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:: ‘Covid’

Médicos relatam evolução mais rápida da Covid-19 em pacientes na segunda onda

Médicos relatam evolução mais rápida da Covid-19 em pacientes na segunda onda

As novas variantes do coronavírus estão matando pacientes mais rápido do que a original. Essa é a visão que médicos do Brasil inteiro, que trabalham na linha de frente do combate à pandemia, possuem.

Em reportagem do UOL, oito médicos de diferentes estados deixaram suas impressões sobre a segunda onda da Covid-19 no Brasil. O país já possui mais de 11,6 milhões de casos e 282 mil mortes.

“Os pacientes estão chegando ultimamente tão graves que às vezes o que a gente fazia anteriormente não está tendo a mesma resposta. A impressão é que a gente precisa fazer muito mais coisas para ele melhorar e, mesmo assim, eles pioram mais e de forma muito mais rápida”, afirma o doutor Diego Montarroyos Simões, plantonista em um hospital da rede particular de Recife.

Uma pesquisa divulgada nesta semana, realizada no Reino Unido, indicou que a variante que surgiu lá aumenta o risco de morte em 61%. No Brasil, médicos do Amazonas revelaram sentir maior aumento da gravidade em pacientes infectados pela P.1, durante o colapso no sistema de saúde do estado.

“O que sabemos é que ela tem maior transmissibilidade, mas não temos estudos que apontem maior gravidade da doença”, lembra o pesquisador Juan Miguel Villalobos Salcedo, da Fiocruz Rondônia.

Em curitiba, o médico Falipe Bueno analisa o efeito da segunda onda no pPraná. “A gente tem hoje mais pacientes graves para uma quantidade de casos ativos. Se antes tinha uma quantidade de 12 mil, 13 mil casos ativos em Curitiba, e você não estava nem perto de colapsar, agora com 8.000 a gente está colapsando. Não é nem o caso grave em si, é que mais pessoas ficam mais graves e precisam de leitos de internamento”, destaca.

O tempo de recuperação também tem sido mais prolongado, na visão do pneumologista Ricardo Martins, do Hospital Universitário de Brasília. O projeto UTIs Brasileiras estima o tempo médio de internação de um paciente em leito de terapia de 12,2 dias. Desses, 15,1% precisam ficar no hospital por mais de 30 dias.

Outra preocupação dos profissionais da saúde é que cada vez mais jovens estão dando entrada em leitos. “Sem dúvida muito mais jovens estão morrendo. Não estamos falando só de grupo de risco: isso está em todas as faixas etárias, atingindo bebês, crianças, adolescentes, mesmo sem comorbidade”, analisa Rachel Teixeira, médica que atua em Fortaleza.

Bahia Notícias

Itabuna: Boletim registra quatro óbitos de Covid-19 em últimos 4 dias

por Francis Juliano

Itabuna: Boletim registra quatro óbitos de Covid-19 em últimos 4 dias

O município de Itabuna, no Sul baiano, registrou mais quatro óbitos por Covid-19 nos últimos quatro dias. Em boletim divulgado nesta segunda-feira (15), a prefeitura informou que agora já são 448 perdas durante a pandemia, enquanto na quinta-feira (11) eram 444.

No comunicado, a gestão disse que os óbitos não necessariamente ocorreram nas últimas 24 horas. No mesmo boletim, a prefeitura informou a constatação de mais 331 casos confirmados nos últimos quatro dias, com o número total de 24.946. Há ainda 512 casos ativos, os que podem passar o vírus para outras pessoas. No município, 28 pessoas estão internadas em UTI, e 30 em leitos clínicos. 
VACINAÇÃO
Nesta quarta-feira (17), a prefeitura vai vacinar idosos com 78 anos ou mais. Eles vão receber a primeira dose da vacina contra a Covid-19. O atendimento descentralizado será das 8 às 15 horas nas Unidades Básicas de Saúde.

Ainda segundo a prefeitura, no mesmo dia será aplicada a segunda dose do imunizante nos trabalhadores de saúde e idosos com 80 anos ou mais. Este atendimento ocorrerá exclusivamente na Rede de Frio, no Centro de Saúde José Maria de Magalhães Neto (antigo Sesp), das 9 às 14 horas.

Pessoas da faixa etária correspondente devem trazer carteira de identidade (RG), Cartão SUS, CPF e comprovante de residência.

Covid-19: Brasil tem 20º dia seguido de recorde na média de mortes

Por Vitor Abdala | Agência Brasil

Teste 'drive-thru' para coronavírus

Teste ‘drive-thru’ para coronavírus

Levantamento é da FiocruzFoto:

Leopoldo Silva | Agência Senado

O país registrou nesta segunda-feira, 15, o 20º dia seguido de recorde no número de mortes por covid-19, segundo a média móvel de sete dias divulgada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O boletim Monitora Covid da Fiocruz mostra que a média de óbitos chegou a 1.841.

