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Quinta não tem vacinação, que retorna na sexta com 2ª dose de Coronavac e AstraZeneca

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informa que nesta quinta-feira (15) não haverá vacinação contra a Covid-19 na sede, já que o estoque destinado a primeira dose acabou ontem (13) e a segunda dose começou a ser aplicada em dias alternados.

A SMS continua vacinando a população da zona rural e na sexta-feira (16), haverá a aplicação da 2ª dose da Butantan/Coronavac, das 9h às 16h, na sede do município, para as pessoas com retorno em 17 de julho ou datas anteriores. A vacina será aplicada na quadra esportiva da Fainor, no bairro Candeias, e no 9º Batalhão da Polícia Militar, no bairro Ibirapuera.

Também haverá 2ª dose da AstraZeneca na sexta, que é um dos dias de aplicação dessa vacina (segundas, quartas e sextas-feiras).

Para se vacinar, é necessário estar com o cartão de vacina e um documento pessoal dom CPF. As pessoas devem se dirigir ao ponto fixo para pedestres da quadra da Igreja Nova Sião (Alto Maron) e drive-thru no Comando de Policiamento da Região Sudoeste (CPRSO), no bairro Kadija.

A segunda dose é essencial para garantir a proteção eficaz contra a Covid-19.

Oxford/AstraZeneca: Bahia recebe mais de 280 mil doses de vacina nesta sexta-feira

Oxford/AstraZeneca: Bahia recebe mais de 280 mil doses de vacina nesta sexta-feira

A Bahia vai receber uma nova remessa de vacinas contra Covid-19 nesta sexta-feira (16). Serão 280.750 doses do imunizante da Oxford/AstraZeneca. A informação foi confirmada pelo secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, nesta quinta (15), ao Jornal da Manhã.

Segundo Vilas-Boas, a previsão de chegada do lote é 00h40.

Até 17h desta quarta-feira (14), a Bahia havia aplicado 5.499.786 doses, referentes a 1ª dose, e 2.028.638 doses de 2ª dose.

‘Plantando dinheiro’: Mercado de cannabis pode gerar R$ 26,1 bilhões no Brasil até 2025

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  • A regulamentação da planta no Brasil poderia gerar 117 mil empregos e arrecadar R$ 8 bilhões em impostos.
  • Só em novembro de 2020, a rentabilidade mensal do primeiro fundo brasileiro a investir em ações do segmento, o Canabidiol FIA IE, alcançou os 33,3%.
  • O estado de Nova York legalizou o uso recreativo e o valor das vendas anuais chegará a cerca de R$ 23,9 bilhões em 2027.
  • A cannabis sempre foi um tabu no Brasil, seja para consumo, venda ou até mesmo para seu uso medicinal. Entretanto, a pauta está novamente no centro das discussões em Brasília e muitos investidores passaram a apoiar esse comércio, já que a rentabilidade supera o preconceito criado em torno do tema.

    O assunto ganhou ainda mais destaque após a comissão especial da Câmara dos Deputados aprovar, no dia 8 de junho, o projeto de lei 399/2015, que não só regulamenta como amplia as possibilidades de uso para além dos fins medicinais. Segundo o levantamento realizado pela empresa de inteligência de mercado de cannabis, a Kaya Mind, essa pode ser uma ótima oportunidade para o Brasil.

    A regulamentação da planta poderia gerar 117 mil empregos e movimentar R$ 26,1 bilhões em quatro anos no país.

    O cálculo levou em conta a regulamentação de todas as formas de consumo, ou seja, medicinal, cânhamo (planta de cannabis) e recreativo. Considera, ainda, uma arrecadação de R$ 8 bilhões em impostos no mesmo período.

    Mas calma: ninguém está incentivando o uso de algo ilgeal. Muito pelo contrário. Mas por que não abandonar um conceito ultrapassado e começar a pensar na maconha como forma de investimento?

    Isso já é um pensamento concreto em diversos países no mundo, como nos Estados Unidos, por exemplo, no qual o mercado de cannabis é um dos principais em ascensão nos últimos anos. Existem negócios legais, listados em bolsa e com uma indústria enorme, com empresas de pesquisa, medicamentos, cultivo, distribuição e venda de maconha em regiões legalizadas.

