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:: ‘política’

Hemorragia persiste e Bruno Covas se submete a radioterapia

Covas teve de interromper o tratamento contra os tumores que atingem o fígado, a bacia e a coluna após sangramento

covas

Por Estadão Conteúdo

O prefeito licenciado de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), iniciou ontem tratamento com radioterapia para tentar controlar um sangramento residual detectado em seu estômago, segundo boletim médico divulgado pelo Hospital Sírio-Libanês, no centro da capital. Covas está internado desde o último fim de semana em decorrência de problemas no seu tratamento contra um câncer metastático que atinge o sistema digestivo e os ossos.

De acordo com o boletim, Covas havia feito uma endoscopia na quarta-feira, que “evidenciou discreto sangramento residual no estômago”. Foi um sangramento na cárdia (a interligação entre o estômago e o esôfago), local onde um de seus três primeiros tumores foi detectado, que o havia feito precisar ir para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital na última segunda-feira. Esse primeiro sangramento havia sido controlado no próprio exame, mas o prefeito foi para o centro de cuidado intensivo para se recuperar.

Desta vez, a nova endospia revelou que havia ponto de hemorragia. “Desta forma, foi iniciado tratamento local com radioterapia para controle deste sangramento”, informa o boletim médico.

Ainda segundo o Sírio-Libanês, “o prefeito está recebendo todo suporte clínico necessário e seu quadro clínico é estável”, mas “no momento, não há previsão de alta hospitalar”.

Desde que o primeiro sangramento foi detectado, Covas teve de interromper o tratamento contra os tumores que atingem o fígado, a bacia e a coluna. Ele vinha se submetendo a um procedimento que combinava sessões de quimioterapia e radioterapia. Esse tratamento ainda não tem data para ser retornado.

Tribuna da Bahia, Salvador

Mais 1,6 milhão de títulos de eleitor são cancelados na Bahia

A ausência de regularização da situação eleitoral acarretará o cancelamento automático da inscrição.

titulo

O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) divulgou que o número de eleitores que tiveram o título cancelado é de 1.637.999 títulos cancelados. Segundo o TRE, o título é cancelado quando o cidadão para quem o voto é obrigatório, com idade entre 18 e 70 anos, deixa de votar por três eleições consecutivas e não justifica as ausências. Cada turno de votação é considerado uma eleição.

O Tribunal explicou ainda que o documento também é cancelado quando o eleitor não comparece à revisão do eleitorado, promovida pela Justiça Eleitoral, no respectivo município.

A ausência de regularização da situação eleitoral acarretará o cancelamento automático da inscrição. Com o título cancelado, o eleitor não poderá votar, ser empossado em concurso público, obter passaporte ou CPF, renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial, obter empréstimos em estabelecimentos de crédito mantidos pelo governo, participar de concorrência pública e praticar qualquer ato para o qual se exija quitação do serviço militar ou imposto de renda, por exemplo.

Os títulos cancelados podem ser regularizados pelo Título Net. O eleitor deve gerar uma Guia de Recolhimento (GRU) no site do TRE-BA ou do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e pagar o valor devido no Banco do Brasil ou através do PagTesouro, pela internet, sem precisar ir ao banco.

Tribuna da Bahia

Economia ignorou riscos da pandemia desde o princípio, diz Mandetta

Para Mandetta, Bolsonaro e Guedes pareciam apostar em um efeito de rebanho que acabaria em setembro ou outubro de 2020

Correio Braziliense

De acordo com o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, optaram por priorizar a economia no combate à Covid-19, mesmo com informações sobre o número provável de mortos e sobre o momento em que ocorreria uma segunda onda. Mandetta disse, ainda, que Guedes pode ter induzido ao erro até mesmo empresários e operadores do mercado.

O ex-ministro comentou as escolhas do governo durante a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da covid-19 nesta terça-feira (4/5). Mandetta disse que tinha acesso ao segundo escalão de Guedes, mas que o ministro simplesmente não respondia telefonemas ou recados, e que parecia descolado da realidade no que diz respeito à gravidade do coronavírus. “O distanciamento da equipe econômica era real. Não posso negar. Eu dialogava com o segundo escalão sobre algumas questões, mas entre ministros, telefonemas, recados para conversar com ministros não eram respondidos”, relatou.

“Algumas reuniões no ambiente de gabinete de ministros, havia uma visão muito menor da gravidade. Eu dizia que a crise ia longe, e o ministro falava que o Brasil cresceria 2,5%, mas que, com a covid, cairia para 2%, meio por cento do PIB. Eu disse que não estavam compreendendo o tamanho da confusão”, recordou.

