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:: ‘Saúde’

Adolescentes de 12 a 17 anos serão incluídos na vacinação contra Covid-19

Adolescentes de 12 a 17 anos serão incluídos na vacinação contra Covid-19

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom\ Agência Brasil

Adolescentes de 12 a 17 anos serão incluídos na vacinação contra Covid-19 no Brasil. A decisão do Ministério da Saúde foi divulgada na noite desta terça-feira (27) e terá como prioridade as pessoas com comorbidades. Segundo a pasta, o início da vacinação do grupo será após a conclusão da primeira dose da população adulta vacinável.

A decisão foi oficializada em nota conjunta do Ministério da Saúde com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

INTERVALO ENTRE DOSES

Também após a distribuição da primeira dose para a população adulta, será analisada a redução do intervalo entre a primeira e a segunda doses da vacina Covid-19 da Pfizer. O estudo será realizado com base em evidências científicas apresentadas nas discussões da Câmara Técnica Assessora de Imunizações.

Nesta terça-feira (27), o prefeito de Salvador, Bruno Reis (DEM), já havia anunciado o início do cadastro para pessoas entre 12 e 17 anos, para vacinação contra Covid (leia mais aqui).

O gestor também disse que concorda com antecipação da D2 da Pfizer desde que ministério assegure doses. Conforme Bruno, até o momento, a logística de retenção das D2 (segunda dose) está garantida caso a decisão seja oficializada pelo ministério (veja mais aqui).

Intervalo da Pfizer será reduzido só após todos os adultos tomarem 1ª dose, diz ministro

por Mateus Vargas | Folhapress

Intervalo da Pfizer será reduzido só após todos os adultos tomarem 1ª dose, diz ministro

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom\ Agência Brasil

O Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta terça-feira (27) que o intervalo para aplicação das doses da Pfizer só será reduzido após toda a população adulta receber ao menos a primeira vacina contra a Covid-19.
“A nossa expectativa é atingir essa população acima de 18 anos, vacinada, até o final de agosto, começo de setembro. A partir daí nós vamos discutir a redução do intervalo da dose da Pfizer, assim a gente avançaria com a D2 (segunda dose) em um número maior de pacientes”, disse Queiroga.
Com a medida, o intervalo entre as doses da Pfizer deve passar de cerca de três meses para 21 dias, como é sugerido na bula do imunizante.
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Ministério da Saúde não recomenda 3ª dose de vacinas contra Covid-19

A pasta já discute o calendário vacinal do próximo ano

Tribuna da Bahia, Salvador

A secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministério da Saúde, Rosana Leite, descartou que seja feita a aplicação de uma terceira dose – ou dose de reforço – de qualquer vacina contra o coronavírus no País. Ao invés disso, ela afirmou que a pasta já discute o calendário vacinal do próximo ano, o que será motivo de debates entre especialistas brasileiros e a comunidade científica internacional.

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Pesquisa revela que anticorpos de quem teve Covid-19 não protege contra variantes

Os pesquisadores também destacam que os resultados foram obtidos in vitro, isto é, em laboratório

Tribuna da Bahia, Salvador

Foto: Roque de Sá\Agência Senado

Anticorpos de quem teve Covid-19 não protegem contra variantes, informa estudo internacional realizado com participação de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP).

De acordo com a pesquisa, testes em laboratório mostraram que a variante Gamma, anteriormente conhecida como P.1, originada no Brasil, é capaz de escapar dos anticorpos neutralizantes que são gerados pelo sistema imunológico a partir de uma infecção anterior com outras variantes do coronavírus.

Os pesquisadores também destacam que os resultados foram obtidos in vitro, isto é, em laboratório. “É fundamental entender que pessoas infectadas podem ser infectadas novamente”, aponta William Marciel de Souza, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, primeiro autor do artigo. O trabalho foi publicado como artigo na revista científica The Lancet em 8 de julho.

Foram analisadas amostras do plasma de pacientes que tiveram a doença, e também de pessoas imunizadas pela vacina CoronaVac. “A pesquisa mostra que pessoas que foram vacinadas ainda estão suscetíveis à infecção, se você tomou a vacina continue usando máscara, continue com distanciamento social, continue usando as medidas de higiene para evitar a transmissão para outras pessoas”, aconselha o pesquisador.