    A eleição do atual presidente americano, Joe Biden, também contribuiu para aquecer os ânimos de investidores. O governo democrata sinalizou interesse em legalizar a substância no país desde a campanha eleitoral e o resultado veio forte após Biden assumir o cargo.

    Só em novembro de 2020, mês que Biden foi eleito, a rentabilidade mensal do primeiro fundo brasileiro a investir em ações do segmento, o Canabidiol FIA IE, da Vitreo, alcançou os 33,3%. A valorização anual acumulada no ano passado foi de 69,12% e o resultado para o período superou seu benchmark, o índice de ações americano S&P 500 (16,95%).

    Já em 2021, os números continuam surpreendendo positivamente o mercado. De 25 de outubro de 2019 até 1º de março de 2021, o Canabidiol FIA IE entregou 123,30%, sendo 53,15% só neste ano.

    Em relação ao uso recreativo, o estado de Nova York legalizou a medida para adultos com mais de 21 anos em 30 de março. O resultado? A geração de um mercado de US$ 1,2 bilhão (cerca de R$ 6,8 bilhões) em 2023 – ano em que a nova legislação deve ter sua implementação finalizada.

    O valor das vendas anuais chegará a US$ 4,2 bilhões (cerca de R$ 23,9 bilhões) em 2027, de acordo com um estudo produzido pela MPG Consulting para a Associação da Indústria de Cannabis Medicinal de Nova York. A conta inclui a receita com o uso medicinal da planta.

    Diante disso, é impossível negar o ritmo acelerado de crescimento da nova commodity e que muitas pessoas já estão se aventurando no setor por entender as diversas possibilidades de lucro.

    A cannabis ainda tem um longo caminho a percorrer em solo brasileiro, pois precisa do aval do Senado e da sanção presidencial. Além disso, existe um período de amadurecimento e lenta estruturação de fiscalizações e políticas públicas por parte do governo, tempo que o mercado também usa para se adequar às normas e requisições necessárias da legislação em questão.

    Apesar das dificuldades, a regulamentação da maconha tem potencial para abrir uma nova esfera econômica no Brasil, sem contar o benefício gerado para a saúde de milhões de pessoas que são tratadas com remédios a base da planta.

    A aplicação da cannabis em países desenvolvidos deixou claro que esse é um mercado bilionário e a abertura da B3 para esse segmento pode colocar a indústria em um ciclo de alta. Novas formas de fazer dinheiro estão a espera dos brasileiros e diversificar o cenário econômico é o primeiro passo para um país menos conservador e mais avançado financeiramente.

 

Mariana Puonzo em 12 de julho de 2021 19:48

Médicos de Bolsonaro descartam cirurgia de emergência após primeiros exames em São Paulo

Bolsonaro chegou por volta das 19h30 ao Hospital Vila Nova Star, na zona sul de São Paulo.

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Médicos do Hospital Vila Nova Star informaram na noite desta quarta-feira que o presidente Jair Bolsonaro está sendo submetido a um “tratamento clínico conservador”. Na prática, isso significa que ele não será operado neste momento.

Especialistas no sistema digestivo costumam usar essa expressão para uma abordagem clínica em que o intestino do paciente é deixado em repouso com uma sonda naso-gástrica. Durante o repouso, ele receberá hidratação. Caso o tratamento não seja suficiente para resolver a obstrução intestinal, ele pode passar por uma cirurgia.

Bolsonaro chegou por volta das 19h30 ao Hospital Vila Nova Star, na zona sul de São Paulo. Na madrugada desta quarta-feira, Bolsonaro deu entrada no Hospital das Forças Armadas, em Brasília, onde foi constatada uma obstrução intestinal. Segundo boletim médico, é decorrente da facada que ele levou durante a campanha presidencial de 2018.

