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Mortes por Covid em julho caem, mas ainda preocupam

O grande risco é que, quando começa a melhorar, a gente começa a liberar tudo antes da hora.

Tribuna da Bahia, Salvador

Por Lara Pinheiro, G1

covid

O número de mortes visto neste mês é, até agora – considerando apenas os dados parciais –, 39% menor do que o de mortes em junho. Considerando a comparação com abril, a queda nas mortes é, até agora – de novo com levantamento parcial – de 59%. Abril foi o pior mês da pandemia no Brasil. Mas nada de comemorar e sair por aí sem seguir os protocolos de segurança.

Para a epidemiologista Lucia Pellanda, da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), a queda nas mortes é um efeito positivo da vacinação – como outros especialistas já haviam apontado no início do mês – mas a reabertura e a retomada de atividades ainda estão sendo feitas antes da hora.

“Essa parece uma lição muito explícita que o vírus quer nos ensinar e a gente se recusa a aprender – a gente sempre flexibiliza antes da hora. Tanto no Brasil quanto globalmente. O grande risco é que, quando começa a melhorar, a gente começa a liberar tudo antes da hora. Todas as vezes aconteceu isso: cada descenso de pico a gente liberou antes da hora e acabou ficando num patamar alto”, alerta.

Ela lembra que, nos países ricos – onde não há falta de vacinas, como no Brasil, e a cobertura vacinal é maior – para a pesquisadora, o que há agora é uma “epidemia dos não vacinados”. Nos Estados Unidos, por exemplo, o Centro de Controle de Doenças (CDC) voltou a recomendar o uso de máscaras.

“A gente precisa de vacinação mais os cuidados – que é distanciamento, máscara, ventilação. Como isso foi muito flexibilizado, a gente está com uma transmissão muito descontrolada. Qual o risco? Surgimento de novas variantes”, alerta Pellanda. “Vacina é uma coisa maravilhosa, mas a gente precisa de vacina e comportamento, cuidados, e cuidados coletivos”.

A opinião de Pellanda é compartilhada pela também epidemiologista Ethel Maciel, da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).

 

Saúde distribui mais 10 milhões de vacinas para todo o país

As remessas começarão a chegar a partir de hoje

Tribuna da Bahia, Salvador

vacina

O Ministério da Saúde informou há pouco que vai distribuir mais 10,2 milhões de vacinas contra a covid-19 aos estados. As remessas começarão a chegar a partir de hoje (26). A entrega de todos os lotes deve ser finalizada na quarta-feira (28).

De acordo com a pasta, serão distribuídas 4,8 milhões de doses da AstraZeneca, 3,3 milhões da Coronavac e 2,1 milhões da Pfizer.

Desde o início da vacinação, foram distribuídas 174 milhões de doses para todo o país, por meio do Programa Nacional de Imunização. Mais de 131 milhões de doses foram aplicadas (D1 – 94.5 milhões e D2 – 37 milhões).

Fonte: Agência Brasil

Pix poderá ser usado em aplicativos de mensagens e compras online

Novos serviços devem ser oferecidos a partir de 30 de agosto

Tribuna da Bahia, Salvador

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O Banco Central (BC) anunciou hoje uma atualização do Pix para ampliar o uso do sistema de pagamentos instantâneos. Com as alterações, será possível fazer transferências por meio de aplicativos de mensagens e redes sociais, além de pagar as compras feitas pela internet.

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Vacina contra covid: idosos precisarão tomar terceira dose?

Israel já começou a oferecer uma terceira dose para grupos vulneráveis

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Por BBC News Brasil em São Paulo

Será que a vacina contra a Covid-19 terá um ‘prazo de validade’ mais curto, como acontece com a gripe? Ou a imunidade durará anos, a exemplo dos produtos que resguardam contra tétano e febre amarela? Só o tempo (e a ciência) poderão dizer

Por ora, não há qualquer justificativa para aplicar uma terceira dose das vacinas contra a Covid-19 em indivíduos de qualquer faixa etária. Essa é a avaliação de especialistas ouvidos pela BBC News Brasil e de diversas instituições de pesquisa e de saúde pública nacionais e internacionais.