O pesquisador lembra que os estudos clínicos mostram a eficiência da CoronaVac contra formas graves da doença, reduzindo internações e mortes. “A vacina não é contra infecção, infecção pode acontecer a qualquer momento, com qualquer vacina, o objetivo da vacina é contra a doença, a forma grave, da pessoa morrer, ter sequelas graves”.

Sobre a variante Delta, Souza aponta que os estudos também vêm demonstrando a proteção contra formas mais graves da doença. “Mesmo locais com alta taxa de vacinação, por exemplo os Estados Unidos, em que hoje a Delta é a linhagem mais dominante, o número de mortes e hospitalizados não aumentou mesmo com a introdução dela.”

Saúde amplia projeção de entrega de vacinas em agosto para 63 mi

De acordo com a pasta, 164 milhões de doses de todas as vacinas contra a Covid-19 que fazem parte do PNI foram distribuídas aos estados.

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Tribuna da Bahia, Salvador

Por Agência Brasil

O Ministério da Saúde anunciou na última quarta-feira (21) que aumentou para 63,3 milhões a previsão de doses de vacinas contra Covid-19 que devem ser entregues em agosto pelos laboratórios contratados. A previsão anterior era de 60,5 milhões de unidades.

Segundo a pasta, a nova projeção representa um aumento superior a 50% em relação a julho, quando o país deve receber 40,4 milhões de doses previstas.

Nesta quarta-feira, o ministério confirmou que recebeu do Instituto Butantan mais 1,5 milhão de doses da Coronavac. Os imunizantes serão incluídos no Programa Nacional de Imunização (PNI) e distribuídos para os estados e Distrito Federal.

Além das vacinas recebidas, o instituto aumentou a expectativa de entrega para o próximo mês de 15 milhões para 20 milhões de doses. A entrega de imunizantes da Pfizer também foi ampliada, passando de 32,5 milhões para 33,3 milhões.

Além dessas doses, o Brasil também vai contar com a entrega de 10 milhões de doses da AstraZeneca, produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

De acordo com a pasta, 164 milhões de doses de todas as vacinas contra a Covid-19 que fazem parte do PNI foram distribuídas aos estados. Do total, foram aplicadas 126,6 milhões, sendo 91,4 milhões de primeira dose e 35,1 milhões de segunda dose e dose única.

Vacinas de Pfizer e AstraZeneca são eficazes contra variante delta,aponta estudo

O estudo, porém, reitera que uma dose apenas das vacinas não é suficiente para uma alta proteção.

Tribuna da Bahia, Salvador

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Duas doses das vacinas da Pfizer e da AstraZeneca contra a Covid-19 são quase tão eficazes contra a altamente transmissível variante delta do coronavírus quanto contra a variante alfa, anteriormente dominante em vários países do mundo, mostrou um estudo publicado nesta quarta-feira (21).

O estudo, porém, reitera que uma dose apenas das vacinas não é suficiente para uma alta proteção.

A pesquisa, publicada no New England Journal of Medicine, confirma as principais descobertas fornecidas pelo governo britânico em maio sobre a eficácia das vacinas contra Covid-19 feitas por Pfizer/BioNTech e Oxford/AstraZeneca, com base em dados do mundo real.

O estudo divulgado nesta quarta-feira apontou que duas doses da vacina da Pfizer resultaram em 88% de eficácia na prevenção de doenças sintomáticas da variante delta, em comparação com 93,7% contra a variante alfa, em linha com o relatado anteriormente.

Duas doses da vacina da AstraZeneca resultaram em eficácia de 67% contra a variante delta, acima dos 60% relatados originalmente, ante 74,5% contra a variante alfa, em comparação com uma estimativa original de 66% de eficácia.

Fonte: Folha de S. Paulo.

Vacina contra covid: idosos precisarão tomar terceira dose?

Israel já começou a oferecer uma terceira dose para grupos vulneráveis

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Por BBC News Brasil em São Paulo

Será que a vacina contra a Covid-19 terá um ‘prazo de validade’ mais curto, como acontece com a gripe? Ou a imunidade durará anos, a exemplo dos produtos que resguardam contra tétano e febre amarela? Só o tempo (e a ciência) poderão dizer

Por ora, não há qualquer justificativa para aplicar uma terceira dose das vacinas contra a Covid-19 em indivíduos de qualquer faixa etária. Essa é a avaliação de especialistas ouvidos pela BBC News Brasil e de diversas instituições de pesquisa e de saúde pública nacionais e internacionais.

