nesta terça-feira.

A Rede Brasileira de Renda Básica alerta para a urgência de o Ministério da Cidadania abrir um novo cadastramento para incluir pessoas que perderam o emprego ou renda e ficaram em situação de vulnerabilidade a partir do segundo semestre de 2020. A primeira rodada do auxílio considerou quem estava registrado no Cadastro Único de programas sociais até 20 de março. Para os “invisíveis”, também foram aceitos pedidos por site ou aplicativo até 2 de julho do ano passado – prazo que nunca foi reaberto.

Segundo apurou o Estadão, o governo não vê espaço para abrir um novo cadastramento e quer “aproveitar o que já existe”. A avaliação é que a base de dados pré-existente já contemplaria um número robusto – 56 milhões de brasileiros recebiam o auxílio em dezembro – e foi preciso desenhar novos critérios para conseguir focalizar o benefício nos cerca de 45 milhões que devem ser alcançados agora com a nova rodada.

Além disso, mesmo quem não estava no CadÚnico em março do ano passado tem boa chance de ter conseguido o auxílio por meio do site ou aplicativo da Caixa, argumentam técnicos ouvidos pela reportagem. Por outro lado, trabalhadores que tenham eventualmente perdido o emprego no segundo semestre de 2020, sem conseguir recolocação, podem ficar sem proteção.

Outro obstáculo citado pelos técnicos é a demora para operacionalizar novos cruzamentos de dados, o que é rebatido pelas entidades, uma vez que o número de pedidos desta vez seria menor do que na primeira rodada. Procurado, o Ministério da Cidadania não se manifestou.

Fonte: Estadão Conteúdo

 

 

Megaoperação em todo o país combate crimes contra as mulheres

O objetivo é localizar e deter suspeitos de ameaças contra mulheres

Cerca de 12 mil policiais civis de todo o Brasil estão participando, hoje (08), de uma megaoperação de combate a crimes contra a mulher. Coordenada pela Secretaria de Operações Integradas, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, a Operação Resguardo acontece em mais de 1,8 mil cidades dos 26 estados e do Distrito Federal, no Dia Internacional da Mulher.

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Covid-19: Pfizer vai entregar 14 milhões de doses de vacina até junho

Farmacêutica se comprometeu a antecipar entrega ao Brasil

Foto: Reuters / Direitos reservados


O governo federal informou hoje (8) que a farmacêutica norte-americana Pfizer vai entregar ao Brasil 14 milhões de doses da sua vacina contra covid-19 até junho deste ano. O presidente Jair Bolsonaro se reuniu com o presidente da Pfizer, Albert Bourla, nesta segunda-feira, por videoconferência, e pediu a antecipação de lotes do imunizante, que foi desenvolvido em parceria com empresa de biotecnologia alemã BioNtech.

Após o encontro, o assessor especial do Ministério da Saúde, Airton Soligo, explicou que o contrato com a farmacêutica previa a entrega 99 milhões de doses este ano, sendo 2 milhões em maio, 7 milhões em junho e o restante no segundo semestre. Segundo ele, a Pfizer se comprometeu a antecipar 5 milhões de doses, a serem entregues entre maio e junho – totalizando 14 milhões de doses no primeiro semestre.

Além disso, a entrega de cerca de 60 milhões de doses da vacina estava concentrada no último trimestre do ano, mas, de acordo com Soligo, também haverá um esforço para antecipar esses lotes para o terceiro trimestre. A vacina da Pfizer teve seu registro definitivo aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no mês passado.

O presidente Jair Bolsonaro também vai se reunir com representante da Janssen (braço da empresa Johnson & Johnson) para tratar da aquisição de 30 milhões de doses de vacina contra covid-19.

De acordo com Soligo, estados e municípios já receberam 20 milhões de doses para vacinação da população contra a doença que já matou mais de 265,4 mil pessoas no país.

São vacinas aprovadas no Brasil para uso emergencial: a CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, e a vacina Covishield, produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com a Universidade de Oxford e o laboratório inglês AstraZeneca.

Até o final de março, segundo o assessor, mais 31,8 milhões de doses estarão disponíveis: 25 milhões da Coronavac e 6,8 milhões da Covishield. No caso da vacina AstraZeneca/Oxford serão 3,8 milhões produzidas pela Fiocruz e 3 milhões produzidas na Coreia do Sul e entregues pela iniciativa Covax, da Organização Mundial da Saúde (OMS). Em abril, a previsão é de mais 42 milhões de doses de vacinas, sem contar os imunizantes Covaxin e Sputnik V que também estão sendo negociados pelo governo federal.