A média está 69,5% acima do número de um mês antes (1.086 óbitos) e é 50,3% superior ao registrado 14 dias antes (1.225). Na comparação com o pico de 2020, que ocorreu em 25 de julho, quando atingiu a marca de 1.096 mortes, o crescimento chegou a 67,9%.

A média móvel de sete dias da Fiocruz é calculada através da soma dos registros no dia e nos seis dias anteriores e da divisão do total por sete. Por isso, os números divergem daqueles apresentados pelo Ministério da Saúde, que apresenta apenas os óbitos registrados em um dia específico.

O total de casos chegou ontem a 66.849, segundo a média móvel de sete dias. As altas são de 19,4% em relação a 14 dias antes (55.977 casos) e de 46,9% na comparação com 30 dias antes (45.518).

Os casos, no entanto, estão 6,5% abaixo do recorde registrado no dia 13 de março (71.531).

Butantan envia mais 3,3 milhões de doses de vacina ao governo

Medicamento foi entregue hoje ao Ministério da Saúde

Tribuna da Bahia, Salvador

O Instituto Butantan entregou hoje (15) ao Ministério da Saúde mais 3,3 milhões de doses da vacina contra o novo coronavírus. Ao todo, já foram fornecidos 20,6 milhões de doses do imunizante CoronaVac, desenvolvido em parceria com laboratório chinês Sinovac, para serem distribuídas a todas as regiões do país, através do Programa Nacional de Imunizações.

Pelo cronograma apresentado pelo Butantan, na próxima quarta-feira (17) deve ser enviada mais uma remessa com dois milhões de vacinas e, até o fim do mês, o instituto prevê fornecer um total de 22,6 milhões de doses. Até o fim de abril, a previsão é que tenham sido entregues 46 milhões de doses, conforme o contrato com o governo federal.

De acordo com o Butantan, a produção da vacina foi acelerada e o quadro de funcionários responsáveis pelo envase do produto foi dobrado.

Vacinação em SP

O último balanço do governo de São Paulo aponta que 3,8 milhões de doses de vacinas contra o coronavírus já foram aplicadas em todo o estado, sendo mais de um milhão da segunda dose.

Fonte: Agência Brasil

Anvisa aprova registro de vacina e de medicamento contra Covid-19

Rendesivir tem registro aprovado para tratamento em hospitais

Foto: Tânia Rêgo/ Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou, nesta sexta-feira (12), a aprovação do primeiro medicamento com indicação em bula para tratamento de pacientes infectados pela covid-19, o antiviral Rendesivir.

A mesma medicação, da biofarmacêutica americana Gilead Sciences, também foi aprovada no ano passado para uso como medicamento oficial para o tratamento da covid-19 pela Food and Drug Administration (FDA), órgão norte-americano equivalente à Anvisa.

Vacina de Oxford

No anúncio, o gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da agência, Gustavo Mendes, disse que a Anvisa também concedeu o registro definitivo à vacina da AstraZeneca/Oxford, que já tinha autorização para uso emergencial no país, assim como a CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan, em São Paulo.

O primeiro imunizante a obter o registro definitivo no Brasil foi o da Pfizer.

Com a liberação, a vacina do consórcio AstraZeneca/Oxford terá uma etapa de produção no Brasil, na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A autorização permite que a vacina seja aplicada em maiores de idade.

Desenvolvimento de vacinas

Para ser aprovada, a vacina precisa passar por estágios de desenvolvimento. O estágio inicial é feito em laboratório, com análise do vírus e de moléculas para definição da melhor composição do produto, explica a Anvisa.

Depois, a vacina é testada em animais, que são expostos ao agente causador da doença. Na etapa de estudos clínicos com três fases, são feitos testes em humanos desde que se tenha dados preliminares de segurança e possível eficácia.

Para liberar o registro do imunizante, técnicos especializados da Anvisa revisam todos os documentos para validar a segurança da vacina.

Fonte: Agência Brasil

Fiocruz: país nunca teve redução significativa na transmissão de Covid-19

Por Vladimir Platonow | Agência Brasil

Uso de máscara para proteção contra o novo coronavírus.

Uso de máscara para proteção contra o novo coronavírus.

Com menos de 3% da população mundial, o Brasil registra 10,3% de todas as mortes por covid-19 no mundo. O dado faz parte do Boletim do Observatório Covid-19, divulgado nesta quinta-feira, 11, pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

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Estudo que recomenda uso de ivermectina para Covid é questionado por especialistas

Rodrigo Aguiar

Medicamento não tem eficácia no tratamento contra Covid-19, segundo fabricante / Foto: Reprodução | Prefeitura de Itajaí - Foto: Reprodução | Prefeitura de Itajaí

Presente em kits de “tratamento precoce” distribuídos por municípios em todo o país e defendida por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro para combater a Covid-19 mesmo sem comprovação de sua eficácia, a ivermectina tem sido utilizada pelo infectologista Roberto Badaró, diretor médico do Hospital Espanhol, uma das unidades da capital onde estão internados pacientes diagnosticados com o novo coronavírus.