‘Não me vacinar foi maior erro da vida’, diz professor que teve covid grave

Cidades com prefeita, em vez de prefeito, tiveram 43% menos mortes na pandemia no Brasil, diz estudo

O debate sobre o tema voltou a esquentar recentemente, com a aprovação de estudos que avaliarão a necessidade de um reforço dos imunizantes já disponíveis e com declarações de gestores públicos sobre o futuro das campanhas contra o coronavírus no país.

A Prefeitura do Rio de Janeiro, por exemplo, anunciou que pretende aplicar uma terceira dose em idosos ainda em 2021 e projetou campanhas frequentes a partir do ano que vem.

O secretário de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, afirmou que os paulistas passarão por ciclos anuais de vacinação contra aCcovid-19. Ele até marcou uma data para o início dessa nova etapa: 17 de janeiro de 2022. Gorinchteyn admitiu que ainda não existem estudos que comprovem essa necessidade de revacinação até o momento.

É importante lembrar também que esse debate tem ocorrido em países mais ricos que estão avançados na imunização de suas populações, enquanto grande parte do mundo sofre com escassez de doses para quem mais precisa: idosos e profissionais de saúde.

No cenário internacional, Israel já começou a oferecer uma terceira dose para grupos vulneráveis, como pacientes que fazem quimioterapia, portadores de doenças autoimunes ou transplantados. O país havia aplicado majoritariamente a vacina da Pfizer-BioNTech.

O Reino Unido também está planejando dar um reforço para quem tem mais de 50 anos antes da chegada do inverno no hemisfério Norte, durante o segundo semestre de 2021. As duas vacinas mais aplicadas no país são Pfizer-BioNTech e AstraZeneca-Oxford.

AstraZeneca e Pfizer devem começar em breve testes sobre os efeitos de uma terceira aplicação de suas vacinas (a AZD1222 e a Comirnaty, respectivamente) em voluntários brasileiros que já receberam as duas doses anteriormente.

Não está claro ainda se haverá um foco maior em idosos ou em algum grupo específico nesses dois trabalhos.

Em nota publicada em seu site, a Anvisa deixou claro que “todas as vacinas autorizadas no Brasil garantem proteção contra doença grave e morte, conforme os dados publicados” e que “não há estudos conclusivos sobre a necessidade de uma terceira dose ou reforço”.

Tribuna da Bahia, Salvador

 

Maioria das internações e casos ativos por covid na Bahia é de jovens

Embora índices de óbitos venham caindo, vacina não é passaporte para exposição sem necessidade, que faz a disseminação seguir a todo vapor

Tribuna da Bahia, Salvador

Por Lily Menezes

A melhora dos indicadores do novo coronavírus em Salvador e em toda a Bahia traz otimismo, e também o lembrete de que a pandemia ainda não acabou: nos últimos dias, foi atingida a lamentável marca de 25 mil vidas perdidas para a Covid-19 em todo o Estado. Um dado continua se alterando: o perfil de quem é mais atingido e eventualmente vitimado pela doença. “No começo da pandemia, a predominância era de uma pessoa mais velha, com comorbidades. Agora, esse perfil vem se alterando”, disse a subsecretária da Sesab Tereza Paim. Ainda que os casos com comorbidades ainda sejam maioria, representando 60% dos óbitos, a mortalidade entre pessoas mais jovens anos aumentou. No intervalo entre 20 de junho e o fechamento desta edição, 34% dos 2073 falecimentos foram registrados entre pessoas com até 49 anos, de acordo com levantamento da reportagem baseado nos boletins diários divulgados pela Sesab. A pasta não tem dados relacionados à situação vacinal dos que foram a óbito, mas a subchefe pondera que muitos tomaram apenas a primeira dose.

