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:: ‘Saúde’

Bahia é o segundo estado que mais recebeu doses de cloroquina para tratar Covid-19

Medicamento usado no tratamento e profilaxia de malária e no tratamento do Lúpus, foi amplamente distribuída pelo governo federal para “tratamento precoce” do Covid-19.Divulgação

Bahia é o segundo estado que mais recebeu doses de cloroquina para tratar Covid-19

Mesmo sem nenhuma comprovação científica da suas eficácia, e com diversos efeitos adversos relatados, a cloroquina, medicamento usado no tratamento e profilaxia de malária e no tratamento do Lúpus, foi amplamente distribuída pelo governo federal para “tratamento precoce” do Covid-19.

De acordo com levantamento da CNN Brasil, o estado da Bahia foi o segundo com o maior número de doses recebidas do fármaco, com 112.5 mil doses, atrás apenas do Rio Grande do Sul, que recebeu 129.5 mil. Os recursos para a produção das 420 mil doses enviadas nestes 5 meses foram utilizados do fundo emergencial para o combate à pandemia. Desde maio do ano passado, o Ministério da Saúde recomenda o tratamento precoce da doença com hidroxicloroquina, ivermectina e azitromicina.

Em estudo recente publicado pela revista cientifica Cochrane, principal referência nesse tipo de análise científica, a eficácia do medicamento em casos de Covid-19 foi descartada. De acordo com a publicação, a hidroxicloroquina “claramente não afetou a quantidade de mortes, provavelmente não alterou quantas pessoas precisaram de ventilação mecânica, pode não ter afetado quantas pessoas ainda testavam positivo para o vírus após 14 dias”.

O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou o prazo de 15 dias para que o Exército e o Ministério da Saúde justifiquem a produção de cloroquina e a sua distribuição aos estados.

Em condição rara causada pela Covid-19, paciente tem dedos amputados na Itália

Em condição rara causada pela Covid-19, paciente tem dedos amputados na Itália

Foto: Reprodução / European Journal of Vascular and Endovascular Surgery

Em rara reação à doença, ma paciente de 86 anos infectada pela Covid-19 teve três dedos amputados após a doença deixá-los necrosados.

De acordo com o portal Extra, do jornal O Globo, a idosa testou positivo para o coronavírus em abril do ano passado. Os médicos, que publicaram relatório na revista médica “European Journal of Vascular and Endovascular Surgery”, afirmaram que essa necrose é uma condição que faz com que o tecido corporal morra e fique preto.

A mulher tinha histórico de problemas com coagulação. Ela sofreu de síndrome coronariana aguda, doença que bloqueia repentinamente o sangue fornecido ao músculo cardíaco, em março de 2020. Para tratar isso, profissionais prescreveram terapia antiplaquetária dupla.

Contudo, outros testes revelaram que a responsável por causar o bloqueio do sangue para os seus dedos foi a Covid-19. A amputação foi feita para evitar complicações futuras. Responsáveis pelo relatório, os médicos Giuseppe P. Martino e Giuseppina Bitti classificaram a condição como “dedos covidais” e uma “manifestação vascular severa”.

Em dezzembro, um morador de Bournemouth, na Inglaterra, também alegou ter sofrido com situação semelhante. Ele teve de amputar a perna por causa de um coágulo sanguíneo com risco de vida, e diz que isso foi causado pelo coronavírus.

Bahia Notícias

Pessoas com sintomas de covid-19 não devem tomar a vacina

Alerta foi feito pela Sociedade Brasileira de Imunizações

vacina

A vontade de se vacinar é grande para muitos brasileiros, mas para aqueles que tem sintomas de covid-19 ou que já testaram positivo para a doença devem evitar a aplicação do imunizante. Quem explica é a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Mônica Levi.

 “Como atualmente a Covid-19 varia desde pessoas assintomáticas até casos que evoluem para morte, as pessoas com sintomas leves também não devem ir aos locais de vacinação”, disse ela em entrevista à CNN.
Segundo a especialista, o ideal é que a vacinação seja adiada em quatro semanas. Essa é a forma de garantia para que não haja transmissão do vírus ou agravamento de qualquer sintoma que o paciente tenha tido. Por outro lado, Mônica diz que “não há preparo imunológico ou comportamental que se recomende para nenhuma das vacinas (contra Covid-19)”.
Redação Ibahia

Fiocruz envasa 1º lote de teste da vacina AztraZeneca

Esta etapa é considerada decisiva para reposição dos estoques, que, em algumas cidades, estão perto do fim

Foto: Thomas Samson | AFP

Fiocruz envasa 1º lote de teste da vacina AztraZeneca

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) envaza, nesta sexta-feira, 12, o primeiro lote de testes da vacina contra a Covid-19, fabricada em parceria com a AstraZeneca e finalizada no Brasil com insumos importados da China.