 A transferência ocorreu após o cirurgião Antonio Luiz de Macedo, que operou o presidente em 2018 após a facada, ter constatado uma obstrução intestinal. Bolsonaro foi levado na madrugada desta quarta para o HFA, em Brasília, após ter sentido dores no abdômen. Há mais de dez dias ele vinha reclamando de soluços persitentes.
 Em conversa com apoiadores no Alvorada, Bolsonaro reclamou do soluço pela primeira vez. Ele disse que o problema poderia ser fruto de uma cirurgia dentária no dia 3 de julho.
 Em entrevista à Rádio Guaíba, o presidente voltou a se queixar do problema. “Estou com soluço há cinco dias. Fiz uma cirurgia para implante dentário no sábado. Talvez em função dos remédios que estou tomando, estou 24 horas por dia com soluço”.
 Durante a transmissão ao vivo semanal, Bolsonaro pediu desculpas e afirmou que talvez não conseguisse se “expressar adequadamente” em função das crises.
 Após reunião no Supremo Tribunal Federal, o presidente deu entrevista a jornalistas, e os soluços permaneciam.
 Ao chegar no Palácio da Alvorada, Bolsonaro afirmou a apoiadores que estava sem voz e que continuava com crises de soluço.
 Após sentir dores abdominais na madrugada, o presidente é internado no Hospital das Forças Armadas, em Brasília, para investigar a causa do soluço
 No Telegram, o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) afirmou que Bolsonaro está em São Paulo por “precaução” e em poucos dias voltará ao trabalho. Em entrevista à Rádio Jovem Pan, o senador disse que o presidente chegou a ser intubado, no hospital em Brasília, por precaução.  O objetivo era evitar que o presidente aspirasse líquidos do estômago.
 O filho mais velho do presidente disse ainda que conversou com o médico, que disse que a família poderia ficar calma e que não há nada mais grave acontecendo. Flávio disse que chegou a falar com o pai, mas que ele ainda estava se recuperava da sedação para o exame da endoscopia. O senador disse que o presidente deve ficar três dias de observação no hospital em São Paulo para ver se haverá necessidade de um procedimento cirúrgico.
 — O que estou sabendo é uma pequena obstrução no intestino dele. Também foi preciso retirar uma pequena quantidade de líquido do estômago, talvez essa seria a razão de ele estar tossindo tanto e com tanto soluço. A informação médica que eu tenho é que está tudo sob controle,  o presidente está bem. É só uma precaução para ficar monitorando de mais perto — disse Flávio, em entrevista à imprensa.
 Bolsonaro tem se queixado há mais de uma semana dos soluços, que, segundo ele, pode ter sido causado por remédios que ele tomou.
 A situação, que tem ficado em evidência durante entrevistas e discursos do presidente, chamou a atenção na internet: os termos “soluço” e “passa mal” estiveram entre as principais pesquisas relacionadas ao nome de Bolsonaro nos últimos sete dias, de acordo com a ferramenta Google Trends.
 Bolsonaro demonstrou incômodo pela primeira vez no dia 5, quando, em sua tradicional conversa com apoiadores no Palácio da Alvorada, disse que estava falando pouco por ter feito dois implantes dentários no sábado anterior. Dias depois, durante uma entrevista na quarta-feira da semana passada, o presidente explicou que estava com soluço e afirmou que acreditava que a causa eram remédios:
 — Estou com soluço há cinco dias. Fiz uma cirurgia para implante dentário no sábado. Talvez em função dos remédios que eu estou tomando, estou 24h por dia com soluço — disse, em entrevista à rádio Guaíba.

Agência O Globo

Prefeitura ainda não enviou informações sobre evento-teste ao MP-BA

Segundo o MP-BA, o prazo vai até esta sexta-feira (16).

Tribuna da Bahia, Salvador

A Prefeitura de Salvador ainda não respondeu ao requerimento do Ministério Público da Bahia (MP-BA) sobre as informações técnicas do evento-teste que está sendo planejado e deve contemplar um público de 500 pessoas. Segundo o MP-BA, o prazo vai até esta sexta-feira (16).

Os pedidos de esclarecimentos também  foram remetidos à Divisão Epidemiológica da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Divep/Sesab). A solicitação do Ministério foi feita na última quinta-feira (8).

Além de uma análise da viabilidade técnico-sanitária, o órgão faz questionamentos sobre a possibilidade do “teste” em meio ao cenário epidemiológico com disseminação de novas variantes da Covid-19 que possivelmente pode ser mais transmissíveis e trazer eventuais consequências à população baiana.

Mesmo em queda, média de mortes diárias no Brasil ainda é maior do mundo

Brasil segue com números altíssimos em comparação com outros países que também sofreram muito ao longo da pandemia

Tribuna da Bahia, Salvador

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Embora as médias móveis de casos e mortes por covid-19 estejam em queda, Brasil segue com números altíssimos em comparação com outros países que também sofreram muito ao longo da pandemia. Europa, África, América do Norte e Oceania têm atualmente médias móveis de mortes por covid-19 mais baixas que o Brasil.