“A partir de agora, o Brasil, nos próximos 60 dias, aplicará 1 milhão de doses [diárias] e, a partir de maio, passa a ser no mínimo de 1,5 milhão de doses por dia”, disse Soligo em entrevista à imprensa após a reunião no Palácio do Planalto. “A Fiocruz já está produzindo 400 mil doses por dia formará um lote grande; o Butantan, 660 mil doses por dia. Ou seja, o Brasil apostou certo quando apostou na AstraZeneca e no próprio Butantan”, completou.

Negociações

De acordo com o ministro da Economia, Paulo Guedes, a antecipação da entrega de vacinas pela Pfizer foi possível pois a farmacêutica aumentou a sua capacidade de produção de 1,5 milhão para 5 milhões de doses diárias. “E fazendo isso deve haver mais vacina para todo mundo, inclusive para nós”, disse em entrevista à imprensa no Palácio do Planalto, ao lado de Soligo.

As negociações para aquisição de imunizantes com a Pfizer e a Janssen aconteceram depois da aprovação de um projeto de lei que facilitou a compra de vacinas com autorização para uso em caráter emergencial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) por estados, municípios e por empresas. No caso do setor privado, as doses devem ser integralmente doadas ao Sistema Único de Saúde (SUS) enquanto o público prioritário não tiver sido todo vacinado.

O texto também permite que estados, Distrito Federal e municípios assumam a responsabilidade civil por eventuais efeitos adversos provocados pelos imunizantes, desde que estes tenham obtido registro na Anvisa. Essa é uma exigência feita pela Pfizer/BioNTech e Janssen. A ausência de responsabilização ao laboratório em caso de atraso na entrega ou de eventuais efeitos colaterais do imunizante, entre outras condições, causaram entraves na negociação entre governo e Pfizer.

“Cada um tenta fazer na sua área o melhor possível para o Brasil. E, claramente, nessa negociação anterior com a Pfizer, o problema de escala foi um problema sério. Não fazia sentido 100 mil ou 200 mil doses para um país como o Brasil. Então, o Brasil o tempo inteiro pedindo [fabricação em] escala e eles, por sua vez, pedindo exigências, que, dos dois lados, demoraram um pouco na negociação”, disse Guedes.

Fonte: Agência Brasil

 

Pesquisa mostra que Lula supera Bolsonaro em potencial de voto para 2022

50% dos entrevistados disseram que votariam com certeza ou poderiam votar em Lula se ele se candidatasse mais uma vez à Presidência - Foto: Reprodução | Instagram

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mostrou que está com a popularidade em alta com o eleitorado brasileiro. Uma pesquisa de opinião, que mede o potencial de voto de 10 possíveis candidatos nas eleições presidenciais de 2022, apenas Lula mostrou ter mais aval político que o atual presidente, Jair Bolsonaro (sem partido). As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

No levantamento, realizado pelo Inteligência em Pesquisa e Consultoria (IPEC), novo instituto de pesquisas da estatística Márcia Cavallari (ex-Ibope), 50% dos entrevistados disseram que votariam sem dúvidas ou poderiam votar em Lula se ele se candidatasse mais uma vez à presidência. No entanto, 44% afirmaram que não o escolheriam de jeito nenhum. Bolsonaro aparece com 12 pontos porcentuais a menos no potencial de voto (38%), e 12 a mais na rejeição (56%).

O levantamento foi realizado entre os dias 19 e 23 de fevereiro e a margem de erro é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos. O Ipec ouviu 2.002 pessoas em 143 municípios brasileiros.

A Tarde

Com 53% da população vacinada, Israel está prestes a voltar à vida normal

O governo tem gradualmente reaberto empresas, escolas e o principal aeroporto do paísFoto: AFP

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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse, neste domingo, 7, que o país está prestes a acabar com as restrições relacionadas à Covid-19. Também neste domingo, os restaurantes foram autorizados a reabrir. Segundo as autoridades de saúde, se houver uma alta de contágios, as restrições serão reativadas.

O país é um dos que mais vacinaram no mundo. Como 53% dos israelenses receberam pelo menos uma dose da vacina da Pfizer, de acordo com dados do Ministério da Saúde, o governo tem gradualmente reaberto empresas, escolas e o principal aeroporto do país, ainda que todos funcionem com limite de capacidade

Apesar da liberação, o primeiro-ministro recomendou o uso de máscaras e o distanciamento social. Alguns locais de lazer têm acesso limitado a clientes que podem provar imunidade ao coronavírus (chama-se isso de “passe verde”, é um documento emitido pelo Ministério da Saúde). Com isso, as autoridades esperam convencer os israelenses ainda relutantes em se vacinar.

A Tarde

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