Para Mandetta, Bolsonaro e Guedes pareciam apostar em um efeito de rebanho que acabaria em setembro ou outubro de 2020, o que não aconteceu, e isso teria induzido o governo a aceitar o auxílio emergencial de R$ 600, acreditando que em quatro meses não seria mais necessário um socorro aos mais vulneráveis, “não vendo que a doença estava só no primeiro terço”, constatou.

“Sempre houve um distanciamento. Pautar decisões econômicas em um momento de epidemia, de saúde, me parece que teria sido necessário que os ministérios tivessem notas técnicas conjuntas. Muitas tomadas de decisão acabaram sendo equivocadas até por pessoas do mercado, que estavam com seus empreendimentos, que precisavam saber qual é a perspectiva. Para onde vamos”, disse.

“Eu disse quando (a pandemia) ia crescer, ser o aumento, estabilizar, cair, o intervalo para segunda onda, o número de mortes em 2020, e até o fim da pandemia. Todas essas informações eles tinham. Sobre o porquê de pautarem de maneira diferente, fico em dívida”, completou.

Tribuna da Bahia

 

Bruno Covas se licencia da prefeitura por 30 dias para tratar câncer

Em seu lugar, assume o vice-prefeito, Ricardo Nunes

Tribuna da Bahia, Salvador

Foto: ROBERTO COSTA/CÓDIGO19/ESTADÃO CONTEÚDO

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, anunciou hoje (2) que vai se licenciar da prefeitura pelo período de 30 dias para poder se dedicar exclusivamente ao tratamento médico contra o câncer. O pedido de licenciamento será encaminhado à Câmara Municipal amanhã (03). Nesse período, o cargo será exercido por seu vice, Ricardo Nunes.Segundo comunicado da prefeitura no final da tarde de hoje, com o surgimento de novos focos da doença, Covas vai precisar “de dedicação integral ao tratamento e entende que não será compatível com as suas responsabilidades e compromisso com a cidade e os paulistanos”.

Nas redes sociais, o prefeito postou o comunicado da prefeitura sobre o seu licenciamento e agradeceu às pessoas pelo apoio.

Fonte: Agência Brasil

Ministro Marco Aurélio Mello, do STF, manda governo realizar o Censo

Na semana passada, o Ministério da Economia informou que a realização do Censo em 2021 estava cancelada devido aos cortes de verba.

Tribuna da Bahia, Salvador

IBGE_1107

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou ao governo federal “a adoção de medidas voltadas à realização do Censo”. Ele atendeu um pedido feito pelo governo do Maranhão. Na semana passada, o Ministério da Economia informou que a realização do Censo em 2021 estava cancelada devido aos cortes de verba.

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Prefeito de São Paulo, Bruno Covas recebe alta do hospital

Covas deverá seguir com aplicações dos tratamentos com duração de 48 horas a cada duas semanas | Foto: Rovena Rosa | Agência Brasil - Foto: Rovena Rosa | Agência Brasil

Internado desde o dia 15 de abril em tratamento contra o câncer, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), recebeu alta na tarde desta terça-feira, Segundo o boletim médico do Hospital Sírio-Libanês, o prefeito recebeu tratamento quimioterápico e imunoterápico, ambos “bem tolerados”.

Agora, Covas deverá seguir com aplicações dos tratamentos com duração de 48 horas a cada duas semanas.  “A internação acabou se prologando devido ao acúmulo de líquido no espaço entre os pulmões e a pleura, dentro da caixa torácica”, disse o comunicado.

“O Prefeito foi submetido a drenagem pleural e seu quadro evoluiu com sucesso, com redução do líquido e melhora clínica. Com isso, o Prefeito acaba de receber alta hospitalar e está apto a manter suas atividades pessoais e profissionais, porém sem participar de agendas públicas por enquanto”, diz o texto.

Nas redes sociais, Covas publicou o boletim médico e comemorou sua alta. “Partiu casa! Mais uma vitória entre muitas batalhas. Agradeço a todos pelas rezas, orações e pensamentos positivos. O tratamento continua. O carinho e força que recebi durante todos esses dias são essenciais para continuar lutando e acreditando”, escreveu o prefeito no post.

A Tarde

Sheila se reúne com ministro da Saúde e defende mais recursos para o Esaú Matos

Uma das principais agendas da viagem da prefeita Sheila Lemos a Brasília foi uma reunião com ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, a quem ela entregou ofício com solicitação de mais recursos federais para o Hospital Esaú Matos. O encontro com Marcelo Queiroga aconteceu na tarde desta segunda-feira (26), na sede do Ministério. A prefeita estava acompanhada do deputado federal Elmar Nascimento (DEM).