‘Não me vacinar foi maior erro da vida’, diz professor que teve covid grave

Cidades com prefeita, em vez de prefeito, tiveram 43% menos mortes na pandemia no Brasil, diz estudo

O debate sobre o tema voltou a esquentar recentemente, com a aprovação de estudos que avaliarão a necessidade de um reforço dos imunizantes já disponíveis e com declarações de gestores públicos sobre o futuro das campanhas contra o coronavírus no país.

A Prefeitura do Rio de Janeiro, por exemplo, anunciou que pretende aplicar uma terceira dose em idosos ainda em 2021 e projetou campanhas frequentes a partir do ano que vem.

O secretário de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, afirmou que os paulistas passarão por ciclos anuais de vacinação contra aCcovid-19. Ele até marcou uma data para o início dessa nova etapa: 17 de janeiro de 2022. Gorinchteyn admitiu que ainda não existem estudos que comprovem essa necessidade de revacinação até o momento.

É importante lembrar também que esse debate tem ocorrido em países mais ricos que estão avançados na imunização de suas populações, enquanto grande parte do mundo sofre com escassez de doses para quem mais precisa: idosos e profissionais de saúde.

No cenário internacional, Israel já começou a oferecer uma terceira dose para grupos vulneráveis, como pacientes que fazem quimioterapia, portadores de doenças autoimunes ou transplantados. O país havia aplicado majoritariamente a vacina da Pfizer-BioNTech.

O Reino Unido também está planejando dar um reforço para quem tem mais de 50 anos antes da chegada do inverno no hemisfério Norte, durante o segundo semestre de 2021. As duas vacinas mais aplicadas no país são Pfizer-BioNTech e AstraZeneca-Oxford.

AstraZeneca e Pfizer devem começar em breve testes sobre os efeitos de uma terceira aplicação de suas vacinas (a AZD1222 e a Comirnaty, respectivamente) em voluntários brasileiros que já receberam as duas doses anteriormente.

Não está claro ainda se haverá um foco maior em idosos ou em algum grupo específico nesses dois trabalhos.

Em nota publicada em seu site, a Anvisa deixou claro que “todas as vacinas autorizadas no Brasil garantem proteção contra doença grave e morte, conforme os dados publicados” e que “não há estudos conclusivos sobre a necessidade de uma terceira dose ou reforço”.

Tribuna da Bahia, Salvador

 

Covid-19: Brasil acumula 544 mil óbitos e 19,4 milhões de casos

Mais de 27 mil novos casos e 1.424 mortes foram notificados em 24h

Agência Brasil

covid

O Brasil registrou, nesta terça-feira (20), o total de 544.180 vidas perdidas em decorrência da covid-24. Em 24 horas, as autoridades de saúde notificaram 1.424 mortes. Já o número de pessoas infectadas desde o início da pandemia é de 19.419.437. Entre ontem e hoje, foram registrados 27.592 novos diagnósticos positivos de covid-19.

Há ainda 750.636 casos em acompanhamento, situação em de pessoas acompanhadas por equipes de saúde e que ainda podem evoluir para diferentes quadros da covid-19, inclusive graves. Nas últimas duas semanas, esse índice vem caindo progressivamente.

Os novos dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, que consolida informações levantadas pelas secretarias estaduais de saúde. O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 somou 18.124.621.

Os dados, em geral, são menores aos domingos e às segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais. Já às terças-feiras, os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim de semana.