Esta etapa é considerada decisiva para reposição dos estoques, que, em algumas cidades, estão perto do fim. A produção teve início com atraso, por causa da demora na entrega de insumos e também na preparação da estrutura da Fiocruz. A meta é, até julho, produzir 100,4 milhões de doses da chamada vacina de Oxford.

O primeiro milhão de doses deve ser entregue entre os dias 15 e 19 de março. No segundo semestre, a Fiocruz dará um novo passo, com a produção de outras 110 milhões de vacinas 100% brasileiras.

Boletim Covid: 337 pacientes seguem em recuperação

Em Vitória da Conquista, até esta quarta-feira (10), foram contabilizadas 18.467 pessoas já se infectaram com a Covid-19. Desse total, 17.847 delas já estão recuperados, 283 evoluíram para óbito e 337 ainda estão apresentando sintomas e seguem em recuperação – 55 estão internados em Vitória da Conquista; dois, em outros municípios; e 280 em tratamento domiciliar.

Outros 997 casos notificados por suspeita de infecção pela Covid-19 aguardam por classificação final, sendo que 957 esperam pela investigação laboratorial e 40 pelo resultado do exame RT-PCR das amostras encaminhadas para análise no Lacen Estadual.

Além disso, 14.721 casos foram descartados, sendo que 4.295 apresentaram resultado negativo em exame RT-PCR e outros 10.426 tiveram descarte por outros critérios.

Ocupação de Leitos – Neste momento, 81 pacientes estão internados em parte dos 148 leitos disponíveis (78 enfermarias e 70 leitos de UTI) na rede SUS para tratamento de pacientes confirmados ou com suspeita de infecção pelo novo Coronavírus. Além de moradores de Vitória da Conquista, também estão internados residentes dos seguintes municípios:

  • Belo Campo;
  • Brumado;
  • Caculé;
  • Caetité;
  • Cândido Sales;
  • Caraíbas;
  • Condeúba;
  • Encruzilhada;
  • Guajeru;
  • Guanambi;
  • Igaporã;
  • Itapetinga;
  • Itarantim;
  • Jacaraci;
  • Jânio Quadros;
  • Jussiape;
  • Licínio de Almeida;
  • Livramento de Nossa Senhora;
  • Macarani;
  • Macaúbas;
  • Malhada;
  • Malhada de Pedras;
  • Maiquinique;
  • Nova Canaã;
  • Palmas de Monte Alto;
  • Paramirim;
  • Poções;
  • Riacho de Santana;
  • Tanque Novo;
  • Tremedal;
  • São Paulo;
  • Cosmópolis-SP.

Clique aqui para acessar o Boletim epidemiológico completo.

Call Center– A Secretaria Municipal de Saúde disponibiliza um Call Center para tirar dúvidas da população sobre a Covid-19 e atender pessoas que apresentem sintomas suspeitos.

  • Telefones fixos:(77) 3429-3468/3429-3469/3429-3470
  • Celulares:(77) 98834-9988 / 98834-9900 / 98834-9977 / 98834-9911 / 98856-4242 / 98856-4452 / 98856-3722/ 98825-5683/ 98834-8484
  • Call Center Noturno:(77) 98856-3397/98856-5268
  • Call Center do Trabalhador de Saúde:(77) 98856-3345 / 98809-2919 / 98809-2965
  • Blog da Resenha Geral

Japão deve descartar milhões de doses da vacina da Pfizer por falta de seringas adequadas

Japão deve descartar milhões de doses da vacina da Pfizer por falta de seringas adequadas

Foto: Reprodução/Pebmed

Milhões de japoneses poderão não receber a vacina contra Covid-19 conforme o cronograma do país devido à falta de seringas especializadas para retirar seis injeções de cada frasco. Com a escassez do item, doses do imunizante da Pfizer correm o risco de serem descartadas.

Até o momento, o Japão garantiu 144 milhões de doses da vacina desenvolvida pela farmacêutica americana, o que seria suficiente para imunizar 72 milhões de pessoas. A conta supõe que cada frasco contenha seis aplicações. O problema é que as seringas padrão do país não conseguem extrair a última injeção, de acordo com a ministra da Saúde, Norihisa Tamura, de acordo com a Época.

Considerada ideal, a oferta da seringa de baixo “espaço morto”, cujos êmbolos estreitos podem expelir qualquer sobra de vacina, é insuficiente para cumprir com o programa de imunização elaborado pelo governo. Por conta disso, os vacinadores terão de usar a seringa padrão, capaz de aproveitar apenas cinco doses por frasco, o que daria para aplicar o imunizante em 60 milhões de japoneses.