Sheila enfatizou ao ministro a importância do trabalho realizado pelo hospital para Vitória da Conquista e região. “O Hospital Esaú Matos é de suma importância para os conquistenses e região, por isso viemos aqui propor a adesão do hospital para recebimento de investimento 100% SUS. Entendemos o olhar sensível que o ministro tem dedicado a essas questões e estamos confiantes”, destacou.

Outro assunto apresentado ao ministro Queiroga foi a elevação do teto financeiro MAC, que estabelece um limite financeiro para custeio de ações e serviços de saúde de Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar.

“Com a pandemia da Covid-19, a Prefeitura teve uma elevação com os gastos dos serviços ambulatorial e hospitalar, sendo necessário ampliar a verba destinada para esses custeios, para poder continuar garantindo o atendimento a toda a população”, explicou a prefeita.

O ministro da Saúde se comprometeu a analisar de forma cuidadosa a viabilidade das solicitações e dar uma resposta ao município em breve. Também participaram do encontro o assessor especial do Ministro, Daniel Pereira, e o Chefe de Gabinete da Prefeitura, Lucas Dias.

 Gabinete Civil
 Postado em 26 de abril de 2021 as 19:50:04

Missa em tributo ao prefeito Herzem Gusmão foi realizada na Capela Santa Dulce dos Pobres

Foi realizada na tarde desta quinta-feira (25), na Capela Santa Dulce dos Pobres, localizada na Avenida Gilenilda Alves, a missa em tributo à memória do prefeito Herzem Gusmão, falecido no último dia 18.

Conduzida por representantes da Arquidiocese de Vitória da Conquista, a cerimônia contou com a presença dos irmãos do prefeito, Heleusa e Edilson Gusmão, da prefeita Sheila Lemos, de secretários da Administração Municipal e autoridades. Além da missa, foi realizado o plantio simbólico de um ipê roxo na área externa da Capela, em homenagem a Herzem.

Durante a celebração, o arcebispo metropolitano de Vitória da Conquista, Dom Josafá Menezes, relembrou, entre outros feitos, o auxílio prestado pelo prefeito para a construção do templo dedicado à Santa baiana. “A árvore é uma demonstração da frutífera vida pública do nosso querido Herzem Gusmão, que tanto fez por Vitória da Conquista. Pedimos agora que Deus abençoe sua sucessora para que dê continuidade ao seu grande trabalho”, declarou Dom Josafá.

Blog da Resenha Geral

Rejeição a Bolsonaro na gestão do combate à pandemia bate recorde, aponta Datafolha

Bolsovid

Após um ano do primeiro caso de coronavírus no Brasil e de mais de 282 mil vítimas da Covid-19, a rejeição ao trabalho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no combate à pandemia chegou a ser pior índice: 54% dos brasileiros veem a postura do chefe do Executivo como péssima ou ruim.

Os dados são da pesquisa Datafolha, realizada nesta segunda (15) e terça-feira (16), com 2.023 pessoas. As entrevistas, cujo resultado foi divulgado no fim da noite de ontem, foram feitas por telefone.

Os números mostram que na pesquisa anterior, feita em janeiro, a rejeição de Bolsonaro era de 48%. Em contrapartida, caiu o número de pessoas que acham o combate ótimo ou bom: de 26% em janeiro para 22% agora. Enquanto isso, 24% consideram a gestão regular e 1% não opinou a respeito.

Bahia Notícias

Pazuello nega estar doente e entregar cargo de ministro da Saúde

“Não estou doente, não entreguei o meu cargo

O Ministério da Saúde continua sendo comandado por Eduardo Pazuello. Pelo menos até segunda ordem. O assessor especial da pasta, Markinho Show, usou as redes sociais para desmentir informação de que o chefe pretende entregar o cargo. Usando palavras de Pazuello, o assessor publicou: “Não estou doente, não entreguei o meu cargo e o presidente não o pediu, mas o entregarei assim que o presidente solicitar. Sigo como ministro da saúde no combate ao coronavírus e salvando mais vidas”.

A declaração foi feita em meio a discussões no governo Bolsonaro para substitui-lo no Ministério da Saúde. A troca teria sido discutida em reunião do presidente Jail Bolsonaro (sem partido) com ministros da ala militar, na noite de sábado, 13. Após o possível pedido de afastamento de Pazuello ter sido revelado pela imprensa, o órgão informou que “até o presente momento, o ministro Eduardo Pazzuelo segue à frente da pasta, com sua gestão empenhada nas ações de enfrentamento da pandemia no Brasil.”

Pessoas próximas ao presidente já entraram em contato com dois médicos cardiologistas cotados para substituir Pazuello: Ludhmila Abrahão Hajjar, professora associada da USP, e Marcelo Queiroga, presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

A Tarde

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