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Trabalhadores nascidos em outubro podem sacar auxílio emergencial

Wellton Máximo | Agência Brasil

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375 | Foto: Marcello Casal Jr | Agência Brasil - Foto: Marcello Casal Jr | Agência Brasil

Foto: Marcello Casal Jr.\ Agência Brasil

Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em outubro podem sacar, a partir desta quinta-feira, 15, a terceira parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro havia sido depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 29 de junho.

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Rui Costa rebate APLB e diz que sociedade não aceita servidor escolher quando trabalhar

David Mendes

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O governador Rui Costa (PT) rebateu as declarações do coordenador-geral do Sindicato dos Professores da Bahia (APLB-BA), Rui Oliveira, e disse não ser racional e nem razoável “alguém querer dizer à sociedade quando quer trabalhar”.

>>Retorno às aulas não é facultativo, mas exceções serão “cuidadas”, diz secretário de educação

>>Líder do governo critica declarações de coordenador da APLB sobre retorno às aulas

“Isso não é racional. É esquisito alguém ter a coragem de abrir a boca para dizer um negócio desse (…) Não é razoável que alguém que é contratado pela sociedade, não é pelo governador, quem paga os salários não sou eu, mas a sociedade, e alguém querer dizer a sociedade quando quer trabalhar”, criticou o líder baiano.

Rui lembrou que os professores da Rede Estadual de Ensino, mesmo sem aulas, nunca deixaram de receber seus vencimentos.

“Se as pessoas não tivessem recebendo salário, mas depois de 1 ano de quatro meses [recebendo salário], em casa, num shopping, não sei aonde eles estavam nesses dias, só não pode ir para a escola dar aula?”, questionou.

Para o governador, os estudantes, neste momento, são os que mais precisam de atenção e, como chefe do Executivo estadual, cabe a ele a decisão de organizar a prestação do serviço público.

“Os jovens pobres das periferias estão sendo assediados cotidianamente, porque seus pais saem para trabalhar e eles estão vulneráveis, adolescentes de 15 e 16 anos, a convite para coisas erradas porque estão o dia todo na rua, aglomerados, sem máscara, em suas comunidades. Portanto, as aulas retornarão dia 26 [de julho]”, justificou.

Em nota enviada à imprensa, a APLB reafirmou que está mantida a decisão de só retornar as aulas presenciais na rede estadual com todos os educadores vacinados contra a Covid-19. Rui Oliveira defende que o retorno só deverá acontecer após 15 dias da segunda dose aplicada em 100% da categoria, calendário previsto para o próximo mês.

Uma assembleia virtual marcada para a próxima sexta-feira, 16, deverá decidir quais rumos a categoria irá tomar sobre a decisão do Estado de retomar, de forma híbrida, as aulas na rede estadual.

O secretário estadual da Educação, Jerônimo Rodrigues, já informou que a pasta adotará o modelo híbrido, com turmas divididas e aulas em dias intercalados em dois grupos: um nas segundas, quartas e sextas, e o outro nas terças, quintas e sábados. Além disso, os estudantes contarão com merenda escolar reforçada.

A Tarde

Regularize já fez 1.900 acordos e soma R$ 2,9 milhões em descontos aos contribuintes

Secom/PMVC

O Regularize foi instituído no dia 17 de maio, por meio da Lei Municipal nº 2.477/2021, e tem duração de 180 dias. Ou seja, os contribuintes têm até o mês de novembro para ficar em dia com seus débitos. Pagamentos à vista implicam em descontos maiores, mas também é possível parcelar o débito em até 60 meses. A exceção é para multas de infração, a exemplo de trânsito, de construção ou do Procon.

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Beneficiário do INSS que recebeu Auxílio Emergencial indevidamente terá valor descontado

Aposentados, pensionistas e beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que receberam indevidamente o Auxílio Emergencial terão que devolver os valores ao governo por meio de descontos feitos diretamente no pagamento do benefício previdenciário ou assistencial, segundo portaria publicada nesta quarta-feira (14) no Diário Oficial da União.

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