“Usaremos todas as seringas que temos que podem tirar seis doses, mas, é claro, não será suficiente à medida que mais injeções forem administradas”, disse a ministra de Súde à agência de notícias Kyodo.

O governo já solicitou que fabricantes de equipamentos médicos aumentem a produção de seringas especializadas. O país não é o único a enfrentar a escassez do objeto, o que indica que haverá competição pelo produto. Estados Unidos e União Europeia também sinalizaram a falta de seringas com pouco “espaço morto”.

“Quando o contrato foi feito, não tínhamos certeza de que um frasco poderia ser usado para seis doses. Não podemos negar que demoramos para confirmar isso”, disse um funcionário do Ministério da Saúde ao Ji Press.

A expectativa é que a imunização no Japão comece ainda neste mês, enquanto aguarda a aprovação dos órgãos regulatórios. Conforme o cronograma, cerca de 10 mil a 20 mil profissionais de saúde que atuam na linha de frente serão os primeiros vacinados. Depois, outros 3,7 milhões de trabalhadores da área receberam o imunizante a partir de meados de março.

Já os cerca de 36 milhões de idosos com mais de 65 anos devem ser vacinados a partir de abril. Outras 8 milhões de pessoas com problemas de saúde pré-existentes e mais 7,5 milhões de japoneses com idade entre 60 e 64 também terão prioridade. A população em geral só deve começar a ser imunizada em julho.

Altas doses e uso sem indicação da Ivermectina podem causar danos nervosos e hepatite tóxica

por Jade Coelho

Altas doses e uso sem indicação da Ivermectina podem causar danos nervosos e hepatite tóxica
Venda de remédios sem eficácia contra Covid cresceu até 10x| Foto: Jade Coelho

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UFMG desenvolve vacina contra a covid-19

Vacina nacional poderá estar disponível em 2022

Alana Gandra, da Agência Brasi

vacina

Se tudo correr como previsto e houver os investimentos necessários, o Brasil terá uma vacina nacional contra o novo coronavírus (covid-19) em 2022. O primeiro imunizante nacional contra a covid-19 está sendo desenvolvido pelo Centro de Tecnologia em Vacinas (CT-Vacinas) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), junto com outros estudos relevantes na mesma área de vacinas.

 A parceria firmada no dia 4 de fevereiro entre a UFMG, o governo de Minas Gerais e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) pode acelerar a produção de vacinas no estado, disse, em entrevista à Agência Brasil, a professora Ana Paula Fernandes, uma das coordenadoras do CT-Vacinas.

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Síndrome Pós-Covid: mesmo quem teve sintomas leves pode desenvolver sequelas

Fraqueza muscular, indisposição, fadiga, dificuldades respiratórias, perda do olfato e paladar, taquicardia, dores no peito e nas articulações são alguns dos sintomas mais comuns que podem persistir durante meses.

Tribuna da Bahia, Salvador
11/02/2021 06:00 | Atualizado há 3 horas e 21 minutos

Foto: Romildo de Jesus

Se recuperar da Covid-19 não significa que o paciente tenha sua saúde totalmente restabelecida. Mesmo quem teve o quadro leve da doença ou não apresentou sintomas pode ter sequelas. Fraqueza muscular, indisposição, fadiga, dificuldades respiratórias, perda do olfato e paladar, taquicardia, dores no peito e nas articulações são alguns dos sintomas mais comuns que podem persistir durante meses.

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Papa Francisco recebe segunda dose de vacina contra a Covid-19

Papa Francisco recebe segunda dose de vacina contra a Covid-19

Foto: Fotos Públicas

O papa Francisco logo estará imunizado contra a Covid-19. Ele recebeu a segunda dose da vacina da Pfizer/BioNTech nesta quarta-feira (4), no Vaticano. A aplicação ocorreu cerca de três semanas após a primeira dose, tomada no dia 13 de janeiro.

Segundo o jornal O Globo, além de integrar o grupo de risco da Covid-19 pela idade — Francisco tem 84 anos —, o papa retirou um dos pulmões por conta de uma doença desenvolvida na juventude. Como representante maior da Igreja Católica, ele tem criticado o “negacionismo suicida” daqueles que se opõem às vacinas contra o coronavírus.

“Acredito que do ponto de vista ético todos devem ser vacinados, porque você não só põe em risco a sua saúde, a sua vida, mas também a dos outros”, afirmou o pontífice. “Quando eu era criança, lembro-me da epidemia de poliomielite, que deixou muitas crianças paralisadas e todo mundo esperava ansiosamente pela vacina”, acrescentou em entrevista à rede Canale 5.

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