Com a vacinação, os níveis de fatalidade para os idosos diminuíram consideravelmente; assim, os mais novos estão mais suscetíveis, devido ao ritmo mais lento da campanha. Em Salvador, as pessoas com menos de 30 anos devem levar mais algum tempo para verem a vacina no braço. “Nós gostaríamos de ter uma cobertura de imunização maior, mas no momento ainda não é possível. O jovem acaba ficando totalmente desprotegido, e como se expõe mais, acaba se contaminando”, enfatizou Paim. Segundo ela, a maior parte dos 10.126 casos ativos do novo coronavírus é formada, por pacientes abaixo dos quarenta anos, além de representarem a maior parte dos internados nas unidades do sistema público de saúde. Na visão dela, a taxa de letalidade mais reduzida para este público acaba sendo um encorajador para o relaxamento das medidas de proteção. “Como não é frequente que esses pacientes culminem em óbito, ele acaba se expondo mais”. O problema é que por mais que o jovem não vá sentir nada, pode servir como vetor do vírus e trazer a doença para as pessoas de seu convívio.

O maior dos equívocos, especialmente para quem está vacinado, é acreditar que passará ileso pela covid, e que poderá ignorar qualquer protocolo, como abandonar o uso da máscara; a principal função da vacina é a redução dos quadros graves de internação e dos óbitos provocados pela doença, de forma que as medidas sanitárias devem ser mantidas enquanto o vírus estiver circulando. “É preciso entender que mesmo com a imunização, o vírus ainda está aí, a pandemia ainda está aí. A pessoa ainda pode contrair e transmitir a doença. Nós estamos falando a mesma coisa desde o início: tem que ter a higienização e a imunização. É importante manter o esquema vacinal completo”, alertou a subsecretária da Sesab, que voltou a negar a circulação da variante Delta na Bahia. “Nenhum sequenciamento nosso tem essa variante. O negócio é testar, testar e testar. Principalmente o turista, nessa nova fase de retomada da economia”.

 

Covid: mais de 100 casos da variante Delta foram registrados no Brasil

Cinco casos evoluíram para quadro grave que resultou em morte

Tribuna da Bahia, Salvador

Já foram identificados no Brasil 110 casos da variante Delta do novo coronavírus. Desses, cinco casos evoluíram para quadro grave que resultou em morte. Antigamente conhecida como “variante indiana”, essa modalidade possui uma taxa de infecção maior do que o coronavírus original.

Dos 110 casos registrados, foram 83 no Rio de Janeiro, 13 no Paraná, seis em um navio que ficou parado na costa do Maranhão, um em Minas Gerais, dois em Goiás, três em São Paulo e dois em Pernambuco.

Os dados foram divulgados em um levantamento do Ministério da Saúde (MS) sobre vigilância genômica do novo coronavírus.

A pasta informou que tem dialogado com secretarias de Saúde para ampliar a vigilância sobre a variante. Entre as ações recomendadas está o sequenciamento genômico para mapear a presença da variante em cada estado ou município.

Os casos suspeitos devem ser isolados, com tratamento para aliviar os efeitos e possíveis complicações. O MS também solicita a notificação imediata para gerar ações de resposta em localidades onde a variante for identificada.

Fonte: Agência Brasil

Bahia recebe 211 mil doses de vacinas contra a covid na madrugada desta terça

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Seguindo o cronograma de quase 600 mil doses a serem recebidas somente nesta semana, a Bahia passou a contar, a partir da madrugada desta terça-feira, 20, com mais 211.800 doses de vacinas contra a Covid-19. O voo com os imunizantes desembarcou em Salvador por volta das 1h.

O envio contou com 79.400 doses do imunizante da Oxford/AstraZeneca via Covax, distribuído pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e 132.400 doses da Coronavac/Butantan.

Além disso, também há previsão de mais 314 mil doses da Oxford/Astrazeneca e 81.900 doses da Pfizer cheguem a Bahia ainda durante a noite desta terça.

As vacinas começarão a ser distribuídas ainda nesta terça-feira por via terrestre e também em aeronaves do Grupamento Aéreo da Polícia Militar e da Casa Militar do Governador, após conferência da equipe da Coordenação de Imunização do Estado. Elas serão remetidas, exclusivamente, aos municípios que aplicaram 85% ou mais das doses anteriores.

Com esta nova remessa, a Bahia chegará ao total de 9.908.380 doses de vacinas recebidas, sendo 3.554.400 da Coronavac, 5.059.050 da Oxford/AstraZeneca, 1.040.130 da Pfizer e 254.800 da Janssen.

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