 O balanço diário do ministério também traz os dados por estado. No alto do ranking de mortes por covid-19 estão São Paulo (135.490), Rio de Janeiro (57.705), Minas Gerais (49.025), Paraná (33.908) e Rio Grande do Sul (32.763).
 Os estados com menos mortes são Acre (1.780), Roraima (1.815), Amapá (1.884), Tocantins (3.419) e Alagoas (5.671).
 Vacinação

Até o momento, segundo o Ministério da Saúde, foram distribuídas aos estados um total de 164,1 milhões de doses de imunizantes. O número corresponde aos insumos já recebidos e em trânsito para os estados. Os dados atualizados correspondem aos registros feitos até às 21h de ontem.

 Considerando as informações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e dos levantamentos de cada secretaria estadual de saúde, foram aplicadas 125,3 milhões de doses, sendo 90,5 milhões da primeira dose e 34,7 milhões da segunda dose e dose única. Ao longo de segunda-feira (19), foram aplicadas 422.223 doses de vacina em todo o país.

Bahia recebe 211 mil doses de vacinas contra a covid na madrugada desta terça

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Seguindo o cronograma de quase 600 mil doses a serem recebidas somente nesta semana, a Bahia passou a contar, a partir da madrugada desta terça-feira, 20, com mais 211.800 doses de vacinas contra a Covid-19. O voo com os imunizantes desembarcou em Salvador por volta das 1h.

O envio contou com 79.400 doses do imunizante da Oxford/AstraZeneca via Covax, distribuído pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e 132.400 doses da Coronavac/Butantan.

Além disso, também há previsão de mais 314 mil doses da Oxford/Astrazeneca e 81.900 doses da Pfizer cheguem a Bahia ainda durante a noite desta terça.

As vacinas começarão a ser distribuídas ainda nesta terça-feira por via terrestre e também em aeronaves do Grupamento Aéreo da Polícia Militar e da Casa Militar do Governador, após conferência da equipe da Coordenação de Imunização do Estado. Elas serão remetidas, exclusivamente, aos municípios que aplicaram 85% ou mais das doses anteriores.

Com esta nova remessa, a Bahia chegará ao total de 9.908.380 doses de vacinas recebidas, sendo 3.554.400 da Coronavac, 5.059.050 da Oxford/AstraZeneca, 1.040.130 da Pfizer e 254.800 da Janssen.

A Tarde

Trabalhadores nascidos em dezembro podem sacar auxílio emergencial

Wellton Máximo | Agência Brasil

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Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em dezembro podem sacar a partir desta segunda-feira, 19, a terceira parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro foi depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 30 de junho.

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Suspensas desde 2020, cirurgias eletivas serão retomadas na Bahia

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Com a diminuição da taxa de ocupação de UTIs de Covid-19 em todo o estado, a Bahia irá retomar de forma gradativa a realização de cirurgias eletivas, suspensas desde o ano passado devido à pandemia.

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Médicos de Bolsonaro descartam cirurgia de emergência após primeiros exames em São Paulo

Bolsonaro chegou por volta das 19h30 ao Hospital Vila Nova Star, na zona sul de São Paulo.

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Médicos do Hospital Vila Nova Star informaram na noite desta quarta-feira que o presidente Jair Bolsonaro está sendo submetido a um “tratamento clínico conservador”. Na prática, isso significa que ele não será operado neste momento.

Especialistas no sistema digestivo costumam usar essa expressão para uma abordagem clínica em que o intestino do paciente é deixado em repouso com uma sonda naso-gástrica. Durante o repouso, ele receberá hidratação. Caso o tratamento não seja suficiente para resolver a obstrução intestinal, ele pode passar por uma cirurgia.

Bolsonaro chegou por volta das 19h30 ao Hospital Vila Nova Star, na zona sul de São Paulo. Na madrugada desta quarta-feira, Bolsonaro deu entrada no Hospital das Forças Armadas, em Brasília, onde foi constatada uma obstrução intestinal. Segundo boletim médico, é decorrente da facada que ele levou durante a campanha presidencial de 2018.