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Estudos mostram eficácia da Coronavac contra três variantes do vírus

Análises estão sendo feitas pelo Butantan em parceria com a USP

A Coronavac, vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan e a farmacêutica chinesa Sinovac e que está sendo aplicada no Brasil, é eficaz contra as três variantes do novo coronavírus que circulam no país: a britânica (B.1.1.7), a sul-africana (B.1.351) e a brasileira (B.1.1.28), da qual são derivadas as chamadas P.1 (de Manaus) e a P.2 (do Rio de Janeiro). A informação foi dada nesta quarta-feira (10) pelo diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas.

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Estado recebe mais 178 mil doses de vacina contra Covid-19 até esta quarta

Rodrigo Aguiar

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O governador Rui Costa anunciou na noite desta terça-feira, 9, que mais 178,6 mil doses de vacina contra a Covid-19 chegarão à Bahia até esta quarta-feira, 10, e serão distribuídas para todo o estado.

Em transmissão nas redes sociais, Rui disse também ter negociações avançadas para a compra de doses da vacina russa Sputnik V, mas afirmou que depende de uma autorização explícita do Supremo Tribunal Federal (STF) para aplicação do imunizante.

“A quantidade depende da autorização. Há 10 dias, tínhamos falado em 5 ou 6 milhões. Mas mais de 40 países estão usando a Sputnik. Ninguém vai ficar parando esperando o Brasil comprar vacina”, declarou.

Sobre a possibilidade de ocorrer São João, o governador disse ser “pouco provável” a realização de festejos juninos, dado o ritmo lento de imunização.

Ainda na transmissão, o governador listou dois números que, segundo ele, comprovam a eficácia das medidas restritivas adotadas para conter o avanço do novo coronavírus.

“Uma semana antes [da adoção das medidas], a gente tinha crescido 10 mil casos ativos. Passamos de 10 mil para 20 mil casos ativos. Uma semana depois [das medidas], está no mesmo patamar de casos ativos. Parou de crescer e começou a cair. Além disso, a taxa de positividade dos exames era de 57%. Hoje, está em 47%. Conseguimos reduzir 10%. Quando a doença cresce, não é de vez. Quando cai, também. O início é sempre mais lento”, apontou.

CORONAVÍRUS Fiocruz prevê produção 1 milhão de vacinas por dia até final do mês

Ministro da Saúde fez visita técnica à fundação nesta segunda-feira

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) espera produzir um milhão de doses da vacina contra a covid-19 por dia até o final de março. A estimativa foi divulgada nesta segunda-feira (8), durante a visita técnica do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, quando foi anunciado o início da produção em larga escala.

 Durante o encontro, representantes da Fiocruz previram a entrega de 3,8 milhões de doses para o mês de março. A produção dos lotes de pré-validação e validação foram finalizadas no último domingo (7), com testes de consistência e estabilidade dentro dos parâmetros desejados. Esses lotes poderão ser incorporados ao Programa Nacional de Imunização (PNI), mediante aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Com o início da operação dessa primeira linha nesta segunda-feira, a Fiocruz iniciará o escalonamento gradual da produção.

“A primeira linha em funcionamento hoje está produzindo cerca de 300 mil doses por dia. Ainda esta semana, caso a produção ocorra dentro do previsto, uma segunda linha de produção deverá entrar em operação para aumentar a capacidade produtiva. A expectativa é chegar, até o final de março, com as duas linhas em funcionamento, com uma produção de cerca de um milhão de doses por dia”, informou a Fiocruz em nota publicada em sua página na internet.

 Anvisa

Nesta segunda-feira também foram enviados à Anvisa os documentos restantes para a obtenção do registro definitivo da vacina. A expectativa é de que o registro possa ser concedido ainda esta semana.

 “A Fiocruz se mantém ativa na busca por alternativas para o fornecimento de vacinas ao PNI. Até o momento, já foram fornecidas quatro milhões de doses produzidas pelo Instituto Serum e preparadas para distribuição pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), das 12 milhões de doses já acordadas com a AstraZeneca. Além disso, a Fiocruz irá também apoiar tecnicamente o recebimento das vacinas da iniciativa do Covax Facility, o que poderá representar cerca de 2,9 milhões de doses de vacinas prontas ainda em março”, informou a Fiocruz.
 Segundo a fundação, cada lote de vacinas precisa passar por testes de controle de qualidade, que verificam a estabilidade e a esterilidade. Esses testes levam de 15 a 20 dias. Desta forma, as vacinas que serão produzidas esta semana serão liberadas em até 20 dias, a depender da conclusão dos testes.
 Até 31 de março, só poderão ser consideradas aptas para entrega ao PNI a produção realizada, no mínimo, 15 dias antes. As demais doses produzidas em março só serão entregues no mês seguinte. Em abril, já vai haver um fluxo contínuo de produção e entregas semanais das doses produzidas duas semanas antes.
Vladimir Platonow, da Agência Brasil

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