 A transferência ocorreu após o cirurgião Antonio Luiz de Macedo, que operou o presidente em 2018 após a facada, ter constatado uma obstrução intestinal. Bolsonaro foi levado na madrugada desta quarta para o HFA, em Brasília, após ter sentido dores no abdômen. Há mais de dez dias ele vinha reclamando de soluços persitentes.
 Em conversa com apoiadores no Alvorada, Bolsonaro reclamou do soluço pela primeira vez. Ele disse que o problema poderia ser fruto de uma cirurgia dentária no dia 3 de julho.
 Em entrevista à Rádio Guaíba, o presidente voltou a se queixar do problema. “Estou com soluço há cinco dias. Fiz uma cirurgia para implante dentário no sábado. Talvez em função dos remédios que estou tomando, estou 24 horas por dia com soluço”.
 Durante a transmissão ao vivo semanal, Bolsonaro pediu desculpas e afirmou que talvez não conseguisse se “expressar adequadamente” em função das crises.
 Após reunião no Supremo Tribunal Federal, o presidente deu entrevista a jornalistas, e os soluços permaneciam.
 Ao chegar no Palácio da Alvorada, Bolsonaro afirmou a apoiadores que estava sem voz e que continuava com crises de soluço.
 Após sentir dores abdominais na madrugada, o presidente é internado no Hospital das Forças Armadas, em Brasília, para investigar a causa do soluço
 No Telegram, o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) afirmou que Bolsonaro está em São Paulo por “precaução” e em poucos dias voltará ao trabalho. Em entrevista à Rádio Jovem Pan, o senador disse que o presidente chegou a ser intubado, no hospital em Brasília, por precaução.  O objetivo era evitar que o presidente aspirasse líquidos do estômago.
 O filho mais velho do presidente disse ainda que conversou com o médico, que disse que a família poderia ficar calma e que não há nada mais grave acontecendo. Flávio disse que chegou a falar com o pai, mas que ele ainda estava se recuperava da sedação para o exame da endoscopia. O senador disse que o presidente deve ficar três dias de observação no hospital em São Paulo para ver se haverá necessidade de um procedimento cirúrgico.
 — O que estou sabendo é uma pequena obstrução no intestino dele. Também foi preciso retirar uma pequena quantidade de líquido do estômago, talvez essa seria a razão de ele estar tossindo tanto e com tanto soluço. A informação médica que eu tenho é que está tudo sob controle,  o presidente está bem. É só uma precaução para ficar monitorando de mais perto — disse Flávio, em entrevista à imprensa.
 Bolsonaro tem se queixado há mais de uma semana dos soluços, que, segundo ele, pode ter sido causado por remédios que ele tomou.
 A situação, que tem ficado em evidência durante entrevistas e discursos do presidente, chamou a atenção na internet: os termos “soluço” e “passa mal” estiveram entre as principais pesquisas relacionadas ao nome de Bolsonaro nos últimos sete dias, de acordo com a ferramenta Google Trends.
 Bolsonaro demonstrou incômodo pela primeira vez no dia 5, quando, em sua tradicional conversa com apoiadores no Palácio da Alvorada, disse que estava falando pouco por ter feito dois implantes dentários no sábado anterior. Dias depois, durante uma entrevista na quarta-feira da semana passada, o presidente explicou que estava com soluço e afirmou que acreditava que a causa eram remédios:
 — Estou com soluço há cinco dias. Fiz uma cirurgia para implante dentário no sábado. Talvez em função dos remédios que eu estou tomando, estou 24h por dia com soluço — disse, em entrevista à rádio Guaíba.

Agência O Globo

Inscrições para ENEM 2021 encerram nesta quarta (14)

Os interessados em participar do exame devem acessar a Página do Participante, no site do Inep

Tribuna da Bahia, Salvador

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Termina hoje (14) às 23h59 o prazo para inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021. Os interessados em participar do exame devem acessar a Página do Participante, no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

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